Sexta recebi uma notícia totalmente inesperada, mas que me deixou muito feliz. Vou ser titia de novo! A namorada do meu irmão está grávida e dá pra perceber como os dois estão felizes! Eu já estava achando que não ia mais sentir cheiro de bebê novo tão cedo, mas aí veio a surpresa. Nossa, que alegria! Minha mãe está toda feliz, afinal terá um netinho do "filho preferido" dela... Hahaha, brincadeira, mãe!!! Mas parece que finalmente ela terá um netinho por perto, pra ela poder cheirar, beijar e estragar quando e quanto quiser. Por isso, pra ela ir se acostumando, semana que vem estarei por lá e vou deixar duas encomendas que ela pode devolver quando quiser: no final de semana seguinte, em agosto, em dezembro... aliás, se não quiser, nem precisa devolver! Hahaha! Pobrezinhas das minhas crias! Eu fico brincando, mas outro dia fui pensar em ficar 2 semanas sem eles (acho que é mais ou menos o tempo que ficarão por lá, se a vó aguentar), deu um apertinho no peito... Tô adorando pensar que vou ficar 3 dias das minhas férias sozinha, de pernas pro ar, sem me preocupar se alguém tá com fome ou se quer brincar, mas já tô vendo que sou eu quem vai chorar quando não tiver em quem dar beijinho de boa noite, cobrir com carinho e desejar que "durma com Deus". Vou sentir falta até de gritar "volta pra sua cama" ou "se levantar eu não vou cobrir de novo", rs. Mas sei que é bom pra todo mundo: pra mim, que descanso; pra vó, que curte os netos; mas principalmente pra eles mesmos que vão curtir a vó, que vão se divertir, que vão se sentir "independentes" por estarem viajando sem os pais - será a primeira vez do Fá por mais de 1 noite. Acho que esses dias vão ser muito importantes pro desenvolvimento deles no geral. E ainda vão poder voltar pra escola com histórias pra contar sobre as férias! Melhor que 10 dias trancados no apErtamento...
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4 de julho de 2011
8 de maio de 2011
Dia das mães
Vamos combinar: tem dia melhor no ano que o dia das mães??? Abaixo todos os "é só um dia comercial", ou "dia das mães é todo dia", ou qualquer outro lugar-comum da turma do-contra. Dia das mães é um dia que eu amo, que acordo sabendo que não posso sair do quarto porque fatalmente tem alguém me fazendo um café da manhã na sala ou uma surpresa no quarto. E eu espero, com o maior prazer, só pra ouvir os três "feliz dia das mães" mais deliciosos do mundo!!! Eu já tinha ganho meu presente mês passado, mas o meu filho mais velho, aquele que eu não pari, nunca deixa o dia passar em branco, fazendo um café da manhã delicioso (e acordou às 6h da manhã pra isso, coisa fofa!). Dos meninos, ganhei desenhos, declarações de amor e ajuda na faxina. Foi um dia quase normal, mas ainda assim muito especial, maravilhoso, cheio de amor. E ainda tem gente que tem coragem de não gostar...
PS.: A maior pérola e melhor declaração de amor já tinha vindo no meio da semana. Eu perguntava a eles se eles queriam trocar de mãe, podíamos escolher uma mais rica, ou mais bonita, ou que não brigasse. Por mais que eu oferecesse "vantagens", nada os convencia (ufa!). Até que Thierry soltou a pérola #1: "Mas você já é uma mãe rica... rica de amor pelos filhos!!!" (♥ ounnn! ♥) E então veio Fabrício com a pérola #2: "-Você é rica, ué?!" "-Mas o que é ser rico?" "-Ah... é... é... é ser gorducho!!!" #EURI
PS.: A maior pérola e melhor declaração de amor já tinha vindo no meio da semana. Eu perguntava a eles se eles queriam trocar de mãe, podíamos escolher uma mais rica, ou mais bonita, ou que não brigasse. Por mais que eu oferecesse "vantagens", nada os convencia (ufa!). Até que Thierry soltou a pérola #1: "Mas você já é uma mãe rica... rica de amor pelos filhos!!!" (♥ ounnn! ♥) E então veio Fabrício com a pérola #2: "-Você é rica, ué?!" "-Mas o que é ser rico?" "-Ah... é... é... é ser gorducho!!!" #EURI
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28 de janeiro de 2011
Família que pedala unida...
Só uma coisa pra dizer: DE-LÍ-CIA de dia!!!
Os dois passeios do dia estavam previstos há muito tempo mas, por um motivo ou outro, foram sendo adiados... Pra começar, o café da manhã foi ótimo, com um delicioso capuccino que eu ensaiei, ensaiei, mas finalmente resolvi fazer. Modéstia bem à parte, o meu é melhor que qualquer um que eu já tenha comprado pronto e agora eu tenho um potão dele light. Depois fomos almoçar numa lanchonete famosa (Big X Picanha) que sempre tivemos vontade, mas nunca tivemos coragem, por causa do preço. Um lanche pra cada, um petit gateau pra cada, 3 cocas e uma micro-porção de batata frita (e era a média!!!) e o valor da "continha": R$141. Olha, não sei pra vocês, mas 140 reais num almoço pra mim é MUITO caro!!! É claaaaro que eu não paguei tudo isso, aliás, só fomos nessa lanchonete (que fica longe pra dedéu e pra chegar é um trânsito duzinferno) porque compramos cupons e tivemos mais de 100 reais de desconto. Pior que agora tô fazendo a conta e, entre cupons, consumo e taxa de serviço, gastei mais de 60 reais e começo a me arrepender um pouco. Porque tá, o lanche é muito gostoso, mas não mais que o de perto da casa da minha mãe, que custa 8 ou 9 reais o X-tudo-que-você-imaginar. E esse era só picanha, queijo e vinagrete por (senta pra não cair) DEZOITO E NOVENTA - e a coca de lata, 3,90. Whatever, vai ver eu que sou pão-dura demais...
De lá fomos pro Parque Villa-Lobos (e meu paulistano, que andou em Pinheiros a vida toda, conseguiu errar o caminho 3 vezes em 15 minutos; até a saída pra Marginal, básica, ele conseguiu errar e quase apanhou, porque eu não aguentava mais o calor). No parque foi ótimo, é um lugar muito agradável e, apesar do enorme calor, demos muita sorte, pois logo começou a refrescar, até choveu bem de levinho (e nossa água ainda estava geladinha, hehehe). Eu e marido alugamos bicicletas pra nós também e fomos andar com eles. Foi só meia horinha, mas foi ótimo, uma delícia. Pena que já estávamos cansados e a água acabou. Deu até vontade de comprar bicicletas pra nós. Mas primeiro tenho que comprar outra casa (pra guardá-las) e outro carro (pra transportá-las). Acho que é mais fácil alugar mesmo.........
22 de janeiro de 2011
Resumo da semana - como se eu conseguisse...
Olha... semaninha puxada essa, viu? Tô meio perdida, nem lembrava que hoje era sábado... E tô pregada!
No post sobre a barraca (terça, dia 18), eu disse que ia montá-la para o Thierry dormir sozinho. Mas, que delícia, o Fá mudou de ideia assim que eu dei umas barrinhas de neon e fiz uma "passagem secreta" por baixo da mesa. Na quarta acordamos mais cedo (tipo umas 9 e meia, hehehe) e fomos para a Estação Ciência. Apesar do ingresso baratinho, todos nós entramos de graça em qualquer museu da USP, inclusive lá. É muito legal, mas, sinceramente, não é o passeio ideal pra idade deles - também estava mais "fraco" que das outras vezes que fui. Acho que o Thierry só entendeu uns 10% das exposições. Só se interessaram um pouco mais pelos animais (cobras e peixes) e pelos espelhos que deformam. De resto, só queriam apertar botões, girar manivelas e colocar a mão em tudo. Nem o corpo humano chamou muita atenção. Depois fomos até o Mercado da Lapa, o que tornou o passeio mais cansativo, ainda mais voltando com o Fá no colo (sorte que é peso pena!). No dia seguinte foi a vez do shopping, pois tínhamos bastante crédito da Playland pra gastar - e também muita vontade de McDonalds pra eles e de Subway e KFC pra nós. Até nós nos divertimos nos brinquedos. Só que chega uma hora em que o passeio começa a ficar chato, com eles cansados, e nós estressados com o cansaço deles. Fomos em duas lojas da TIM e duas Americanas atrás de um chip, mas ninguém tem chip pré-pago pra vender. Estou louca pra poder falar a 25 centavos "cazamiga", hehehe. Mas vou ter que esperar um pouquinho. Na sexta ficamos em casa. Era pra ter sido um dia de pernas pro ar. Aí eu resolvi varrer o quarto deles, tirando a cama do Fabrício. Depois resolvi tirar o pó. Mas antes eu resolvi colocar as prateleiras que estamos planejando há meses. E elas deram um trabalhão. E depois resolvi aproveitar a furadeira pra instalar o espelhinho-novo-pra-tirar-sobrancelha no banheiro. E depois eu tive que arrumar toda essa bagunça e organizar as prateleiras. E depois eu resolvi bater papo com a Andreia, arrumar revistas e ver Criminal Minds, tudo ao mesmo tempo. E depois eu resolvi passar Tacolac no chão - e ficou uma merda. E depois eu resolvi fazer a pizza de massa folhada que estava matando o Thi de desejo. Terminei o dia quebrada, mas nada que me impedisse que hoje, logo pela manhã, dar uma faxina no meu sofá encardido. Usei Vanish pra carpetes e tapetes, achei que não tava funcionando e marido esfregou de novo com água e sabão mesmo. Resultado: depois de seco, o pobre do meu terceiro filho estava todo manchado. Agora teremos que repetir todo o processo, pois ficou pior que só encardido. À tarde, um temporal como há muito eu não via e que encheu meu garotinho de medo - mas me deixou orgulhosa com meu garotão, que ficou desenhando no laptop dele e nem deu confiança pros raios e trovões que antes o faziam se esconder e tremer de medo. Fiz um cachorro-quente com direito a purê, vinagrete e batata palha pro lanche, pra fazer jus aos três paulistanos que tenho em casa. De sobremesa, bolo de nozes com cobertura de brigadeiro que não ficou exatamente como eu queria (por isso não vou colocar o link), mas deu pra matar as lombrigas. E pra lamber os beiços...
Se a Claro ajudar, eu consigo publicar este post ainda hoje.... Grrrrr!!!!
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18 de janeiro de 2011
Great idea, ace!
Quando Thierry tinha uns 2 anos, eu cismei de comprar uma barraca dessas infantis pra ele. Gostei de uma que era a Lanchonete da Mônica e na época custou 50 reais. Eles usaram bastante, mesmo morando sempre em lugares tão pequenos (quando comprei, morava nos fundos da casa da minha sogra, num quarto-e-cozinha). Ela ainda existe, já montei umas vezes aqui no kinder ovo. Ela ocupa menos espaço do que parece, mas é muito chata pra montar, um verdadeiro quebra-cabeça. Só que eles adoram, é um lugar onde podem brincar sozinhos e soltar a criatividade. Por isso, em um dos aniversários do meu sobrinho fui procurar uma do mesmo tipo, mas já custava 80 reais e a madrinha pobre não pôde dar. A história dessa nova barraca é diferente e se deve somente ao meu consumismo (mentira, nem sou muito consumista). Na verdade eu adoro barracas de camping, fico doida com aquelas enormes, pra não sei quantas pessoas, com "quartos", varanda e talvez tenha até uma suíte com hidromassagem lá dentro, vai saber. Acho a coisa mais linda, só de ver me dá vontade de "brincar" de acampar. Eu disse de "brincar" mesmo, porque eu não me vejo acampando, nem me convide! Imagina, com mosquito me picando, risco de encontrar cobra, rato, sapo, barata ou qualquer outro bicho, tomando banho de rio, sem tv, sem banheiro, sem água geladinha... uhhh... tô fora!!! E se minha unha quebra? Posso levar meu kit manicure? E secador de cabelo? Laptop? Ventilador? Me arruma uma tomada?? Ah, curvex, rímel e batom pode, né? Mas enfim, voltando. Um dia desses eu estava no Extra e por acaso passamos na área de camping. Aí tinha uma placona de oferta pra essa barraca. Meu lado consumista já quis sair pegando, mas precisávamos ver se teria espaço suficiente e se as crianças se "aventurariam" a dormir nela, na sala. Na sexta resolvi pegar. Os meninos adoraram, dormiram tranquilamente (Fabrício só insistia em saber se a porta estava fechada, hahaha) e no dia seguinte até tomamos café no "acampamento". Ontem eu e marido saímos e eles ficaram na vó, com a barraca, fazendo uma baita zona. E Thierry já está me pedindo pra montá-la de novo - mas hoje provavelmente vai dormir sozinho, pois o Fá anda com medo. Parece que foi, quase sem querer, uma das melhores "aquisições" que fizemos pra eles. Quase o dobro do tamanho da outra, facílima de montar e por apenas R$39,90 no vale alimentação. Rá!
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14 de janeiro de 2011
Férias sem descanso (mas com muita diversão)
Férias. Quarenta dias com duas crianças. Trancados num apartamento de 54m² e o mundo de água caindo lá fora, o que restringe a possibilidade de passeios e atividades externas, haja criatividade!!! Tanto nas brincadeiras quanto no fogão. Por dois motivos que falarei em outros posts, decidi que vou aproveitar melhor meu tempo com eles nessas férias. Ainda assim, já descansei bastante e tô conseguindo colocar a faxina em dia com tranquilidade (as paredes estão um brinco!). Decidimos também não gastar dinheiro viajando, então preciso renovar a cada dia meu estoque de ideias e "copiações" do Mister Maker e Artzooka. Já fizemos ovo de dinossauro com papel marchê (que depois virou o planeta Terra), já pintamos caixinhas de MDF, já montamos pistas de Hot Wheels, já lavamos o banheiro juntos, já jogamos video game, já fizemos uma cidade inteira de caixinhas de papelão. E ainda sobrou muito tempo para eles jogarem no computador, verem televisão e "descobrirem" canais novos (Fabrício se recusa a tirar do DK, mas essa semana descobriu o Mickey no Disney Channel). Arrumar comidas diferentes e atrativas para esses dias, às vezes sem inspiração, às vezes sem tempo e às vezes sem muitas opções no freezer também não é tarefa fácil. Mas hoje eu resolvi usufruir de alguns benefícios que temos - tipo um monte de museus de graça. Programamos alguns para a semana que vem e hoje fomos a dois: o oceanográfico, com aquários e esqueletos de animais marinhos, e o de geociências, com todos os tipos de gemas, minerais e fósseis que se pode imaginar. É a coisa mais linda, minha mãe, que adora pedras e teve até uma lojinha, ficaria doida. Eu estudei 5 anos ao lado dele e não o conhecia... Na volta, a bagunça ficou por conta da barraca de camping que compramos. Tive que acalmar os ânimos enquanto fazia o jantar (yakissoba, nhammm), porque queriam montá-la. Depois, brincaram com tanta empolgação que mal conseguimos ver o último capítulo da novela. E sem nenhum desentendimento. Acho que a ideia pegou e valeu a pena! Agora estão os dois dormindo feito anjinhos. No acampamento, claro!
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| Tem até lanterna. E garrafinha de água. |
Resolvi colocar as fotos das férias no Facebook, onde controlo o acesso. "Azamiga" podem olhar o restante lá. Aqui, é só.
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21 de novembro de 2010
Festas de final de ano - 1ª etapa
Depois de receber a 1ª parcela do 13º, parece que as comemorações de final de ano "oficialmente" começaram. É a minha época preferida (e não só porque falta praticamente um mês pra começarem o recesso e, em seguida, meus tão sonhados 30 dias de férias, já que não tiramos em julho). Hoje vamos decorar a casa para o Natal, a-do-ro, e as crianças estão ansiosas. Ontem foi o delicioso e superesperado dia da festa de confraternização do antigo trabalho do marido - uma associação de funcionários da qual ele continua sendo sócio justamente porque tem uma festa de final de ano realmente muito boa, além da cesta de natal e de outras festas menores, mas muito gostosas, durante o ano, como festa junina, dia da pizza, dia das crianças, etc. A festa, que tem acontecido no final de novembro provavelmente pelo valor do lugar (que cobra a bagatela de R$ 4.290,00 pelo pacote de 3 diárias no Reveillon para duas pessoas e R$2.640,00 para o Natal), foi maravilhosa como o esperado - e, o melhor de tudo, custou pouco mais de 7 reais por mês ao marido. Também acontecem bons sorteios (TVs, bicicleta, microondas, grill, aspirador de pó...), mas é raro a gente ganhar (só uma vez ganhamos acho que um telefone sem fio). Ano passado, como não conhecíamos, eu não quis ir de maiô, porque, no ano anterior, tinha sido num lugar onde a água da piscina estava com a cor mais esquisita e nojenta possível. Claro que me arrependi, pois neste outro lugar a água era límpida e eu fiquei com a marca da bermuda bem no meio da coxa, fora que não pude brincar muito com o Thierry - Fabrício nem chegou perto. E eu tinha vergonha de andar de maiô num lugar onde conheço um monte de gente, ainda mais estando tão acima do peso - não que isso seja o grande problema da minha vida, muito pelo contrário. Mas bom senso é tudo e, graças a Deus, eu tenho. Mas era tanta coisa pior, vestida pior (gorda de biquini é uó!!!), que eu desencanei. Botei meu maiô véio e fui. Antes, passamos pra comprar uma sunga pro marido, e saí de lá, além da sunga, com um maiô novo, uma bolsa e uma saída de banho combinantes, hahaha. Acontece que o maiô velho é bem feinho e tava esmagando as peitchola, me incomodando mesmo. O novo caiu como uma luva, peitos no lugar, confortável e bonito. E eu não tinha mesmo uma saída de banho e nem uma sacola que coubesse tudo. Enfim, foi um dia muito gostoso, calorzinho sem muito sol, muita comida gostosa (que eu comi pouco), doces de todos os tipos, meus meninos se divertindo muito. Só não deu tempo de jogar boliche, estava muito cheio e a festa acabou antes de chegar nossa vez. E também não fomos no videokê porque os dois preferem morrer a pagar esse mico e eu não pago sozinha. Pena que eles se divertiram mais no fim da festa, por causa do medo que estavam da piscina, que não sei de onde tiraram. Só no final se jogaram - literalmente. Pena, também, que é só uma vez por ano... Agora é esperar a do ano que vem, mas, enquanto isso vamos curtindo as próximas que ainda faltam... Meu trabalho, trabalho do marido, casa da mãe... Essa foi só a 1ª etapa das festas de fim de ano que eu AMO!!!
Depois, ninguém segurava! Se jogaaa!!!
Nos divertimos muito, principalmente na "cachoeira". Pena que já era hora de ir embora... :(
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15 de novembro de 2010
Feriado da orgia gastronômica
Eu sou brasileira e não desisto nunca. Mesmo tendo faltado ao trabalho na segunda passada porque eu e Thierry passamos muito mal (o estômago ficou estranho a semana toda), o final de semana foi praticamente uma orgia gastronômica. A história começou no sábado, com uma feijoada no almoço. À noite, resolvi fazer uma coisa romantiquinha, já que a sogra estava morrendo de saudade dos netos e pediu pra deixá-los lá - detalhe, ela ficou com um na terça e outro na sexta, e já estava com saudade... rsss. Mas, enfim, como precisávamos ir ao supermercado, tivemos a ideia de pegar um vinho e alguns queijos que eu sempre tive vontade de provar, mas sou pão-dura o suficiente pra achar 35 reais o quilo caro demais. E nossa noite foi divertida... No domingo fizemos um bacalhau que marido estava morrendo de vontade e chamamos sogra, sogro e cunhada pra almoçar. Eu não vejo graça, preferia uma peixada lá da minha terra... Fechamos o dia com pizza - massa pronta, mas montada em casa, porque eu detesto comprar pizza montada e ter que colocar mais recheio em casa, ah... não dá! Nem compro mais. Hoje eu resolvi testar uma receita de cookie que peguei na internet e tive dois lindos ajudantes comigo. Dividi a receita em 2 e fiz de chocolate meio amargo e de chocolate branco com castanha de caju. Não podia ter ficado melhor! Pra ficar com a consciência um pouquinho mais tranquila, vamos terminar o feriado com uma deliciosa saladinha completa, com muita alface, brócolis e beterraba, entre outros. Minha cabeça insiste em tentar me convencer que será a melhor parte. Eu acredito...
Feriado é sempre bom. Mas quando é curtinho assim, fico com gostinho de quero mais no outro dia. O ruim é que, agora, só depois do Natal... Mas pelo menos serão mais de 30 dias direto!... :)
UPDATE: É, a saladinha até que tava boa mesmo. Orgulho desses filhos comendo brócolis e beterraba, e o mais velho lambendo os beiços dizendo, no fim: "hummm, alho [frito] puro!!!". Tava bom. Mas o cookie roubado na sobremesa tava melhor. Ha!
UPDATE: É, a saladinha até que tava boa mesmo. Orgulho desses filhos comendo brócolis e beterraba, e o mais velho lambendo os beiços dizendo, no fim: "hummm, alho [frito] puro!!!". Tava bom. Mas o cookie roubado na sobremesa tava melhor. Ha!
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9 de novembro de 2010
"Fim de semana de novo, eu tô no meio do povo..."
...e, no meio do povo, nesse caso, significa shopping lotado. A princípio era porque marido tinha perdido a carteira de motorista e "já tinha procurado em tudo que é canto" e não achado. Então nos arrumamos pra ir ao Poupatempo, que fica dentro deste shopping, e concordamos com as crianças sobre "ir no carrossel" (Playland) e "comer no McDonalds que tá dando um brinquedo legal" - até porque eu tava com MUITA vontade de comer no KFC, o melhor frango frito do universo, mas só tem loja nesse shopping. Aí, enquanto procurava uma roupa no armário de roupas pra passar, encontro uma bermuda usada do marido (coisa que já odeio, roupa usada no meio da roupa limpa) com a CNH dentro - e ouço o clássico "onde tava?????????". Grrrr. Mas, com todo mundo já assanhado, fomos passear e comer. O acordo era que só se todo mundo comesse tudo (ohhh, muita comida, um verdadeiro sacrifício comer um "gigantesco" McLanche Feliz...) iriam na Playland. E os dois me surpreenderam. Fabrício porque não comeu todo o lanche dele (isso é normal), mas "atacou" nosso frango e o purê. Thierry porque comeu o lanche e ficou satisfeito com ele, nem quis experimentar o frango, só um pouquinho do purê. Daí fomos cumprir o prometido, embora eu ache um absurdo de caro. E eu fico abismada de como é fácil encontrar gente estressada nesses lugares!!! Admito que fui uma, mas por um motivo que acho justo: fiquei emputecida e crei caso logo no primeiro brinquedo, quando o monitor não deixou o Thierry entrar pq ele tinha "mais de 1,30m", só que estava bem no limite e ele não deixou o menino medir descalço de jeito nenhum. Eu não queria "infringir as regras" da altura, só queria que meu filho medisse descalço, o que seria o correto, aí sim, se não desse, não deu. Mas o rapaz não deixou mesmo. E uma tia véia começou a encher o saco, dizendo que se não podia, não podia e pronto, que ele era "grandão" mesmo, querendo apressar. Eu e marido quase mandamos ela calar a boca, mas o monitor fez isso por nós, só mais educadamente. Depois ele pôde ir no Kid Play, onde foi medido descalço, e ficou exatamente no limite de 1,30m. Eu comentei com a monitora que ele não pôde ir no outro brinquedo e um pai, ao lado, disse que o problema ali era ele machucar os menores. Xiiii... A barraqueira aqui ficou doida, mas se conteve, dizendo que qualquer um deles podia machucar o outro e, na vez anterior, tinha um de uns 2 anos sentando a mão no Fabrício do nada. O pobrezinho nem revidava e só me olhava, meio que pedindo ajuda. Como o cara percebeu que eu não gostei, disse que o Thi tinha "cara de bonzinho" e não ia faer nada, não. O que ele não sabia era que o risco era que OS OUTROS machucassem o Thierry, hahaha! E, realmente, o menino só tem tamanho. É um bebezão. Deu voltas no Kid Play, acenou da "janelinha", pulou no pula-pula, se jogou na piscina de bolinhas, escorregou todo feliz no escorrega de rolinhos, curtiu até mais que o irmão. E, vamos combinar: pra que antecipar as coisas??? Tem coisa melhor que criança ser criança???
4 de novembro de 2010
Histórias da minha vida
Quando eu engravidei do Fabrício, nós tínhamos um Uno vermelho 95, convertido a gás natural (na época o preço compensava muito, mas o pobre do Mille quase não andava). Ficamos com ele quase 4 anos, foi um companheirão que dava poucos problemas, apesar de pequeno e velhinho. Até a Florianópolis ele foi. Mas, como a família ia aumentar, precisávamos de um carro maior. Foi aí que o Escort entrou nas nossas vidas - infelizmente, como uma época a ser esquecida. O carro era lindo, 2 anos mais novo que o Uno, também a gás, enorme e perfeito. Sogro e cunhado foram conosco avaliar, e acharam que estava ótimo e bem pago (um pouco acima da tabela, mas valia). Mal saiu da loja, o carro começou a dar problema. Segundo eles, a garantia cobria só motor e câmbio, os dois únicos itens que não quebraram. Certa dos meus direitos, entrei com processo no Juizado Especial Cível (pequenas causas), acompanhada de um advogado para o qual EU trabalhava, procurando leis e jurisprudências na Internet. Ele mal abria a boca nas audiências. Como eles tinham bons advogados, perdi a causa - nem acordo consegui. Fiquei com o carro por 7 a 8 meses. Entre o valor de compra mais os custos com manutenção e consertos até o valor que consegui vendê-lo, perdi cerca de 12 mil reais. Abre parêntese. Brinco que até depois de morto ele deu problema, pois, quando eu achei que tava tudo certo, um rapaz foi à casa onde eu morava pra tirar satisfação sobre "eu" ter batido no carro dele - mas o carro já estava vendido e bloqueado por falta de transferência (porque eu já tinha "ganho" 7 pontos na carteira e perdido o recurso). Sorte que eu não morava mais lá. Fecha parêntese. Um dia, cansados de tantos problemas, com um filho pequeno e um bebê de 6 meses, praticamente sem carro e sem um puto no bolso, entramos num feirão da Fiat "só pra dar uma olhadinha", porque nunca quisemos carro zero. Saímos de lá com um, o mais barato e mais básico, pra pagar em 6 anos com a documentação embutida (e uns juros do cão), mas que nunca deu problema além dos desgastes naturais e manutenção.
Alguns meses se passaram e nós não aguentávamos mais morar naquela casa, naquele condomínio. O que a princípio eram detalhes, como a distância de tudo e o tempo que perdíamos no trânsito, começaram a se tornar insuportáveis. Resisti por algumas semanas, mas colocamos a casa à venda. Foram 3 longos meses com um entra-e-sai danado de gente, e eu tendo que manter a casa limpa toda a semana, porque sempre ia alguém pra ver. Se os 3 primeiros meses foram longos, os próximos 3 foram mais, até a compradora resolver todos os seus problemas existenciais e decidir, finalmente, assinar o contrato com a imobiliária. Olhamos vários apartamentos, mas o único pelo qual me apaixonei de verdade (neste mesmo condomínio), a dona desistiu de vender menos de uma semana após termos visto. Tínhamos 3 meses pra desocupar a casa, então tínhamos que achar logo um apartamento. Confesso que não me apaixonei por este, por ser dois dormitórios, mas quando decidimos por ele, fui me apaixonando aos poucos. Entre desocupar a casa e pegar a chave do apartamento, foram os 3 meses mais longos dessa história. Da chave à mudança, apenas 1 semana, tamanha a ansiedade e a necessidade. Se na mudança perdemos espaço, não dá pra descrever o quanto ganhamos em qualidade de vida.
Este mês faz 3 anos que trocamos de carro e 2 anos que vendemos a casa. Não consigo mensurar o quanto estamos mais felizes, leves e realizados que antes. Mesmo que as dívidas ainda demorem 3 e 28 anos e meio pra acabarem. Existem coisas que o dinheiro não compra. Pra todas as outras, existe financiamento.
(Sei que minha vida não é lá muito interessante. Mas eu adoro escrever. Mesmo que seja só pra mim.)
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20 de outubro de 2010
Pra começar
Eu queria inaugurar meu blog novo com alguma coisa especial, mas a vontade de inaugurá-lo era maior do que os acontecimentos em si. Nada muito novo nem muito diferente acontecendo. O desejo desse novo blog é que ele sirva pra falar não só das crianças, como tem sido há quase 8 anos, mas pra falar de mim também, coisa que eu duvido um pouco que vá acontecer. O motivo dele é "quase" simples: primeiro, eu estava muito incomodada com algumas visitas insistentes que nunca se identificavam e resolvi tirar o antigo do ar por algum tempo - e hoje ele volta pro lugar dele sem mais atualizações. Provavelmente isso vai acontecer aqui também, mas resolvi ver por outro lado e desencanar. O segundo motivo é que eu sempre gostei de "adaptar" o blog ao momento que estava vivendo. Primeiro, na expectativa de engravidar pela primeira vez (que felizmente não durou mais de 4 ou 5 posts) eu fui a "Futura Mamãe", depois passei a ser a "Mamãe do Thi". Quando engravidei pela segunda vez, este nome não fazia mais sentido, já que "A família cresceu". Nem parece que já faz tanto tempo. Agora que eles estão um pouco mais crescidos, vejo novos desafios e novos temas. Agora somos três e eu.
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