Site Meter Três e eu: Educando
Mostrando postagens com marcador Educando. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educando. Mostrar todas as postagens

29 de agosto de 2011

OITO - a primeira festança

E aí que o dia que eu mais esperava nos últimos 2 ou 3 meses chegou. O final de semana foi uma correria pra arrumar todas as caixinhas e sacolinhas de guloseimas...

PAUSA.

No sábado foi o batizado dele na capoeira, fez tudo bonitinho, recebeu sua primeira corda, ficou todo feliz. Na saída passamos no Museu do Futebol, que fica dentro do estádio do Pacaembu mesmo, onde foi a apresentação (e a corinthiana aqui, toda besta, porque não tem "casa própria", então visita a de aluguel mesmo, hahaha). Foi tudo muito bonito e gostoso, mas perdemos metade do sábado. Com isso, não conseguimos ir à festa do sobrinho à noite, mas mandamos as crianças com a avó e soubemos que eles se divertiram muuuito!!!


DESPAUSA.

...Foi uma aflição pra saber se ia ser um volume muito grande e se daria tudo certo, uma ansiedade pra saber se as pessoas gostariam... Felizmente deu tudo certo, conseguimos entregar as caixas na secretaria, o volume foi muito, muito menor do que imaginei (ufa! eu não teria caixa pra transportar se tivesse ficado muito volumoso!!!), recebi vários elogios no feicibuque e pessoalmente, vi que o menino ficou feliz o tempo todo. Demonstrou orgulho quando uma das inspetoras elogiou a "festa" e ele foi logo dizendo que o pai e a mãe dele que fizeram tudo - com a ressalva que o relato foi feito pela própria inspetora. Mas orgulho de verdade eu senti quando ele contou que uma das amigas veio dizer que não tinha dado pra comprar um presente (ele recebeu alguns) e ele prontamente respondeu: "Não precisa de presente. Festa não é pra ganhar presente, festa é pra compartilhar alegria!". Foi o melhor elogio que eu poderia receber. Um sinal de que minha mensagem foi recebida...

Kit lanchinho e guloseimas personalizadas do Thierry




20 de abril de 2011

Menino pré-silábico


Não é de hoje que o Fabrício anda super interessado nas letras, nos números e principalmente em seu nome. Ano passado aprendeu as letras e números com muita facilidade e começou a querer escrever. "Lê" tudo o que encontra (algumas vezes, quando quer ter razão, até passa o dedinho embaixo das palavras, "lendo" pausadamente o que quer) ou pergunta o que está escrito até em rótulo de maionese, quer dar desenhos e "escritos" de presente pras professoras, enche folhas inteiras com garatujas que cada vez mais se parecem com letras. A coordenação motora fina está cada vez melhor: essa semana pegou um caderno e fez várias linhas entre as linhas, quase sem ultrapassar os limites de cada uma. O "F", pelo qual é apaixonado, já sai perfeitinho há muito tempo. Agora está com o "A" super bonitinho. Fiz uma cartelinha com o nome dele, igual à que eles têm na escola, para ele poder ir treinando em casa também. Enfim, é uma gracinha e adoro ir percebendo cada fase de seu desenvolvimento... (Pra quem não sabe, "pré-silabico", o título desta postagem, é o "nível" de alfabetização em que ele está, quando ainda não relaciona fala e escrita.)

E daí que ontem nós ficamos em casa para fazer os mais de 30 ovos que tínhamos pra entregar entre ontem e hoje (faltam uns 12 ainda!!!). Saímos de manhã pra comprar umas coisinhas, entre elas as sacolinhas pra eles levarem os das professoras. Queria de kraft, mas só achei daquelas decoradas para presente. Trouxe, mas insatisfeita - era linda, mas chamativa demais e toda a atenção deve ser no meu ovo, oras! Mais tarde lembramos que uma das cunhadas estava na 25 de março e pedimos que ela trouxesse dois pacotes de dois modelos diferentes. Quando chegaram, os meninos foram correndo "personalizar" as suas. Fafá se empolgou na primeira, fez um desenho, escreveu o nome... mas quando viu que o pai estava fazendo pão recheado, largou tudo pra assistir (AMA ficar na cozinha). Thierry caprichou no desenho e no "de/para" (embora eu tivesse feito um cartãozinho, ele fez de livre e espontânea vontade). Depois pedi ao Fafá que terminasse a outra sacola. Acho que pra me satisfazer, fez lá um monte de rabiscos coloridos em 5 segundos (rabiscos mesmo, dá pra ver que não é um deseeeenho, nem o nome ele terminou) e pronto, voltou pra cozinha. Mas eu fiquei super feliz!...


Tradução -> Na primeira fotografia, de exatamente 1 mês atrás, o nome está bem mais identificável e bonito, mas eu estava orientando como fazer o B e o R. Já na última, ele escreveu completamente sozinho. Demorei pra entender, achei que ele tinha repetido o I e o O, feito coisas esquisitas... Mas hoje, vendo a primeira foto, entendi o raciocínio. Depois do B, há três partes. Todas elas são o R. Depois vem ICIO, quase perfeito (só falta um "rasgo" no C). Que vontade de morder esse magrelo!!! Acho que definitivamente perdi meu bebê... :(

3 de março de 2011

A saga do lanche

Thierry não tem comido o lanche direito. Volta e meia aparece algo comido/tomado pela metade, algumas vezes o lanche volta inteiro. Ele antes levava uma comida (pão/ bolinho/ club social/ barrinha/ polenguinho/ fruta) e uma bebida (suco/ leite/ iogurte), mas como deixou muita coisa que foi direto pro lixo, cortei pela metade. Tem levado leite ou fruta, e só. Outro dia fez cara de coitado no mercado, dizendo que adoraaava maçã verde e a mãe bobalhona pagou R$5,80 o kg (acho o olho da cara e comprei uma só) pra criança não passar vontade (diz minha vó que "dá lombriga"). Essa semana levou a bendita maçã, que voltou com apenas uma faixa mordiscada. No dia seguinte levou o restante picado, depois de ouvir um sermão. Já fomos da lição de moral ao castigo e parece que não adiantou, por isso tomei essa atitude. A vontade é não mandar nada, mas mãe é um bicho besta mesmo. No almoço, não é raro ele jogar meio prato porque não quer/não gosta. O problema não é ele não comer, nunca fui paranoica com isso, sempre respeitei a fome e as vontades deles - e meus filhos comem bem, obrigada, e comem de tudo quase tudo. Também acho que ele tem idade pra decidir o que prefere fazer no recreio, comer ou jogar bola (teoricamente, daria pra fazer os dois, mas né? Tamo falando do Thierry). A questão é a comida que se joga fora e toda a problemática envolvida, do dinheiro gasto às pessoas-que-não-têm-o-que-comer. A impressão é que entra por um ouvido e sai por outro, então leva pouco e pronto. Estou pensando em fazer um combinado: se comer bem durante a semana, na sexta tem direito a levar uma porcariazinha ou dinheiro para comprar uma porcariazinha (claaaaro que ele prefere a segunda opção). Não sei se vai rolar. Acho que o futebol é mais forte que eu...

******

E daí que de manhã, ao arrumar a lancheira, encontrei 1 pacote de Trident com 2 e uma bala. Marido confessou: foi ele quem comprou e deu pro menino. Rosnei e tirei tudo de lá. Quando ele disse que tinha chiclete, eu respondi que não tinha mais, porque ele tinha comido 3 em um dia. Eles disseram que não, que já fazia 2 dias que tinham comprado. Voltei atrás, mas, em vez do chiclete, deixei pegar uma bala pra ele e pro amigo que tinha dado a que tava na lancheira. O Trident eu confisquei. Pra minha bolsa.