A postagem anterior foi a minha 100ª. Porque eu só descubro essas coisas depois que elas passam???
Só por isso, essa vai ser a menor. Pronto.
Mostrando postagens com marcador Nada de nada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nada de nada. Mostrar todas as postagens
4 de março de 2011
9 de fevereiro de 2011
Calendário novo
Final do ano passado eu ganhei um calendário 2011. Ao contrário dos anos anteriores, que marido ganhava na Fuvest e eram bimestrais, com poucas linhas para escrever os compromissos, este é mensal e tem o dobro do tamanho, com os dias em "quadradinhos" com um espação. Assim, posso marcar tudo que eu quiser no dia certinho. Dá pra até mais de um compromisso por dia - por exemplo, marquei que tenho reunião na escola do Fabrício e teste de nível de italiano no mesmo dia. Marquei até o dia que o Corinthians ia jogar na Libertadores. Ainda bem que marquei a lápis!...
Tá, podem tirar sarro. Meu time de pipoqueiros merece. Mas, se você é palmeirense, não ria porque perdemos pro Tolima. Vocês perderam pro time que perdeu pro Tolima. E você, querido são-paulino e freguês preferencial, só pode rir quando vencer seu cartão platinum premium. Ha!
Marcadores:
A louca,
Nada de nada,
Todo Poderoso Timão
5 de fevereiro de 2011
Piada interna
Keylla, eu te odeio!!! #prontofalei.
Neste momento eu deveria estar fazendo comida ou escrevendo um post sobre como foram meus primeiros dias de trabalho no ano, mas não. Não consigo. Culpa sua. E da Meredith. Hunf!
Marcadores:
A louca,
Nada de nada
24 de janeiro de 2011
Caiu!
Para tristeza dos meus fiéis seguidores (anônimos ou nem tão anônimos assim), que buscam informações sobre minha vida todos os dias, a Claro anuncia uma "instabilidade" na rede até dia 28 pela manhã. Ou seja, estou "quase" sem internet, salvo raros momentos como esse (se é que já não caiu de novo enquanto escrevo). Sem outra opção de conexão, provavelmente não haverá posts. Triste pra você, triste pra mim, que preciso cuidar do meu Cityville e não posso...
*Eu não disse? Caiu enquanto eu postava...
Marcadores:
A louca,
Nada de nada
16 de janeiro de 2011
Revisão de prioridades
(Previously on Three and me... ops! Acho que tôvendo seriados demais!...)
No post passado eu disse que dois motivos me fizeram chegar à conclusão que devo aproveitar melhor meu tempo com os meninos nessas férias. Este post é sobre um deles - o principal.
Eu não acho que nossas férias sejam mal aproveitadas. Pelo contrário. Em geral, conseguimos descansar bastante, colocar a faxina em dia, as crianças ficam algum tempo com as avós e algumas vezes conseguimos até viajar/passear. Mas muitas vezes eu percebo que as crianças querem atenção e eu estou preocupada com a limpeza, a comida e até com o computador ou a TV. E aí, no final das férias, tenho a sensação de que aproveitei bastante. Mas agora estou me perguntando: e eles? Será que aproveitaram?
Eu já estava revendo meus "planos" quando esse pensamento aumentou, há cerca de uma semana, graças a um acontecimento bobo. Foi um dia normal e gostoso, as crianças já estavam dormindo, eu já havia deitado, vi TV, dei boa noite ao marido e me virei para rezar. Neste momento, senti duas pontadas no peito. Como eu nunca tive um enfarte, nunca conheci alguém que tenha sobrevivido a um e nunca estudei o assunto a fundo, pensei: "Ih, f*deu! Chegou minha hora! Adeus, mundo!". Como dá pra perceber, devem ter sido gases ou qualquer outra coisa, mas não era um enfarte - pelo menos não um fulminante. Acontece que os instantes seguintes foram suficientes para milhões de besteiras passarem pela minha cabeça. Não só besteiras. Eu sei que todo mundo vai morrer e a ideia não me apavora. Eu só não queria que isso acontecesse antes de eu ter aquela sensação de "missão cumprida" e minha vida em ordem. Por enquanto, sinto que ainda falta muita coisa - e a principal delas é ver meus filhos crescidos e "bem encaminhados na vida". Naquele momento, eu só conseguia pensar nos meninos e em como seria crescerem sem a mãe por perto. Por experiência própria, sei o que significa. Perdi meu pai às vésperas de completar 19, já era grande e ainda sinto a falta que ele faz em muitos momentos, como no dia em que passei no vestibular, no meu casamento ou em cada dia que ele poderia estar com os netos. Mesmo com minha mãe tendo se saído tão bem em todas essas situações, é óbvio que ele faz muita falta! Eu era adolescente, achava mais fácil tentar me esconder dos problemas (como se fosse possível) do que ficar ao lado dele, mesmo sabendo que aqueles momentos acabariam logo e nunca voltariam. Mas tem uma coisa que me alivia um pouco esse sentimento: naquela que foi a última noite que ele passou em casa, eu fiquei alguns minutos com ele vendo o jornal, perguntei se precisava de alguma coisa e disse que o amava (coisa que uma adolescente de 18 anos não diz o tempo todo). E essas foram minhas últimas palavras pro meu pai: EU TE AMO. Por pior que seja, ainda acho que é o melhor jeito de se despedir de alguém tão importante na sua vida. E ali, chorando de angústia, eu pensava como seria se eu morresse e minhas últimas palavras pros meninos tivessem sido "vai deitar!"??? E se eu morresse sem fazer o "ovo de dinossauro" que havia prometido pro Thierry ou sem montar a pista que havia prometido pro Fabrício??? Saí da cama e fui pro quarto deles um pouquinho. Entre outras coisas, fiquei pensando em como eu seria triste se morresse tão magoada e estando brigada com minha única irmã, que eu adoro, sem ter dito pra minha mãe o quanto a amo e quanto sou grata por tudo o que ela fez por mim, especialmente enquanto eu fazia faculdade, sem agradecer a cada uma das minhas amigas pelos deliciosos momentos que passamos juntas (mesmo que, com algumas, eles tenham sido apenas via computador), sem dizer ao meu marido pela última vez que eu o amo demais e sem ter feito tudo que eu podia para dar aos meus filhos momentos especiais e de alegria. Algumas coisas eu não posso controlar, mas quero fazer tudo que for possível pelas outras. No dia seguinte, além dessa certeza, eu acordei bem mais leve, sem raiva, sem mágoa. E daí que o chão precisa ser varrido e não está brilhando? E daí que o sofá está tão cheio de bagunça que quase não tem onde sentar? E daí que o almoço não é tão nutritivo ou que é igual o de ontem? E daí que minha unha tá um horror? E daí que tá passando pela 847ª vez aquele episódio que eu gosto (ou mesmo um que eu ainda não vi)? E daí que eu vou ter que tomar um Tandrilax no final do dia? Não significa que eles farão o que quiserem ou que não levarão uma bronca ou ficarão de castigo. Disciplina não tira férias. E nem que eu não vou fazer as coisas que eu precisar. Ainda há muito que eu quero e vou fazer (como lavar as cortinas, limpar o sofá e organizar alguns armários), mas decidi que, ainda assim, darei aos meus filhos mais momentos com qualidade, pelo menos enquanto eu estiver de férias - durante o ano é mais difícil e eu não me culpo. Isso também significa que eles podem ficar um tempo na vó, se quiserem. Daí eles chegam, eu continuo escrevendo o post e já sinto que estou falhando. Hora de parar, dar banho, esquentar o que restou do jantar de outro dia, deixar tomar quanto sorvete quiserem e ficar com eles um pouquinho. Até porque acho que eu já disse tudo o que eu queria dizer antes de morrer.
Marcadores:
Dava um livro,
Desabafo,
Eu,
Férias,
Nada de nada,
Pensamentos
10 de janeiro de 2011
Lerê lerê
O problema de ser pobre é que a gente descansa carregando pedra. Hoje foi dia de dar início à faxina, afinal faltam apenas 23 dias de férias (hehehe). Mas, pelo menos, posso ir executando calmamente meu "plano de ação 'faxinal' para as férias". Comecei pelo básico, o mais simples, aquilo que a gente faz toda semana mesmo: o banheiro. E, como não tinha a pressa e o stress das semanas normais, chamei meus dois queridos ajudantes, que colocaram uma sunguinha e meteram a mão na massa, ou melhor, no sabão. Eles adoram ajudar, mas normalmente é difícil, já que com eles demoro 3 vezes mais - além de ser apertado ficarmos em 3 no suuuper banheiro do meu kinder ovo. Eles também não têm muita paciência de fazer o que eu peço, querem mesmo é fazer farra. Mas até que foi divertido - e serve para eles verem o trabalho que dá deixar o banheiro limpinho e cheiroso, então prestam mais atenção na hora do xixi.
Sem foto, porque marido nunca acerta... Fafá tira foto melhor que ele, hahaha!
Sem foto, porque marido nunca acerta... Fafá tira foto melhor que ele, hahaha!
E eu também lavei a varanda para eles poderem brincar. Normalmente ela não molha com qualquer chuva mas, talvez justamente porque eu lavei, está caindo um pé d'água... Quero nem ver!!!
Marcadores:
Eu,
Nada de nada,
Supermãe
5 de janeiro de 2011
Casa dolce casa
Casa de mãe é tudibom, mas não tem nada como chegar em casa depois de 12 dias de viagem. Marido comemorou poder andar de cueca, eu fiz xixi e tomei banho com a porta aberta. Coisas que não dá pra fazer na casa de mais ninguém. Fomos alegremente recebidos pelo temporal, que veio 15 minutinhos após chegarmos na casa da sogra - que felizmente fica só a 1km de casa. Conseguimos nem subir com as malas. Primeira providência dos meninos: se trancaram no quarto, cercados de papel, canetinhas e tesoura, para fazer uma surpresa pro pai. Fabrício, sem que eu precisasse dizer nada, correu pegar a lixeira na área de serviço antes mesmo de começar. Agora ele está "filmando" tudo, descobriu a velha filmadora que não usamos mais porque nem encontramos fita pra ela. Era tão moderninha quando comprei, há 8 anos, agora me sinto jurássica olhando pra ela. O aniversariante fez pizza (uma massa e um recheio que são só nossos, melhor que de pizzaria, só fica faltando o forno a lenha), vou comer para buscar inspiração. E isso me lembra que posso descansar do maior medo que tive nesse tempo na casa da minha mãe: a balança. Com tudo de bom e engordativo que comi, o saldo foi de só meio quilo a mais! :D
Marcadores:
A louca,
Eu,
Momentos Mastercard,
Nada de nada
31 de dezembro de 2010
A idade chegando...
[5 minutos depois....]
Assim que cliquei em "publicar postagem" no post anterior, subi para colocar um miojo no fogo pros meninos. Quando terminei de descer 4 degraus, levei um capote, quase de cara no chão. Em vez do esmalte amarelinho que saí especialmente pra comprar (neeeeem quis copiar a Keylla, kkkkk), porque tô precisando de dinheiro, acho que vou passar uns 3 tons de roxo, só pra combinar com meu joelho... Ainda bem que foi só um ralado. Pior seria quebrar o pé e ter que ir pro hospital com essa perna de quem depilou há uma semana. Pelo menos o gesso combinaria com minha roupa.
[UPDATE: Algum tempo depois de publicar este, percebi que o Fabrício (provavelmente ele) havia escrito letras e apagado uma parte do post anterior, que estava sendo editado... Eu mereço, mesmo...]
*************
Pelo jeito, na passagem de ano seremos só nós, minha mãe e meu "pai emprestado", já que um irmão foi acampar e o outro passará na casa da namorada. Pensei em ir pra casa, tenho vontade de ver os fogos de lá, já que da minha varanda a visão é uma delícia. Mas nós somos folgados e fomos ficando, ficando... e gosto tanto de estar aqui que resolvi esperar até terça para ir embora - já que quarta é aniversário do maridinho. Se meu joelho colaborar, daqui a pouco subo para fazer rabanadas, minha comida preferida de Natal e Ano Novo. Antes vou lá escolher meu esmalte. Tem algum que seja para evitar estabacos de pessoas com certa idade???
Marcadores:
A louca,
Eu,
Final de ano,
Nada de nada
30 de dezembro de 2010
Criança feliz
E então nós fomos com a família comer um lanche - muito bom, ainda mais com meu magrelo comendo um cachorro quente inteirinho (tá, era só um pão com salsicha, mas pra quem gosta de feijão com farinha tá bom demais). E ficamos lá, eu, marido e meu irmão mais novo, fazendo planos para quando ganharmos na Mega da Virada. Meu irmão, muito modesto, não quer nada muito sofisticado: um Astra está bom - isso porque eu disse que daria 10 milhões pra cada irmão. E ficou pensando no que me daria se fosse ele o ganhador. Eu disse que, depois de quitar meu carro e minha casa (porque eu sô pobre), pode me dar apenas um quarto cheio de brinquedos. Quero uma parede cheia de prateleiras pra colocar todos os brinquedos em que eu gasto hoooras babando quando vou na Ri Happy. Uma parede só de Barbies, outra só de Playmobil - um dos meus preferidos e que agora tem coleções para meninas. Eu amo brinquedo de paixão. Quando vou dar presente, me perco escolhendo, pensando no que a criança vai gostar - e, se for pros meus, penso se vou gostar de brincar junto. Nunca dou brinquedo caro porque não posso, mas também não dou brinquedo "só por dar" - e muito menos dou roupa. Ontem os meninos ganharam do meu outro irmão dois Playmobil cada um. Quando abriram os pacotes, quem gritou fui eu - e Thierry foi até contar pra vó. Abre parêntese: Fofura ver os dois brincando juntos, ficaram um tempão "lutando" com os bonequinhos, Fabrício faz até a sonoplastia, é um amor! Fecha parêntese. Minha viagem dos sonhos é pra Disney. Será uma das primeiras providências pra semana que vem, quando eu ficar milionária. Mínimo de 30 dias (não vou ter que voltar ao trabalho mesmo...). Sim, eu tive infância. Sim, ela foi feliz e relativamente "abastada". Mas tem gente que gosta de colecionar selos, outros moedas e outros latinhas de cerveja. Eu não posso me dar a esse luxo, mas se ficar rica, com certeza farei o dono da RiHappy e a Receita Federal bem felizes...
Marcadores:
A louca,
Dava um livro,
Eu,
Nada de nada
29 de dezembro de 2010
SuperNanny x Genética
E daí que de fato eu sou xereta (e você também, afinal, tá aqui lendo meu blog, kkkkk), então dei uma passada lá no blog da minha cliente Simone - que, por sinal, é muito engraçada e é uma delícia ler o que ela escreve. E mais uma vez, graças a ela, ganhei meu dia. Os elogios agora são públicos e as coisinhas que fiz (os três primeiros desta página) estão funcionando bem. Eu tive a ideia de fazer quando o Thi era pequeno e eu assistia SuperNanny. Funcionou alguma vezes, mas confesso que não levei tão a sério assim. E as recompensas eram sempre bobinhas, como gelatina ou dormir na casa da avó - coisa que hoje já é frequente. Algumas vezes ainda aplico os métodos SuperNannysticos, mas na maioria delas aplico os Leticísticos mesmo - uns berros e uns castigos malucos, como desligar a TV se ninguém ouvir o que estou falando, já que eu [quase] não bato mais, um assunto que estou ensaiando há meses pra escrever, desde o blog antigo. Thierry é muito respondão, "nem parece" comigo. Incrível, tem horas que ele responde exatamente o que eu responderia, e eu me sinto a minha mãe falando. Dizem que praga de mãe pega e posso dizer que é a mais pura verdade. Não tá escrito quantas vezes eu ouvi "você vai ter um filho assim". Minha contribuição genética não é só na aparência... Já o Fafá (que não tem genes meus, são 100% do pai) de vez em quando tem uns acessos de birra e chatice próprios da idade (quando está com sono ou fome fica insuportável), mas é tão bonzinho, geralmente aceita as ordens com tanta facilidade, que fico com dó. É a criança mais doce que existe. Igual o pai. Acho que nossos cromossomos fizeram algum tipo de divisão maluca. Talvez sejamos um caso a ser estudado pela medicina.
Marcadores:
Crescendo...,
Eu,
Fabrício,
Nada de nada,
Thierry,
Trabalho
26 de dezembro de 2010
Inventando moda
Ontem descobri uns "farelos" de cookies no fundo da bolsa térmica que eu trouxe. Na verdade, quando eles saíram de casa ainda eram cookies de verdade. Só quando chegaram aqui estavam irreconhecíveis. Ofereci aos meus irmãos e eles gostaram, mesmo quebrados, murchos e sendo aquela receita que não deu lá muito certo. Aí só perguntei pra minha mãe se ela tinha açúcar mascavo e hoje ela já apareceu com um pacote, mesmo sem saber o que eu queria fazer. Mas, né? Aqui a gente fica com os horários todos confusos (acorda tarde, dorme tarde, come tarde... ontem fui visitar minha vó na hora de Passione), além de passar um tempão jogando conversa fora e ir adiando as coisas. Nem pintei as unhas que manicurei de manhã - ou será que já era "à tarde"??? E acabei não indo comprar o chocolate. E lá vou eu inventar moda amanhã - pelo menos isso, né, porque o pobre do meu irmão que mora na edícula sempre é expulso da casa dele quando eu chego, agora está dormindo na "obra" (a casa da minha mãe está em reforma)... Só espero que dessa vez os cookies fiquem perfeitos...
Marcadores:
Comidinhas,
Nada de nada
21 de dezembro de 2010
"Onze patinhos foram passear..."
Horário de almoço e eu vendo o KibeLoco. Deu uma dor no coração e um desespero ao ver esse vídeo - que não deixa de ser engraçado e fofinho. Gostei do título da postagem do Kibe: Mãe biológica 1 x 0 Mãe natureza. Tem jeito não: os filhinhos sempre voltam pra mamãe! :D
Marcadores:
Nada de nada,
Supermãe
13 de dezembro de 2010
Eu mereço...
Eu tenho consciência que não sou um mulherão de arrasar quarteirão. Também não me acho feia, muito pelo contrário, sem falsa modéstia. Apenas reconheço minhas virtudes e defeitos, me considero na média e tenho uma queridíssima autoestima saudável e equilibrada - porque mais triste que aquela bonita que se acha feia, só aquele tribufu de gaveta que se acha a última bolacha do pacote, coisa que eu conheço e tá cheio por aí. Felizmente não é o meu caso. Mas eu não saio muito, não trabalho com público, praticamente não tenho amigos homens. Também não uso roupas que não combinem com meu corpo, minha idade ou meu estado civil, muito menos crio situações para chamar a atenção. Junte a isso uma postura séria (do tipo "sou casada e não sou pro teu bico") e taí uma pessoa cujo marido não precisa fazer ceninha, nem ficar enciumado, porque eu não vou ficar levando cantada ou provocando olhares indiscretos.
(...)
E daí que fomos no aniversário do filho de um casal de amigos. Uma parente deles é casada com um cara que nós achamos esquisito desde o primeiro dia, do tipo que dá beijo melado quando cumprimenta, te olha fixamente, usa calça "saint-tropeito" com camisa por dentro e um boné menor que a cabeça. Até aí, tudo beleza, cada um tem direito de ser esquisito na medida que quiser que eu não fico comentando ou criticando. Mas realiza: estou eu ajudando Fabrício na cama-elástica, brincando de derrubá-lo e marido sentado numa cadeira, observando. Quando voltei, ele estava emputecido, dizendo que eu tinha perdido a cena. Na hora em que me abaixei um pouco pra empurrar o Fá, o agora conhecido como "doidinho" ficou me olhando, com uma pausa estratégica na minha bunda - tudo isso com a mulher do lado. Marido criado nas quebradas de São Paulo só deu um grito: "Ow! Cê tá lôco, mano???" Fiquei super-sem-graça porque mais gente deve ter ouvido. Mas não posso negar que fiquei lisonjeada com um marido que, 10 anos e 25kg depois, ainda tem ciúme e é capaz de rodar a baiana por causa de um maluco qualquer que ele supõe que esteja olhando pra mim. Claro, depois virou piada, porque isso nunca acontece com um bonitão. Castigo, só porque semana passada ri da amiga que foi chamada de "torresmão" (não conto, não conto, não conto!!! hahahaha). Eu mereço mesmo...
(...)
E daí que fomos no aniversário do filho de um casal de amigos. Uma parente deles é casada com um cara que nós achamos esquisito desde o primeiro dia, do tipo que dá beijo melado quando cumprimenta, te olha fixamente, usa calça "saint-tropeito" com camisa por dentro e um boné menor que a cabeça. Até aí, tudo beleza, cada um tem direito de ser esquisito na medida que quiser que eu não fico comentando ou criticando. Mas realiza: estou eu ajudando Fabrício na cama-elástica, brincando de derrubá-lo e marido sentado numa cadeira, observando. Quando voltei, ele estava emputecido, dizendo que eu tinha perdido a cena. Na hora em que me abaixei um pouco pra empurrar o Fá, o agora conhecido como "doidinho" ficou me olhando, com uma pausa estratégica na minha bunda - tudo isso com a mulher do lado. Marido criado nas quebradas de São Paulo só deu um grito: "Ow! Cê tá lôco, mano???" Fiquei super-sem-graça porque mais gente deve ter ouvido. Mas não posso negar que fiquei lisonjeada com um marido que, 10 anos e 25kg depois, ainda tem ciúme e é capaz de rodar a baiana por causa de um maluco qualquer que ele supõe que esteja olhando pra mim. Claro, depois virou piada, porque isso nunca acontece com um bonitão. Castigo, só porque semana passada ri da amiga que foi chamada de "torresmão" (não conto, não conto, não conto!!! hahahaha). Eu mereço mesmo...
Marcadores:
A louca,
Dava um livro,
Marido,
Nada de nada,
Que situação...
9 de dezembro de 2010
"Por que será? Me diz, por que será?"
Por que será que você se desespera TANTO quando eu não posto??? Chegando ao ponto de entrar aqui 3 vezes por dia, verificando a cada 2 horas... Sei que minha vida deve ser bem mais interessante que a sua, mas eu já disse ando com o tempo corrido, não tô conseguindo postar muito por enquanto... então relaxa!!! Pode ocupar seu "precioso" tempo com outra coisa, ok? :D
Marcadores:
A louca,
Desabafo,
Nada de nada
4 de dezembro de 2010
Em roaming
Já tô em Campinas, só esperando amanhã o churrascão do Henry, hehehe. Saudade dos pequeninos, mas Manoella nem quis olhar na minha cara quando cheguei. Até olhou, mas com aquela cara desconfiada de "vem cá... te conheço?", chorou magoada quando marido brincou com ela (igualzinho Henry fazia) e dois minutos depois foi dormir. Minha bateria tá acabando e eu tô com preguiça de colocar na tomada, então "that's all folks"!
Marcadores:
Eu,
Nada de nada
Assinar:
Postagens (Atom)