Site Meter Três e eu: 01/12/10 - 01/01/11

31 de dezembro de 2010

Última pérola do ano

Enquanto eu arrumava a mesa para a ceia, faltando 15 minutos para o Ano Novo, Thierry jogava no computador e me perguntou o que é "username". Antes que eu pudesse responder, ele disse: "Ah, já sei, lembrei. 'Iuserneime', 'iusiorneime', 'qual o seu nome?', não é?". Caí na gargalhada e tive que postar. Muito fofo!!!

A menos de 10 minutos de 2011. Feliz Ano Novo!!!

A idade chegando...

[5 minutos depois....]

Assim que cliquei em "publicar postagem" no post anterior, subi para colocar um miojo no fogo pros meninos. Quando terminei de descer 4 degraus, levei um capote, quase de cara no chão. Em vez do esmalte amarelinho que saí especialmente pra comprar (neeeeem quis copiar a Keylla, kkkkk), porque tô precisando de dinheiro, acho que vou passar uns 3 tons de roxo, só pra combinar com meu joelho... Ainda bem que foi só um ralado. Pior seria quebrar o pé e ter que ir pro hospital com essa perna de quem depilou há uma semana. Pelo menos o gesso combinaria com minha roupa.
[UPDATE: Algum tempo depois de publicar este, percebi que o Fabrício (provavelmente ele) havia escrito letras e apagado uma parte do post anterior, que estava sendo editado... Eu mereço, mesmo...] 
*************

Pelo jeito, na passagem de ano seremos só nós, minha mãe e meu "pai emprestado", já que um irmão foi acampar e o outro passará na casa da namorada. Pensei em ir pra casa, tenho vontade de ver os fogos de lá, já que da minha varanda a visão é uma delícia. Mas nós somos folgados e fomos ficando, ficando... e gosto tanto de estar aqui que resolvi esperar até terça para ir embora - já que quarta é aniversário do maridinho. Se meu joelho colaborar, daqui a pouco subo para fazer rabanadas, minha comida preferida de Natal e Ano Novo. Antes vou lá escolher meu esmalte. Tem algum que seja para evitar estabacos de pessoas com certa idade???

Aberto para balanço

Esse é provavelmente o final de ano em que estou mais assídua com o blog - a quantidade de posts e de ócio são inversamente proporcionais às coisas que podem ser feitas na cidade (que eu adoro, não estou reclamando, não!!!). E resolvi fazer um balanço dele. Se ontem foi a retrospectiva da Globo, hoje é a minha vezhttkamt (UPDATE: será que alguém de 3 anos mexeu aqui depois que eu digitei????).

2010 não foi um ano marcante. O que não é necessariamente ruim, pois significa que nada de muito importante aconteceu; nada de muito bom, mas também nada de muito ruim. Prefiro assim.
  • Meu time não ganhou nada no ano do Centenário, mas nos encheu de orgulho em muitos momentos. E a torcida provou que pode não ser a maior, mas é a melhor e mais FIEL, capaz de fazer uma festa como ninguém mais.
  • O Brasil não foi hexa e deu até uma certa vergonha da derrota, mas isso todo mundo já sabia.
  • Meu candidato não foi eleito presidente, mas outro foi eleito governador em 1º turno. Na verdade, não sei se isso é tão bom assim. Mas prova que não sou louca (pelo menos sozinha).
  • Minha banda preferida não voltou a fazer show e provavemente não voltará, mas consegui ver meu grande ídolo de perto mais uma vez.
  • Comemorei 10 anos ao lado do homem da minha vida, pai amoroso dos meus filhos, companheiro  fiel, melhor amigo, cúmplice, leal, companheiro e único.
  • Meu filho mais velho foi para uma escola nova, excelente e gratuita, com muitos amigos velhos e outros tantos novos. Descobriu coisas sobre si mesmo, sobre os outros, sobre crianças do mundo. Aprendeu e ajudou amigos a aprenderem. Melhorou sua leitura a ponto de ser elogiado por uma Profª Dra. da Faculdade de Educação da USP.
  • Meu filho mais novo continua na mesma creche que se supera a cada ano em qualidade. Aprendeu as letras e os números, descobriu muito sobre borboletas, sobre horta, sobre músicos, sobre o tempo e o espaço, sobre os adultos já terem sido crianças. Foi constantemente elogiado por sua simpatia, espontaneidade, interesse e, principalmente, pela musicalidade que possui e impressiona.
  • Meu "quase-pré-adolescente" começou a usar óculos; meu "recém-ex-bebê" deixou de usar fralda e chupeta.
  • Descobri meu lado "menina" que eu nunca tinha percebido e que me fez bem demais.
  • Redescobri o prazer de "blogar", um prazer que eu havia perdido há algum tempo. E percebi que não preciso de um público para quem escrever. São apenas minhas memórias e pensamentos.
  • Pela primeira vez convidamos amigos da escola pro aniversário do Thierry e a festa foi um sucesso.
  • Minha avó ficou doente e nos deu um belo susto, mas saiu dessa e está bem, agora.
  • Meu trabalho continua tranquilo e não tem mais o clima pesado que tinha no ano passado.
  • Enfrentamos mais uma longa greve cheia de pressão e represálias que não nos deu praticamente nada.
  • Resolvi me calar em alguns momentos e falar em outros. Não me arrependo de nenhum deles, nem mesmo do único que teve resultado negativo.
  • Dei um "chilique virtual" com a vizinha de baixo que reclamava de barulho a qualquer hora (mesmo quando não estávamos em casa), e desde então não houve mais reclamação.
  • Rompi relações com alguém que cansou minha beleza e já estava me fazendo mal de tanto tentar provar que era melhor que eu em tudo.
  • Descobri o que uma pessoa por quem eu nutria o mais profundo afeto e amor realmente pensava a meu respeito, mas nunca teve coragem de falar.
  • Descobri, ainda, que pessoas são capazes de fazer acusações levianas, julgamentos precipitados e depois fazer exatamente aquilo que tanto criticaram e condenaram, porém de maneira muito mais deplorável.
  • Aprendi que podemos nos arrepender e pedir desculpas, mas que podemos também nos arrepender POR pedir desculpas.
  • Estreitei relações com uma amiga a quem eu já adorava e que se acha maluca por sermos tão amigas sem nunca termos nos visto. Mal sabe ela que eu nem acho tão maluquice assim e talvez isso seja a verdadeira maluquice.
  • Depois de um longo e tenebroso inverno sem contato, uma das minhas amigas mais queridas voltou pra vida virtual e me trouxe de volta uma alegria que estava faltando.
  • Comecei uma dieta junto com a amiga, mas também parei junto com ela. Emagreci pouco e já devo ter engordado de novo só esses dias na casa da minha mãe. Mas foi uma boa experiência que quero continuar.
  • Tive "febre" de Twitter, "febre" de FarmVille, "febre" de Mafia Wars, mas felizmente todas passaram. Infelizmente apareceu o CityVille.
Não foi um ano de fatos marcantes ou "pra ficar na memória". Mas foi mais um ano importante e com acontecimentos únicos. Somando as coisas boas e ruins, o saldo é extremamente positivo. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

Não vou fazer promessas pro Ano Novo. Não acho que faça diferença fazermos o que achamos certo em janeiro ou em dezembro. Tento acertar o ano todo. Nem sempre é possível, mas, quando erro, reconheço, levanto a cabeça e sigo adiante. Para o novo ano, desejo apenas que haja paz, amor, saúde e harmonia para mim, minha família e meus amigos. E que Deus continue nos abençoando e protegendo, como sempre fez. Não que eu vá achar ruim se levar sozinha os 200 milhões da MegaSena hoje...

30 de dezembro de 2010

Criança feliz

E então nós fomos com a família comer um lanche - muito bom, ainda mais com meu magrelo comendo um cachorro quente inteirinho (tá, era só um pão com salsicha, mas pra quem gosta de feijão com farinha tá bom demais). E ficamos lá, eu, marido e meu irmão mais novo, fazendo planos para quando ganharmos na Mega da Virada. Meu irmão, muito modesto, não quer nada muito sofisticado: um Astra está bom - isso porque eu disse que daria 10 milhões pra cada irmão. E ficou pensando no que me daria se fosse ele o ganhador. Eu disse que, depois de quitar meu carro e minha casa (porque eu sô pobre), pode me dar apenas um quarto cheio de brinquedos. Quero uma parede cheia de prateleiras pra colocar todos os brinquedos em que eu gasto hoooras babando quando vou na Ri Happy. Uma parede só de Barbies, outra só de Playmobil - um dos meus preferidos e que agora tem coleções para meninas. Eu amo brinquedo de paixão. Quando vou dar presente, me perco escolhendo, pensando no que a criança vai gostar - e, se for pros meus, penso se vou gostar de brincar junto. Nunca dou brinquedo caro porque não posso, mas também não dou brinquedo "só por dar" - e muito menos dou roupa. Ontem os meninos ganharam do meu outro irmão dois Playmobil cada um. Quando abriram os pacotes, quem gritou fui eu - e Thierry foi até contar pra vó. Abre parêntese: Fofura ver os dois brincando juntos, ficaram um tempão "lutando" com os bonequinhos, Fabrício faz até a sonoplastia, é um amor! Fecha parêntese. Minha viagem dos sonhos é pra Disney. Será uma das primeiras providências pra semana que vem, quando eu ficar milionária. Mínimo de 30 dias (não vou ter que voltar ao trabalho mesmo...). Sim, eu tive infância. Sim, ela foi feliz e relativamente "abastada". Mas tem gente que gosta de colecionar selos, outros moedas e outros latinhas de cerveja. Eu não posso me dar a esse luxo, mas se ficar rica, com certeza farei o dono da RiHappy e a Receita Federal bem felizes...

29 de dezembro de 2010

SuperNanny x Genética

E daí que de fato eu sou xereta (e você também, afinal, tá aqui lendo meu blog, kkkkk), então dei uma passada lá no blog da minha cliente Simone - que, por sinal, é muito engraçada e é uma delícia ler o que ela escreve. E mais uma vez, graças a ela, ganhei meu dia. Os elogios agora são públicos e as coisinhas que fiz (os três primeiros desta página) estão funcionando bem. Eu tive a ideia de fazer quando o Thi era pequeno e eu assistia SuperNanny. Funcionou alguma vezes, mas confesso que não levei tão a sério assim. E as recompensas eram sempre bobinhas, como gelatina ou dormir na casa da avó - coisa que hoje já é frequente. Algumas vezes ainda aplico os métodos SuperNannysticos, mas na maioria delas aplico os Leticísticos mesmo - uns berros e uns castigos malucos, como desligar a TV se ninguém ouvir o que estou falando, já que eu [quase] não bato mais, um assunto que estou ensaiando há meses pra escrever, desde o blog antigo. Thierry é muito respondão, "nem parece" comigo. Incrível, tem horas que ele responde exatamente o que eu responderia, e eu me sinto a minha mãe falando. Dizem que praga de mãe pega e posso dizer que é a mais pura verdade. Não tá escrito quantas vezes eu ouvi "você vai ter um filho assim". Minha contribuição genética não é só na aparência... Já o Fafá (que não tem genes meus, são 100% do pai) de vez em quando tem uns acessos de birra e chatice próprios da idade (quando está com sono ou fome fica insuportável), mas é tão bonzinho, geralmente aceita as ordens com tanta facilidade, que fico com dó. É a criança mais doce que existe. Igual o pai. Acho que nossos cromossomos fizeram algum tipo de divisão maluca. Talvez sejamos um caso a ser estudado pela medicina.

27 de dezembro de 2010

Lindo pra cachorro

Eu sempre quis ser mãe. E não nego que fazia parte do sonho ter uma menina. Por isso, desde a adolescência "minha filha" já tinha nome: Gabriela. Mudou de sobrenome e de pai algumas vezes, mas o nome se manteve firme e forte até o final da minha primeira gravidez. E eu nunca pensei seriamente em um nome para menino - que mudava cada vez que mudava o sobrenome. Outro dia Thierry torceu o nariz quando eu disse que ele (que obviamente não seria "ele") poderia ter se chamado Norton ou Tristan. Como eu "exigia" Gabriela, se fosse menina, aceitava o nome que o suposto pai escolhia para um menino, mesmo não gostando - e os desgramados nunca escolhiam um nome "normal". Felizmente, esses nomes não duravam muito, já que meu namoro mais longo antes de conhecer o marido durou apenas 7 meses. Quando comecei a namorar o marido, foi bem diferente. Eu sei, Thierry não é um nome lá muito convencional - desde que engravidei até a Copa de 2006, quando o Thierry Henry estava com tudo, muito pouca gente conhecia ou sequer entendia quando eu falava o nome, chegaram a me perguntar "de onde eu tinha tirado esse nome"; justo a mim, que não gosto nem um pouco de nomes inventados ou muito diferentes. Mas foi um nome escolhido no 14º dia de namoro, de comum acordo e com muita convicção. Nem chegamos a conversar sobre nomes durante a gravidez. Fui cada vez mais me apaixonando por ele, ainda mais depois que o menino nasceu e ele passou a fazer sentido de verdade. É o nome mais lindo do mundo...
(...)
E daí que sexta, na estrada, paramos para comer e esticar as pernas. Os meninos se lambuzaram de sorvete e foram com o pai ao banheiro lavar as mãos. Fiquei no carro e, enquanto eles andavam, tive a impressão de ouvir um adulto chamar "Thierry", de longe. Vi que não era o marido, pois o Thi estava bem juntinho dele. Estávamos no meio da Anhanguera, seria coincidência demais encontrar um conhecido ali - ainda mais adulto. "Deve ser um nome parecido", pensei. Me distraí e, quando eles voltavam, ouvi de novo. Mas dessa vez não fui só eu, já que os três olharam para trás. Marido fez cara de "eu, hein" e continuou vindo, enquanto a pessoa continuava chamando. Foi então que percebemos uma família com um cachorrinho teimoso. De longe, perguntei o nome do cachorro e ele respondeu com a dicção forçada (igualzinho eu faço pra pessoa entender): "T-H-I-E-R-R-Y!" Eu disse que era o nome do meu filho e caímos todos na gargalhada, inclusive o cara, enquanto pedia desculpas. Virou piada. Quem mais riu foi o próprio dono do nome, que saiu contando a história pra todo mundo, dizendo que eu devia ter perguntado o nome do filho deles pra colocar no nosso cachorro...

26 de dezembro de 2010

Inventando moda

Ontem descobri uns "farelos" de cookies no fundo da bolsa térmica que eu trouxe. Na verdade, quando eles saíram de casa ainda eram cookies de verdade. Só quando chegaram aqui estavam irreconhecíveis. Ofereci aos meus irmãos e eles gostaram, mesmo quebrados, murchos e sendo aquela receita que não deu lá muito certo. Aí só perguntei pra minha mãe se ela tinha açúcar mascavo e hoje ela já apareceu com um pacote, mesmo sem saber o que eu queria fazer. Mas, né? Aqui a gente fica com os horários todos confusos (acorda tarde, dorme tarde, come tarde... ontem fui visitar minha vó na hora de Passione), além de passar um tempão jogando conversa fora e ir adiando as coisas. Nem pintei as unhas que manicurei de manhã - ou será que já era "à tarde"??? E acabei não indo comprar o chocolate. E lá vou eu inventar moda amanhã - pelo menos isso, né, porque o pobre do meu irmão que mora na edícula sempre é expulso da casa dele quando eu chego, agora está dormindo na "obra" (a casa da minha mãe está em reforma)... Só espero que dessa vez os cookies fiquem perfeitos...

25 de dezembro de 2010

Cada um no seu quadrado

É Natal!!! Adoroooo!!!

E não  é que o Papai Noel ouviu os pedidos dos meninos??? Fazia pouco tempo que havíamos chegado na casa da vovó quando ele passou, talvez tenha se dado conta que o presente barulhento do Fabrício não seria muito legal perto da meia-noite... Para mim, o presente não poderia ser melhor: o brilho nos olhos dessas crianças quando abriram os presentes. Fabrício ficou impaciente enquanto o pai montava a bateria. Só depois de uma meia hora se tocou que também ganhou um set de carrinhos de polícia e só foi brincar bem mais tarde. Thierry não sabia qual caixinha olhava primeiro (e nem eram tantas assim, umas 6, mais a maleta e um quadro para colocar HotWheels) e, como a caixa estava cheia de coisas (tintas, faixinhas adesivas, pincéis, suporte para lavar pincéis, telas, glitter), ficou maluco, acho que pensando que o Noel tinha gasto um dinheirão no presente dele (que, na verdade, saiu mais barato que o do Fá). Algumas coisas não vieram, porque ele já tinha usado sem saber que eram dele e a tia esqueceu de colocar de volta. Para a ceia, vovó preparou costelas que, meu Deus... melhor nem lembrar!!!

Será que só tem papel aí dentro???

Felicidade e vibração ao descobrir o que é o presente
 
Taaaanta coisa!!!!!

Meu pequeno Carlos Maltz (Engenheiros)

Ceia do meu magrelinho: Pão com farofa, kkkkkk

Hoje logo cedo Thierry começou a me pedir pra pintar uma caixinha pra colocar os tais dos Bakugans (ganhou 3). Pro Fabrício dei uma tela (porque "o Noel ligou avisando que era uma pra cada um") e minha mãe deu guache. Thierry ainda está concentrado na mesma caixinha, já aprendeu a misturar cores, pintou com certa "técnica", não gostou, pintou por cima e agora está pacientemente esperando secar para dar outra demão. Fabrício em 2 minutos pegou um monte de tintas, misturou tudo e foi tocar bateria - e, o "pior", cheio de confiança e ritmo. Ado, ado, ado, cada um no seu quadrado...

23 de dezembro de 2010

The end

E, de repente, o pouco pra fazer se tornou correria. Por volta das 11:30h chegou o aviso que seríamos dispensado às 14h - e pouco depois marido ligou dizendo que teria que pegar o Fá em 5 minutos, pois a creche fecharia às 12h, mas é "véspera de véspera de Natal" e não vou me irritar pelo aviso tão em cima. Mesmo correndo, consegui colocar minhas coisas em ordem, ufa! Agora falta apenas 1h pras minhas tão sonhadas férias - deliciosos QUARENTA dias em casa...

Será que ele vem???

Fato 1: Quando fomos comprar o presente do Fá, falei pro marido pra pegarmos um tamborzinho mais barato que o menino ia ficar feliz assim mesmo (lembrando que eu não queria gastar muito com presentes). Ele respondeu que não ia dar certo, que aquela coisinha de 3 anos e meio conhece os instrumentos de percussão melhor que nós e ele queria uma BA-TE-RI-A. Em vez de 24, perdi 100 reais (mas feliz, pq a bichinha é linda!). Em "6 suaves prestações". E acabo curtindo por ser o primeiro Natal em que meu pitoco sabe o que quer.

Fato 2: Ontem os dois ficaram na sogra e foram com as tias pra Paulista passear. Chegaram meio tarde e dormiram lá. Hoje cunhada perguntou se eles podem voltar à noite para irem a uma festinha - achamos ótimo, pois assim podemos embrulhar o presente do Thi com calma e arrumar o carro sem a preocupação de um flagrante.

Junção dos fatos:  Claro que Fabrício estava com um humor do cão logo cedo quando fomos pegá-lo pra ir à escola. Começou a insistir que o pai tinha dito que ele ficaria na vó hoje, e eu expliquei a programação dos dois dias. Dissemos que ele tinha que ir pra escola buscar o material e os trabalhos dele e amanhã iremos pra vó porque é o dia do Papai Noel passar. Ele, então, respondeu: "Mas a gente já 'viu ele'!!!" Argumentei, dizendo que ele ainda não tinha ganho presente. Ele continuou indignado e repetiu, dessa vez nervoso e gesticulando. Também repeti, e falei que já tinha combinado com o Noel de entregar os presentes na minha mãe. Ele parou e pensou por um segundo, então disse que só queria uma bateria (não entendi ao certo, mas acho que ele quis dizer: "dane-se quem e onde vai entregar, eu só quero a bateria"). Falei que então ele precisaria seguir a programação pra saber se receberia o presente que pediu. Pra nossa surpresa, ele DO NADA respondeu: "Mas eu não quero um tambor, eu quero uma bateria!!!" Eu e marido nos entreolhamos sem entender e eu ouvi "tá vendo????" bem baixinho. Ainda bem que ele não cismou com a motinho elétrica de 600 reais que viu na Recreio. Aí, o primeiro Natal sabendo o que quer, seria tambem o primeiro Natal frustrado dele.

OBS.: Último dia de trabalho é duro. Ninguém quer (nem pode) deixar nada pendente, então tenho pouca coisa pra fazer. Com um post logo cedo, dá pra ter noção de quanto é "pouca", né?

22 de dezembro de 2010

Momento Mastercard

Depois de um longo e tenebroso inverno, a encomenda da minha cliente chegou! E, após uma semana tão difícil, com pessoas tentando nos colocar pra baixo, cheia de acusações e ressentimentos, nada como começar o dia com tantos elogios sinceros (afinal, a mulher estava pagando e caro, não tinha motivos pra ser falsa, certo?) pra melhorar meu astral! Muito bom ser reconhecido por aquilo que a gente realmente gosta e faz com tanto amor! Não tem preço e não tem quem consiga estragar!

Daqui a pouco começa nossa festinha. Antes tenho que ensinar os estagiários que farão a parte mais urgente do meu trabalho durante as minhas férias. Enquanto isso, sigo morrendo de sono. À noite, fiquei emendando um programa no outro e só consegui dormir quase 1h da manhã, após assistir um episódio de Friends que eu ainda não tinha visto. Mas eu amo tanto que nem ligo, rssss.

UPDATE: Como diria minha mãe, "melhor que isso, só dois disso". Fiquei triste porque, no final do nosso "brunch", estava todo mundo tão empanturrado que sobrou mais da metade dos cookies. Mas, conforme o dia foi passando, várias pessoas foram voltando até a copa pra comer mais um pouquinho. E algumas vieram até minha mesa só pra me falar que tinham adorado - mesmo eu achando/falando que justamente esse foi o que deu errado. Final feliz - ainda mais porque agora falta um único diazinho pras minhas férias! \o/

21 de dezembro de 2010

Durma com um barulho desse!

Pausa estratégica enquanto estou batendo os cookies para a festinha de confraternização do meu trabalho amanhã - semana passada foi de toda a Escola, dessa vez será só do meu setor, a biblioteca. Quando preciso utilizar a batedeira, geralmente faço na sala de jantar, pois a cozinha do "apertamento" não tem tomada próximo ao balcão. Assim que liguei a menina, veio um nanico correndo do quarto, dizendo: "ow, mãe!!! Eu tô tentando assistir Mister Maker!!!" Chupa essa manga...

UPDATE: E os cookies ficaram "dilíça! Faltou um pouquinho de açúcar (que completei com um pouco mais do mascavo), mas como estava fazendo de 2 sabores, resolvi "inovar" e colocar Nescau (é, Nescau mesmo, justamente por ser mais doce) em um deles. Ficou melhor que o outro, de chocolate branco com castanha... :)

"Onze patinhos foram passear..."


Horário de almoço e eu vendo o KibeLoco. Deu uma dor no coração e um desespero ao ver esse vídeo - que não deixa de ser engraçado e fofinho. Gostei do título da postagem do Kibe: Mãe biológica 1 x 0 Mãe natureza. Tem jeito não: os filhinhos sempre voltam pra mamãe! :D

20 de dezembro de 2010

Marcas

Sexta passada foi a entrega dos certificados na escola que o Thierry vai pela manhã. Eu estava muito triste aquele dia e eles fizeram "o favor" de colocar uma música que sempre me emociona, mas que hoje tem um significado especial pelo momento que estou vivendo, justamente no final do ano. Um momento que eu gostaria que fosse muito diferente, mas que não depende só de mim, infelizmente. Sou verdadeira, não sou de fazer de conta que nada aconteceu e fingir que minha vida segue normalmente, que pessoas que amo não me fazem falta, ou que de ontem pra hoje não as amo mais. Mas também não vou implorar o perdão de ninguém (até porque nem acho que sou a maior responsável pelas coisas que aconteceram, embora seja a única que admita o erro). É bem por aí:

"Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão...

O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar...

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer..."

(Os incríveis/ "Marcas do que se foi")

19 de dezembro de 2010

Os presentes

Não sei se dormi o resto do ano, mas só ontem me dei conta de verdade que este é o último final de semana antes do Natal. Eu e marido estamos sozinhos em casa, os pequenos foram ontem pra vó e só voltam amanhã à noite. Por isso resolvemos sair pra terminar de comprar os presentes deles, achando que o xópin estaria um inferno. Tava cheio, mas não pior que o normal. E o quesito "presentes" está quase resolvido - só faltam os dos sobrinhos, que não tenho pressa, pois infelizmente não os verei. Fabrício, louco por música, cismou com uma bateria com "batêcas" (baquetas). Agora ele pode até montar uma banda com os instrumentos que tem. Thierry queria os tais dos Bakugans, mas eu disse que não, porque é caro e quebra fácil. Quando fomos na PBKids, percebi que nem nós, nem ele, sabíamos que presente seria legal. Foi aí que pensei em um kit de artesanato em madeira, que ele adora fazer com as tias artesãs. O menino adorou a ideia, no dia seguinte compramos várias coisas - maleta, caixas, tintas, papéis para decupagem - e hoje terminamos com os pincéis. Cada um vai ganhar também outro presentinho (Thi um Bakugan e Fá um set de carrinhos), porque ficamos com pena de não poderem usar muuuito os outros presentes assim que ganharem. Tinha me prometido não gastar muito com presentes, mas sempre acabo estourando o orçamento. A gente se recupera durante o ano, quando acabarem as parcelas...

18 de dezembro de 2010

Escolhas

Ontem fiquei um tempão conversando com uma amiga que amo. Conversando é modo de falar, porque quando eu desato a falar, pobre amiga (pausa para ela imaginar a minha cara como a daquela tiazinha do busão dizendo que ela é uma guerreira)... Uma pessoa muito crítica e sincera, que não fica de mimimi e nhém-nhém-nhém por medo de discordar e "ficar mal" com alguém e que, graças a isso, é uma das poucas pessoas cuja opinião realmente me importa. Fato é que, depois de uma longa conversa não muito filosófica, ela comentou algo que me deixou pensando bastante e as ideias foram concatenando, até que eu cheguei no assunto que achei que merecia um post. Senta que lá vem a história.

Todo mundo sabe, é frase de efeito e até slogan de comercial. Mas a vida é realmente feita de escolhas. E as minhas foram, quase sempre, mais passionais do que racionais - porque eu sou assim. Mas também sempre foram feitas com muita convicção. Claro que de algumas-poucas eu me arrependo, mas não faço disso um grande problema e nem vivo de reclamar delas. É assim que a gente cresce. Aos 14 decidi fazer magistério em vez do colegial (me recuso a falar "ensino médio"), mesmo sabendo que perderia um ano a miais (o curso era de 4 anos) e estaria pouco preparada para o vestibular. Mas eu não me arrependi, adorava crianças, adorava ensinar, fiz amizades verdadeiras que duram até hoje, 14 anos e alguns quilômetros de distância depois. Não seguir a profissão não foi uma escolha, mas um caminho que minha vida foi tomando. Formada, depois de um ano de cursinho e 4 vestibulares, passei no único em que havia colocado a segunda opção. Tive que escolher entre fazer um curso com o qual eu não sonhava (mas até queria) na USP ou esperar mais um ano e TENTAR passar em outra faculdade, no curso que eu sonhava, Jornalismo. Escolhi a primeira opção e mergulhei de cabeça. Foi assim que me formei em Letras "senza rimpianti" (ou sem arrependimentos). Já bem no final da faculdade cheguei a pensar em trocar de curso por Biblioteconomia, a área em que trabalho até hoje e onde estaria ganhando um pouco mais se tivesse o superior, mas, apaixonada por Italiano e no fim do curso, nem levei o pensamento adiante. Escolhas podem custar futuros. Jornalista, eu estaria desempregada e infeliz. Bibliotecária eu estaria ganhando mais e até feliz. Nem por isso me arrependo da escolha. E outras foram surgindo. Escolhi trabalhar fora e dar um pouco mais de conforto material pra minha família. Escolhi a estabilidade financeira de um emprego público a um salário (talvez) maior lecionando. Escolhi ter um filho logo no início do casamento simplesmente porque este seria o maior prazer da minha vida. Escolhi ter o segundo filho porque esse seria o único prazer capaz de completar o anterior. Escolhi parar um mestrado na USP só porque ele ocupava um tempo que deveria ser do meu filho (até então, único). Escolhi encerrar amizades pouco (ou nada) sinceras porque me fazial mal. Escolhi morar numa cidade da qual não gosto em vez de voltar para o aconchego do colo da mamãe, pois aqui estava o homem que amo e escolhi pra viver - alguém cujas qualidades não se encontram em qualquer "Zé Mané" por aí. Minha mãe continuaria sendo minha mãe, me amando e sendo amada por mim, em qualquer lugar do planeta que eu estivesse. Além de este ser o caminho natural da vida, dela aprovar o marido com louvor e do orgulho que eu sei que ela sente pelas minhas escolhas e conquistas, feitas com muito trabalho e amor. Estar longe é uma escolha que custa caro (e não só financeiramente), mas feita com plena consciência dos prós e contras - telefone e internet estão aí pra amenizar os contras, fora que amor de mãe ou de filha não diminuem com o tempo ou a distância. Não que eu precise falar com ela o tempo todo pra saber disso, até porque custa caro e nossos dias são sempre cheios de coisas pra fazer. Pensando bem, me dá até um certo orgulho que ela não precise querer saber o tempo todo se eu estou bem emocional ou financeiramente, porque ela já sabe.

O que eu quero dizer é que não dá pra passar a vida toda fazendo escolhas das quais nos arrependeremos e ficaremos reclamando depois. Ninguém é responsável pelas suas escolhas, além de você. Não posso reclamar da minha casa suja ou bagunçada de vez em quando porque escolhi não ter empregada e também não "me matar" no tempo que me resta para descanso e lazer. Não posso reclamar que ganho menos do que gostaria porque não tive coragem ou vontade de mudar meu futuro profissional. Não posso reclamar de não ter uma pós-graduação porque não tive interesse de batalhar por ela. Não posso reclamar de não trabalhar com as coisas que eu mais gostaria porque julguei que outro emprego seria melhor. Não posso reclamar do trabalho que meus filhos dão porque eu os desejei e ninguém disse que seria fácil. Enfim, fazer escolhas nem sempre é fácil. Aí eu entendo a revolta da amiga lá do começo (que faz uma faculdade cheia de trabalhos, cuida da casa, dos 3 filhos pequenos e precisa pegar ônibus lotado com eles todo santo dia) quando as pessoas sentem "pena" dela - enquanto, na verdade, suas escolhas a fazem muito feliz. Isso aumenta minha admiração por ela: em vez de autopiedade pelo leão que mata a cada dia, ela diz que não faz mais do que muitas outras mulheres fazem e fizeram pela família. E essa atitude é proporcional à convicção com que fazemos nossas escolhas. Para alguns, é mais fácil reclamar. Eu prefiro arcar com as consequencias das escolhas erradas, continuar batalhando pelas certas e agradecer a Deus por todas, já que sempre me fazem aprender.

(post escrito em 2 dias, esperando que a amiga não se chateie por ter sido citada...)

16 de dezembro de 2010

Apenas mais uma de amor

Você pode continuar entrando quando quiser. E espero que se sinta muito bem-vinda. Não sou eu que estou tentando colocar um ponto final na nossa relação. Eu só queria que você soubesse que eu nunca imaginei que as coisas acabariam assim e nunca tive a intenção de fazer intriga, fofoca ou qualquer coisa das quais vocês estão me acusando. Eu sei os meus motivos e tenho minha consciência em paz - talvez com menos rancor e mais maturidade você tivesse pelo menos parado pra me ouvir em vez de "bater a porta" na minha cara e mandar um e-mail cheio de ressentimentos que não vou nem me dar ao trabalho de responder. Mas também sou mulher o suficiente pra assumir a consequência dos meus atos, admitir minha tristeza e pedir desculpas (sim, estou pedindo e não dizendo que pedi, como já aconteceu aí) pelo constrangimento que causei. Mas pelo menos tem um lado bom. Se não tivesse acontecido, eu não saberia o que você realmente pensa sobre mim e, sob o véu de quem nunca quer ficar mal com ninguém, nunca teve coragem de dizer. Foi pior do que eu esperava, mas não mais forte do que eu posso suportar. Eu vou seguir minha vida com a sensação que está faltando um pedaço, mas com a certeza que ninguém vai conseguir me atingir com acusações e palavras, pois, aqui em casa sim, há verdadeiramente respeito, cumplicidade e amor.


"Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
 
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer


Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fugaz


É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer


Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer


Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber"


(Lulu Santos/"Apenas mais uma de amor")

Ritos de passagem

Hoje é a festa de confraternização do meu trabalho. Eu até resolvi ir esse ano, mas o tempo tá tãooo ruim que desisti. Achei melhor ficar em casa com o Thi, mesmo ele sendo essa matraca que não aguenta mais de 20 segundos em silêncio. Tem hora que a gente só quer ficar quietinha, mas tem hora que eu também "sidivirto" com ele. O Fá também iria ficar, mas hoje é a festa de encerramento da creche (que ainda não vai fechar). E ele precisava ir, porque a festa é muito importante. Como teremos mudanças no próximo ano, eles já estão indo pro último módulo, onde antes as crianças só iam com 5 anos e o Thi só foi com 4 e meio. Meu bebê só tem 3 anos e 7 meses e já está todo empolgado pra ir pra lá, pois é o módulo "dos grandes" e o único que tem uma quadra de futebol - e ele me fez comprar uma chuteira por isso. Anualmente saem 2 grupos do segundo módulo para o terceiro, mas esse ano, graças à reformulação, os 4 grupos irão juntos, então estão preparando uma festa especial que iclui até um "arco da passagem". Pena que eu não estarei lá...

13 de dezembro de 2010

Eu mereço...

Eu tenho consciência que não sou um mulherão de arrasar quarteirão. Também não me acho feia, muito pelo contrário, sem falsa modéstia. Apenas reconheço minhas virtudes e defeitos, me considero na média e tenho uma queridíssima autoestima saudável e equilibrada - porque mais triste que aquela bonita que se acha feia, só aquele tribufu de gaveta que se acha a última bolacha do pacote, coisa que eu conheço e tá cheio por aí. Felizmente não é o meu caso. Mas eu não saio muito, não trabalho com público, praticamente não tenho amigos homens. Também não uso roupas que não combinem com meu corpo, minha idade ou meu estado civil, muito menos crio situações para chamar a atenção. Junte a isso uma postura séria (do tipo "sou casada e não sou pro teu bico") e taí uma pessoa cujo marido não precisa fazer ceninha, nem ficar enciumado, porque eu não vou ficar levando cantada ou provocando olhares indiscretos.
(...)
 E daí que fomos no aniversário do filho de um casal de amigos. Uma parente deles é casada com um cara que nós achamos esquisito desde o primeiro dia, do tipo que dá beijo melado quando cumprimenta, te olha fixamente, usa calça "saint-tropeito" com camisa por dentro e um boné menor que a cabeça. Até aí, tudo beleza, cada um tem direito de ser esquisito na medida que quiser que eu não fico comentando ou criticando. Mas realiza: estou eu ajudando Fabrício na cama-elástica, brincando de derrubá-lo e marido sentado numa cadeira, observando. Quando voltei, ele estava emputecido, dizendo que eu tinha perdido a cena. Na hora em que me abaixei um pouco pra empurrar o Fá, o agora conhecido como "doidinho" ficou me olhando, com uma pausa estratégica na minha bunda - tudo isso com a mulher do lado. Marido criado nas quebradas de São Paulo só deu um grito: "Ow! Cê tá lôco, mano???" Fiquei super-sem-graça porque mais gente deve ter ouvido. Mas não posso negar que fiquei lisonjeada com um marido que, 10 anos e 25kg depois, ainda tem ciúme e é capaz de rodar a baiana por causa de um maluco qualquer que ele supõe que esteja olhando pra mim. Claro, depois virou piada, porque isso nunca acontece com um bonitão. Castigo, só porque semana passada ri da amiga que foi chamada de "torresmão" (não conto, não conto, não conto!!! hahahaha). Eu mereço mesmo...

12 de dezembro de 2010

Depoimento de uma viciada

Eu nunca pensei em usar. Na adolescência, vi muitas amigas usando, mas eu nem pensava na ideia. Preferia outras opções. Algumas amigas usavam por brincadeira, só pra fazer charme, enquanto outras pegavam pesado mesmo. Eu, nem por brincadeira, nunca quis experimentar. Sempre achei que não gostaria, que não era pra mim, não fazia meu tipo. O tempo foi passando e eu conheci muita gente que usava. Fazia outras amizades, e elas usavam. Minha chefe anterior usava, a atual usa muito. Até minha mãe usou de leve. Era tanta gente usando, gente dizendo que eu gostaria, que há algum tempo eu resolvi experimentar. Comecei do jeito mais leve pois, se eu não gostasse, não precisaria mais usar. Mas o que eu temia aconteceu. Acabei gostando e fui querendo cada vez mais. Não tinha mais volta. Eu perguntava pras pessoas o que elas usavam, procurando opções. O que era leve não me satisfazia, eu queria sempre mais. Agora não consigo mais parar. É até difícil esperar a próxima vez. Estou usando dinheiro da comida pra comprar. Estou viciada, sou dependente da química. E hoje cheguei ao limite: usei uma cor chamada "vermelho intenso" no meu cabelo. Não paro nunca mais.

9 de dezembro de 2010

"Por que será? Me diz, por que será?"

Por que será que você se desespera TANTO quando eu não posto??? Chegando ao ponto de entrar aqui 3 vezes por dia, verificando a cada 2 horas... Sei que minha vida deve ser bem mais interessante que a sua, mas eu já disse ando com o tempo corrido, não tô conseguindo postar muito por enquanto... então relaxa!!! Pode ocupar seu "precioso" tempo com outra coisa, ok? :D

4 de dezembro de 2010

Em roaming

Já tô em Campinas, só esperando amanhã o churrascão do Henry, hehehe. Saudade dos pequeninos, mas Manoella nem quis olhar na minha cara quando cheguei. Até olhou, mas com aquela cara desconfiada de "vem cá... te conheço?", chorou magoada quando marido brincou com ela (igualzinho Henry fazia) e dois minutos depois foi dormir. Minha bateria tá acabando e eu tô com preguiça de colocar na tomada, então "that's all folks"!

2 de dezembro de 2010

Semana corrida...

Bloguinho semi-abandonado, já que essa foi, de longe, a semana mais corrida do ano - reunião na escola de um num dia, apresentação na escola de outro no outro, tudo em horário de expediente, e uma encomenda que peguei do meu sitezinho praticamente esquecido. A cada 2 ou 3 meses aparece alguém me perguntando o preço do quadro de incentivo tipo o da SuperNanny (mas ninguém nunca comprou, kkkkk). Dessa vez a cliente quis e, além dele, quis 8 regrinhas (que eu nunca tinha feito). Como estava difícil no Google, revirei o site da Turma da Mônica, história por história, e acabei encontrando algumas imagens bem bacaninhas, mas tive que trabalhar todas as 8 retirando ou acrescentando coisas. Passei a semana trabalhando em todo o meu tempo livre: restinhos de horário de almoço, esperando os meninos me pegarem em vez de ir caminhando, em casa à noite. Foi um trabalho que eu nem imaginava ter, mas vale cada minuto quando a pessoa não só aprova, mas também elogia. Mais que isso: foi um trabalho que amei fazer e cujo resultado realmente me agradou. E um dinheirinho extra e inesperado no final do ano vai bem (já que, do esperado, não sentimos nem cheiro). Sorte dos meninos!

E o blog? Bom, por enquanto continua semi-abandonado. Vou descansar agora - nem acredito que já posso pensar em dormir e nem são 22h. Amanhã farei um calendário de brinde pra cliente e sábado vou viajar, embora a dona da casa pra onde vou tenha escrito no blog dela que vai gente que ela não queria no aniversário do filho. Vai ver foi uma indireta pra mim mas, como o aniversariante é meu sobrinho e afilhado que eu amo, tô nem aí. Rá!