Site Meter Três e eu: Férias
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28 de fevereiro de 2012

Resumo do resumo. Se é que eu consigo.

Olha só como vocês, minhas QUATRO leitoras (tá bom assim, Keylla??? hahaha), são "sortudas": eu trabalho diretamente em rede e dependo dela pra tudo. Só que, justo hoje, resolveram fazer uma manutenção. Exatamente neste momento. Ou seja, não há nada que eu possa fazer agora, a não ser abrir o bloco de notas e começar a rascunhar um post até ela voltar. É um resumo das férias. Então 'bora começar, antes que volte, hahaha! 

(É claro que foi só terminar de escrever isso que voltou... hahaha! Ok, fico até mais tarde pra escrever...)
Dezembro:
Ano Novo
Ah, como eu adoro dezembro!!! Fora as festas e as férias, tem sempre a expectativa por elas. Não dizem que o melhor da festa é esperar por ela? Pois é. Enfeitar árvore de Natal, planejar viagem, comprar presentes, arrumar as malas... tudo faz parte. E, por mais chato que alguns desses momentos possam parecer, no fim das contas posso dizer que amo muito tudo isso (mas não amo McDonalds!). Passamos a semana inteirinha entre Natal e Ano Novo na casa da minha mãe, foi delicioso. Os meninos se divertiram muito com os primos e eu recebi visita das melhores amigas do mundo. Não tem nada melhor! 
Janeiro: 
No dia 2, segunda, logo de manhãzinha, começava nossa viagem de férias. Primeira vez dos meninos fora do roteiro "casa da vovó". Três diárias reservadas no hotel, um GPS e uma mala, e lá fomos nós, com a cara e a coragem, conhecer Caldas Novas/GO. Foi tudo muito gostoso, até as cansativas 7 horas de viagem (porque já estávamos na minha mãe, que é caminho). Tanto que, chegando lá, dei uma choradinha pro gerente e conseguimos mais uma diária quase pelo preço que pagamos na promoção (comprei as três em pacote de compra coletiva, foi super barato!). O hotel só tinha café da manhã (exatamente igual todos os dias), não tinha nem outra opção de refeição, mas era muito aconchegante. E os hóspedes se sentem à vontade para comprar ou fazer comida e comer ali no apartamento mesmo. E sem aquela chatice de frigobar, que enche os olhos das crianças e tem que ficar conferindo depois. Era geladeira mesmo, super prático. Na terça, dia seguinte à chegada, fomos conhecer um parque que me foi indicado ali mesmo, na recepção do hotel. Tínhamos ido passear no centro da cidade e ganhamos um cupom que daria direito à entrada por 5 reais cada adulto, com a condição de assistirmos a uma palestra (chatésima) de 50 minutos antes. O que a gente não faz pra economizar 90 reais??? Mas o parque era maravilhoso e nos divertimos à beça. Só teve um problema: esquecemos de passar protetor solar (tava frio e chuvoso quando chegamos) e estávamos quase cozidos no outro dia... Os meninos me surpreenderam, foram em toboáguas altíssimos que eu mesma achei que não teria coragem de ir. Sem exagero, devo ter subido as escadas pelo menos umas 10 vezes. Na saída compramos ingresso para outro parque e o plano era ir nele na quarta e na Pousada do Rio Quente, a famosona e cara, na quinta, que era aniversário do marido e ele não pagaria - pão-dura, eu??? Pão-dura não, econômica, hahaha! Só que no dia seguinte estávamos completamente exaustos e ardidos, resolvemos ficar no hotel e ir naquele que já tínhamos comprado na quinta. Que decepção! Chegamos lá e vimos que, justo naquele dia, as águas estariam frias pra medição de não sei o que. Ficamos meio revoltados e eu já queria meu dinheiro de volta quando soube que todos os parques estariam assim, mas que a água quente voltaria logo. Resolvemos ficar. Mas o parque era tão ruim que almoçamos (estava incluso no ingresso) e fomos embora. Ruim do tipo  atrações que fecham pra almoço, piscina de criança cheia de insetos (até aranha tinha), escorregador que não escorrega, cheiro de xixi nas escadas do toboágua e falta de placas e avisos de instruções ANTES de você subir neles (subi uns 15 metros em caracol e descobri que o Fá não tinha altura pra descer, no outro descobri que eu tô gordinha demais e o brinquedo só aguenta até 70kg, hohohoho). Sem contar a bomba do toboágua que queimou quase na vez do marido, que estava havia um tempão na fila. No fim das contas, aproveitamos muito mais no hotel, porque os meninos ficaram na piscina e eu, que não aguentava mais o sol, fiquei perto deles, mas navegando na internet, hehe. Depois de tudo isso (e de aguentar o Thierry falando quase sem parar nas 7 horas da viagem de volta), a ideia era passar mais 2 ou 3 dias na casa da minha mãe. Mas já estávamos quase no 4º dia quando eu resolvi me jogar da escada e torcer bem feio meu pé. A foto aí do lado é do dia seguinte, quando ainda não estava nem roxo. Depois de uma hora no hospital (isso porque já era mais de meia-noite e porque não fiz raio-x, pq não tinha), um "enfaixado" mal-feito, um enfermeiro dorminhoco (na hora do plantão) e um remédio pra dor que não fez nem cosquinha, eu resolvi ficar a semana toda por lá. Casa de mãe, sabe como é, a gente vai ficando, ficando... até que vc se toca que já deu. Meus sobrinhos ficaram com a gente uns dias, já que a mãe os abandonou (muahahaha! Sacanagem, aposto que ela chorou mais que eles, que não derramaram nenhuma lagriminha! muahahaha de novo!) e foi muito divertido. No fim, voltei pra casa e só tive uma semaninha pra curtir as férias antes de voltar ao trabalho. E, ainda com uma baita dor no pé, não consegui fazer tudo o que eu queria nas férias. Mas, com tudo isso, posso dizer que foi uma das mais divertidas das nossas vidas. Já tô pensando nas próximas...

Fevereiro:
A gente volta ao trabalho, as crianças voltam às aulas e a vida volta à rotina. Já está na hora de começar a pensar, ainda que vagamente, no tema da festa do Fá, já que falta pouco mais de 3 meses. Ele anda numa fase "super-herói", embora não assista esse tipo de desenho/programa. Vira e mexe fala que é ninja, gosta de brincar de lutinha com o irmão, adora se vestir de Power Ranger. Mas eu acho que ainda não é por aí o tema da festa. Já falou em "Power Rangers contra ninja" (ideia dele), hoje já falou em Agente Urso, depois falou em festa junina, uma ideia que dei semana passada, já que a festa será em junho e eu tenho mesmo vontade de fazer algo do tipo. Mas antes disso preciso começar a pensar na Páscoa. Quero fazer os ovos de colher como os do ano passado, que renderam um bom dinheirinho. Como eu tenho tempo (ano passado tivemos a ideia uns 15 dias antes da Páscoa e foi a maior correria), quero fazer um cartaz mais bonitinho, procurar uma embalagem com mais calma, essas coisas. Também estou planejando fazer mais uma festa esse ano, já que eu e marido comemoraremos 10 anos de casados. 10 anos de casados!!! Isso é pra comemorar, né não? Resta saber se teremos dinheiro pra tanto... Enquanto não sei, vamos planejando que sonhar não custa nada. Mas agora chega de falar (será que alguém aguentou ler tudo??? hahaha), tenho que ir pra casa fazer um bolo que recebi de encomenda. É o bolo igual ao que fiz pra comemorar o aniversário do marido só que, em vez de cerveja será Coca Zero. Será que vai dar certo??? Torçam aí!


Aniversário do meu amor
 
Bolo de nozes. O o povo gostou.


31 de julho de 2011

Achei!!!

Finalmente eu posso, depois de 15 dias, colocar na cama e dar beijo de boa noite nas minhas crias. Nunca tinha me dado conta do quanto isso é bom!!!!!!!! A gente realmente não dá o devido valor às pequenas coisas... ♥♥♥♥♥


Mas aí, quando os adultos continuam conversando, aparece uma pulga muito educadamente e diz: "Mãe, vcs podiam falar mais baixo que eu tô tentando dormir?". AMOOOO!!

24 de julho de 2011

Será que tô esquecendo alguma coisa??? - Parte 7

E aí que mais de 10h30 da manhã, eu ainda meidormindo, o celular tocou. Era "ele", e dessa vez nem foi pra me sacanear. Conversamos bastante, acho que ele só ligou por ligar mesmo, porque não tinha assunto específico... Às vezes até ficava tudo meio mudo... rsss Me contou que tinha pedido pra vó me ligar mas o celular dela tá muito ruim, depois ela confirmou. Pode ser egoísta, mas fiquei feliz! Tava ficando deprimidinha, pensando que eu não fazia falta pra ninguém, que se eu morresse ninguém ia sentir saudade, blábláblá. Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu ou não se sentiria assim... 

Então, como hoje eu tô muito feliz, JURO, só vou chorar de saudade!!! :D

PS.: Lógico, Fafá só quis falar um minutinho. Pra fazer algum tipo de fofoca. Mas tudo bem. Tô feliz assim mesmo! :D

23 de julho de 2011

Será que tô esquecendo alguma coisa??? - Parte 6

Eu esperei a semana toda que eles sentissem minha falta e ligassem. Passei 3 dias sem ligar e nos falamos só pelo computador. Chorei, senti saudade, mas não liguei - também não quero ser aquelas mães chatas que TÊM que ligar todo santo dia. No sábado, quando o celular tocou, meu coração disparou. Eu sabia que eram eles. Marido atendeu (ainda bem que não era "o outro", hehehe), então eu entendi porque eles haviam ligado: SÓ pra contar, morrendo de rir, que estavam almoçando no restaurante que eu estou morreeeendo de vontade, mas que nunca encontro aberto quando vou pra lá. Tá bom, seus sacaninhas! ¬¬

18 de julho de 2011

Será que tô esquecendo alguma coisa??? - Parte 2

11 da noite, ligo na casa da mãe pra avisar que cheguei. Atende uma voz conhecida já dizendo "oi, mãe". Pergunto se alguém chorou de saudade de mim e ele responde, rindo, que não. Faço um drama: "mas ninguééémmm me ama, ninguééémmm sentiu saudadeee!!!". E ele diz: "A gente sentiu, mãe. Mas não precisa chorar por isso, né?".

Filhos independentes. Humpf!

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PS.: Sim, eu tô curtindo. Ontem fiquei meio tristinha, sentindo que faltou alguma coisa (ou "alguéns"). Mas eu sempre soube que eles estão felizes. Só confirmei isso quando ouvi a vozinha dele.

PS2.: O Fá já tava dormindo, capotou no sofá mesmo. Ainda bem que é peso pena.

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UPDATE:
Acabei de ligar lá de novo. Fabrício me disse, na maior cara de pau, que não chorou de saudade. Já o Thierry não conseguiu dormir direito, quis dormir na cama que eu estava dormindo e disse pra minha mãe que "se tivesse uma foto minha na mochila" dormiria melhor (porque o Henry tinha levado uma foto dos pais na mochila). Claro. Chorei de novo...

17 de julho de 2011

Será que tô esquecendo alguma coisa???

Eu sei que meu bloguinho anda abandonadinho... e eu tenho tanta coisa pra contar... tanta coisa boa que aconteceu nesses últimos dias (né, Déia? :D )... Mas não vou contar agora não, estou na estrada e fico enjoada se leio ou escrevo por muito tempo. Saí há pouco da casa da mamãe e, como previsto, minhas crianças (as três, incluindo o sobrinho-afilhado) ficaram por lá. Eu já vinha conversando com os meus havia mais de um mês, falando que eles ficariam e eu não, e em nenhum momento eles esboçaram reação contrária; em vez disso, sempre se mostraram independentes e que não estavam nem aí se eu ia ficar ou não. E eu, feliz da vida que teria uns dias pra descansar da "função" de mãe. Sei que nem todo mundo entende o que isso significa, mas eu tava precisando de um tempo pra mim, sem ter que me preocupar com horários de banho, de comida, de escola e de dormir; com roupa limpa e passada, com lição de casa, com alimentação adequada e nutritiva, com o mínimo de atenção e brincadeiras; pra eu poder dormir até mais tarde, tirar um cochilo após o almoço nas minhas férias ou passar os 3 próximos dias largada na cama assistindo minhas séries preferidas sem dor na consciência; pra eu não ter que assistir Backyardigans ou Patati Patatá, pra poder sair mais tarde pro trabalho e depois ir direto pra casa e chegar mais cedo; e pra algumas outras coisas que eu não vou falar aqui porque este é um blog de família. Enfim, passei o dia brincando com eles que iríamos arrumar as malas pra vir embora. E todos dizendo que não. Eles permaneceram firmes e fortes até na hora de despedir, me abraçaram, beijaram, disseram que me amavam e que iam sentir saudade, felizes da vida. Só o Henry ameaçou ficar amuadinho quando eu comecei, de fato, a arrumar a mala, pediu pra ir embora, mas dissemos que eu não ia passar na cidade onde ele mora (que, aqui entre nós, é passagem obrigatória pra mim, hahaha), mas logo foram tomar banho de banheira e ele se distraiu - e, na hora que eu saí, ele gritou da banheira "te amo!". Fala se não é um lindo!?  Claro, quem não ficou firme e forte fui eu, que me emocionei quando o Thi me abraçou e disse que "ia sentir muuuuito minha falta", e em seguida o Fá fez o mesmo. Não teve jeito. Saí de lá com o coração apertado, com marido quase me puxando, mas feliz, porque sei que eles estarão felizes e bem cuidados (e levarão menos broncas, hahaha).

4 de julho de 2011

Tia Lê, again! :)

Sexta recebi uma notícia totalmente inesperada, mas que me deixou muito feliz. Vou ser titia de novo! A namorada do meu irmão está grávida e dá pra perceber como os dois estão felizes! Eu já estava achando que não ia mais sentir cheiro de bebê novo tão cedo, mas aí veio a surpresa. Nossa, que alegria! Minha mãe está toda feliz, afinal terá um netinho do "filho preferido" dela... Hahaha, brincadeira, mãe!!! Mas parece que finalmente ela terá um netinho por perto, pra ela poder cheirar, beijar e estragar quando e quanto quiser. Por isso, pra ela ir se acostumando, semana que vem estarei por lá e vou deixar duas encomendas que ela pode devolver quando quiser: no final de semana seguinte, em agosto, em dezembro... aliás, se não quiser, nem precisa devolver! Hahaha! Pobrezinhas das minhas crias! Eu fico brincando, mas outro dia fui pensar em ficar 2 semanas sem eles (acho que é mais ou menos o tempo que ficarão por lá, se a vó aguentar), deu um apertinho no peito... Tô adorando pensar que vou ficar 3 dias das minhas férias sozinha, de pernas pro ar, sem me preocupar se alguém tá com fome ou se quer brincar, mas já tô vendo que sou eu quem vai chorar quando não tiver em quem dar beijinho de boa noite, cobrir com carinho e desejar que "durma com Deus". Vou sentir falta até de gritar "volta pra sua cama" ou "se levantar eu não vou cobrir de novo", rs. Mas sei que é bom pra todo mundo: pra mim, que descanso; pra vó, que curte os netos; mas principalmente pra eles mesmos que vão curtir a vó, que vão se divertir, que vão se sentir "independentes" por estarem viajando sem os pais - será a primeira vez do Fá por mais de 1 noite. Acho que esses dias vão ser muito importantes pro desenvolvimento deles no geral. E ainda vão poder voltar pra escola com histórias pra contar sobre as férias! Melhor que 10 dias trancados no apErtamento...

28 de janeiro de 2011

Família que pedala unida...

Só uma coisa pra dizer: DE-LÍ-CIA de dia!!!

Os dois passeios do dia estavam previstos há muito tempo mas, por um motivo ou outro, foram sendo adiados... Pra começar, o café da manhã foi ótimo, com um delicioso capuccino que eu ensaiei, ensaiei, mas finalmente resolvi fazer. Modéstia bem à parte, o meu é melhor que qualquer um que eu já tenha comprado pronto e agora eu tenho um potão dele light. Depois fomos almoçar numa lanchonete famosa (Big X Picanha) que sempre tivemos vontade, mas nunca tivemos coragem, por causa do preço. Um lanche pra cada, um petit gateau pra cada, 3 cocas e uma micro-porção de batata frita (e era a média!!!) e o valor da "continha": R$141. Olha, não sei pra vocês, mas 140 reais num almoço pra mim é MUITO caro!!! É claaaaro que eu não paguei tudo isso, aliás, só fomos nessa lanchonete (que fica longe pra dedéu e pra chegar é um trânsito duzinferno) porque compramos cupons e tivemos mais de 100 reais de desconto. Pior que agora tô fazendo a conta e, entre cupons, consumo e taxa de serviço, gastei mais de 60 reais e começo a me arrepender um pouco. Porque tá, o lanche é muito gostoso, mas não mais que o de perto da casa da minha mãe, que custa 8 ou 9 reais o X-tudo-que-você-imaginar. E esse era só picanha, queijo e vinagrete por (senta pra não cair) DEZOITO E NOVENTA - e a coca de lata, 3,90. Whatever, vai ver eu que sou pão-dura demais... 

De lá fomos pro Parque Villa-Lobos (e meu paulistano, que andou em Pinheiros a vida toda, conseguiu errar o caminho 3 vezes em 15 minutos; até a saída pra Marginal, básica, ele conseguiu errar e quase apanhou, porque eu não aguentava mais o calor). No parque foi ótimo, é um lugar muito agradável e, apesar do enorme calor, demos muita sorte, pois logo começou a refrescar, até choveu bem de levinho (e nossa água ainda estava geladinha, hehehe). Eu e marido alugamos bicicletas pra nós também e fomos andar com eles. Foi só meia horinha, mas foi ótimo, uma delícia. Pena que já estávamos cansados e a água acabou. Deu até vontade de comprar bicicletas pra nós. Mas primeiro tenho que comprar outra casa (pra guardá-las) e outro carro (pra transportá-las). Acho que é mais fácil alugar mesmo.........

27 de janeiro de 2011

Praça da alegria

(Em 26.01.2011)

E então nós resolvemos levar as crianças para andar de bicicleta. Marido precisava ir ao banco e então fomos à USP, pois lá tem uma praça enorme e deliciosa ao lado dos bancos. Deliciosa para andar de bicicleta, claro. Já para ser atravessada ao meio-dia, no verão... só por Deus. Enfim. A bicicleta do Thi estava literalmente pendurada (na varanda) há exatamente um ano e precisou de uns ajustes. E ele ganhou um capacete novo. E pediu pra tirar as rodinhas. Confesso que duvidei. Quando compramos a bicicleta, precisamos comprar também as rodinhas, pois ela é aro 16 20 e já não vêm as benditas. Só que, com todo o tamanho dele, mais o peso da bike, elas não aguentavam. Resultado: com medo de cair, andou muito pouco com ela. Um dia, ano passado, chegou em casa falando que tinha aprendido numa bicicleta menor de um amigo. Tá bom, você tá dizendo... Mas, voltando ao passeio, achei que eu teria trabalho. Pra minha surpresa, a criança montou na bicicleta e saiu pedalando. Simples assim. Fiquei tão orgulhosa do meu garoto!... Rolou até um pequeno acidente, causado pela inexperiência do "motorista" novo, que não consegue coordenar tudo ao mesmo tempo: curva, freio, pés... imagina quando ele tiver que olhar em 3 retrovisores, haha! Mas não teve o menor stress - ele deu até risada. E Fabrício sempre atrás dele feito um carrapatinho, tentando pegá-lo e querendo ser "veloz". Nem o pedal conseguiu acompanhar a velocidade daquelas perninhas... Voltamos pra casa pra almoçar... às 16h! Mas foi uma tarde deliciosa!!!!!


Passeando juntos
O "acidente"

Programas de (meia) família

(Em 25.01.2011)

Feriado municipal com muito sol. Foi o dia ideal pra dividir nossa família. Brincadeira, claro, mas foi um dia especial onde cada um de nós conseguiu curtir um dos filhos separadamente, o que eu acho que deve ser muito importante e gostoso pra eles. Thierry e o pai fizeram programa de menino: pescaria. Coisa mais masculina (e chata), impossível. Mesmo sem pegar um peixinho sequer, o garoto voltou feliz da vida - e com barro até o cabelo. Eu e o Fá ficamos em casa, já que eu acho esse o maior programa de índio do mundo. Achei que ele daria um chilique quando soubesse aonde os outros foram, mas não, só disse que queria ir também e, quando eu disse que não dava, foi super compreensivo. Descemos e ele andou de bicicleta, foi no play, jogou bola na quadra. Uma pose de goleiro que é uma fofura, uma comemoração de gol que é uma delícia de ver! Depois do almoço conseguimos até tirar um cochilinho (coisa que eu ainda não tinha feito nas férias). Ruim foi só ficar sem celular, mas como agora eu tenho um TIM (uebaaaa!!!!), além de falar cazamiga, consigo navegar um pouquinho no celular (aquele que marido ganhou do "amigo"... hunf!). E recebi minha primeira ligação no meu chip novo, AMEI, era a minha mais nova seguidora, aquela que já era sem ser, hahaha. Pena que ela more tão pertinho do trabalho e a ligação seja tão curta... rsss


O artilheiro...

...e o pescador.

22 de janeiro de 2011

Resumo da semana - como se eu conseguisse...

Olha... semaninha puxada essa, viu? Tô meio perdida, nem lembrava que hoje era sábado... E tô pregada!

No post sobre a barraca (terça, dia 18), eu disse que ia montá-la para o Thierry dormir sozinho. Mas, que delícia, o Fá mudou de ideia assim que eu dei umas barrinhas de neon e fiz uma "passagem secreta" por baixo da mesa. Na quarta acordamos mais cedo (tipo umas 9 e meia, hehehe) e fomos para a Estação Ciência. Apesar do ingresso baratinho, todos nós entramos de graça em qualquer museu da USP, inclusive lá. É muito legal, mas, sinceramente, não é o passeio ideal pra idade deles - também estava mais "fraco" que das outras vezes que fui. Acho que o Thierry só entendeu uns 10% das exposições. Só se interessaram um pouco mais pelos animais (cobras e peixes) e pelos espelhos que deformam. De resto, só queriam apertar botões, girar manivelas e colocar a mão em tudo. Nem o corpo humano chamou muita atenção. Depois fomos até o Mercado da Lapa, o que tornou o passeio mais cansativo, ainda mais voltando com o Fá no colo (sorte que é peso pena!). No dia seguinte foi a vez do shopping, pois tínhamos bastante crédito da Playland pra gastar - e também muita vontade de McDonalds pra eles e de Subway e KFC pra nós. Até nós nos divertimos nos brinquedos. Só que chega uma hora em que o passeio começa a ficar chato, com eles cansados, e nós estressados com o cansaço deles. Fomos em duas lojas da TIM e duas Americanas atrás de um chip, mas ninguém tem chip pré-pago pra vender. Estou louca pra poder falar a 25 centavos "cazamiga", hehehe. Mas vou ter que esperar um pouquinho. Na sexta ficamos em casa. Era pra ter sido um dia de pernas pro ar. Aí eu resolvi varrer o quarto deles, tirando a cama do Fabrício. Depois resolvi tirar o pó. Mas antes eu resolvi colocar as prateleiras que estamos planejando há meses. E elas deram um trabalhão. E depois resolvi aproveitar a furadeira pra instalar o espelhinho-novo-pra-tirar-sobrancelha no banheiro. E depois eu tive que arrumar toda essa bagunça e organizar as prateleiras. E depois eu resolvi bater papo com a Andreia, arrumar revistas e ver Criminal Minds, tudo ao mesmo tempo. E depois eu resolvi passar Tacolac no chão - e ficou uma merda. E depois eu resolvi fazer a pizza de massa folhada que estava matando o Thi de desejo. Terminei o dia quebrada, mas nada que me impedisse que hoje, logo pela manhã, dar uma faxina no meu sofá encardido. Usei Vanish pra carpetes e tapetes, achei que não tava funcionando e marido esfregou de novo com água e sabão mesmo. Resultado: depois de seco, o pobre do meu terceiro filho estava todo manchado. Agora teremos que repetir todo o processo, pois ficou pior que só encardido. À tarde, um temporal como há muito eu não via e que encheu meu garotinho de medo - mas me deixou orgulhosa com meu garotão, que ficou desenhando no laptop dele e nem deu confiança pros raios e trovões que antes o faziam se esconder e tremer de medo. Fiz um cachorro-quente com direito a purê, vinagrete e batata palha pro lanche, pra fazer jus aos três paulistanos que tenho em casa. De sobremesa, bolo de nozes com cobertura de brigadeiro que não ficou exatamente como eu queria (por isso não vou colocar o link), mas deu pra matar as lombrigas. E pra lamber os beiços...
 
Se a Claro ajudar, eu consigo publicar este post ainda hoje.... Grrrrr!!!!

18 de janeiro de 2011

Great idea, ace!

Quando Thierry tinha uns 2 anos, eu cismei de comprar uma barraca dessas infantis pra ele. Gostei de uma que era a Lanchonete da Mônica e na época custou 50 reais. Eles usaram bastante, mesmo morando sempre em lugares tão pequenos (quando comprei, morava nos fundos da casa da minha sogra, num quarto-e-cozinha). Ela ainda existe, já montei umas vezes aqui no kinder ovo. Ela ocupa menos espaço do que parece, mas é muito chata pra montar, um verdadeiro quebra-cabeça. Só que eles adoram, é um lugar onde podem brincar sozinhos e soltar a criatividade. Por isso, em um dos aniversários do meu sobrinho fui procurar uma do mesmo tipo, mas já custava 80 reais e a madrinha pobre não pôde dar. A história dessa nova barraca é diferente e se deve somente ao meu consumismo (mentira, nem sou muito consumista). Na verdade eu adoro barracas de camping, fico doida com aquelas enormes, pra não sei quantas pessoas, com "quartos", varanda e talvez tenha até uma suíte com hidromassagem lá dentro, vai saber. Acho a coisa mais linda, só de ver me dá vontade de "brincar" de acampar. Eu disse de "brincar" mesmo, porque eu não me vejo acampando, nem me convide! Imagina, com mosquito me picando, risco de encontrar cobra, rato, sapo, barata ou qualquer outro bicho, tomando banho de rio, sem tv, sem banheiro, sem água geladinha... uhhh... tô fora!!! E se minha unha quebra? Posso levar meu kit manicure? E secador de cabelo? Laptop? Ventilador? Me arruma uma tomada?? Ah, curvex, rímel e batom pode, né? Mas enfim, voltando. Um dia desses eu estava no Extra e por acaso passamos na área de camping. Aí tinha uma placona de oferta pra essa barraca. Meu lado consumista já quis sair pegando, mas precisávamos ver se teria espaço suficiente e se as crianças se "aventurariam" a dormir nela, na sala. Na sexta resolvi pegar. Os meninos adoraram, dormiram tranquilamente (Fabrício só insistia em saber se a porta estava fechada, hahaha) e no dia seguinte até tomamos café no "acampamento". Ontem eu e marido saímos e eles ficaram na vó, com a barraca, fazendo uma baita zona. E Thierry já está me pedindo pra montá-la de novo - mas hoje provavelmente vai dormir sozinho, pois o Fá anda com medo. Parece que foi, quase sem querer, uma das melhores "aquisições" que fizemos pra eles. Quase o dobro do tamanho da outra, facílima de montar e por apenas R$39,90 no vale alimentação. Rá!

16 de janeiro de 2011

Revisão de prioridades

(Previously on Three and me... ops! Acho que tôvendo seriados demais!...)
No post passado eu disse que dois motivos me fizeram chegar à conclusão que devo aproveitar melhor meu tempo com os meninos nessas férias. Este post é sobre um deles - o principal.

Eu não acho que nossas férias sejam mal aproveitadas. Pelo contrário. Em geral, conseguimos descansar bastante, colocar a faxina em dia, as crianças ficam algum tempo com as avós e algumas vezes conseguimos até viajar/passear. Mas muitas vezes eu percebo que as crianças querem atenção e eu estou preocupada com a limpeza, a comida e até com o computador ou a TV. E aí, no final das férias, tenho a sensação de que aproveitei bastante. Mas agora estou me perguntando: e eles? Será que aproveitaram? 

Eu já estava revendo meus "planos" quando esse pensamento aumentou, há cerca de uma semana, graças a um acontecimento bobo. Foi um dia normal e gostoso, as crianças já estavam dormindo, eu já havia deitado, vi TV, dei boa noite ao marido e me virei para rezar. Neste momento, senti duas pontadas no peito. Como eu nunca tive um enfarte, nunca conheci alguém que tenha sobrevivido a um e nunca estudei o assunto a fundo, pensei: "Ih, f*deu! Chegou minha hora! Adeus, mundo!". Como dá pra perceber, devem ter sido gases ou qualquer outra coisa, mas não era um enfarte - pelo menos não um fulminante. Acontece que os instantes seguintes foram suficientes para milhões de besteiras passarem pela minha cabeça. Não só besteiras. Eu sei que todo mundo vai morrer e a ideia não me apavora. Eu só não queria que isso acontecesse antes de eu ter aquela sensação de "missão cumprida" e minha vida em ordem. Por enquanto, sinto que ainda falta muita coisa - e a principal delas é ver meus filhos crescidos e "bem encaminhados na vida". Naquele momento, eu só conseguia pensar nos meninos e em como seria crescerem sem a mãe por perto. Por experiência própria, sei o que significa. Perdi meu pai às vésperas de completar 19, já era grande e ainda sinto a falta que ele faz em muitos momentos, como no dia em que passei no vestibular, no meu casamento ou em cada dia que ele poderia estar com os netos. Mesmo com minha mãe tendo se saído tão bem em todas essas situações, é óbvio que ele faz muita falta! Eu era adolescente, achava mais fácil tentar me esconder dos problemas (como se fosse possível) do que ficar ao lado dele, mesmo sabendo que aqueles momentos acabariam logo e nunca voltariam. Mas tem uma coisa que me alivia um pouco esse sentimento: naquela que foi a última noite que ele passou em casa, eu fiquei alguns minutos com ele vendo o jornal, perguntei se precisava de alguma coisa e disse que o amava (coisa que uma adolescente de 18 anos não diz o tempo todo). E essas foram minhas últimas palavras pro meu pai: EU TE AMO. Por pior que seja, ainda acho que é o melhor jeito de se despedir de alguém tão importante na sua vida. E ali, chorando de angústia, eu pensava como seria se eu morresse e minhas últimas palavras pros meninos tivessem sido "vai deitar!"??? E se eu morresse sem fazer o "ovo de dinossauro" que havia prometido pro Thierry ou sem montar a pista que havia prometido pro Fabrício??? Saí da cama e fui pro quarto deles um pouquinho. Entre outras coisas, fiquei pensando em como eu seria triste se morresse tão magoada e estando brigada com minha única irmã, que eu adoro, sem ter dito pra minha mãe o quanto a amo e quanto sou grata por tudo o que ela fez por mim, especialmente enquanto eu fazia faculdade, sem agradecer a cada uma das minhas amigas pelos deliciosos momentos que passamos juntas (mesmo que, com algumas, eles tenham sido apenas via computador), sem dizer ao meu marido pela última vez que eu o amo demais e sem ter feito tudo que eu podia para dar aos meus filhos momentos especiais e de alegria. Algumas coisas eu não posso controlar, mas quero fazer tudo que for possível pelas outras. No dia seguinte, além dessa certeza, eu acordei bem mais leve, sem raiva, sem mágoa. E daí que o chão precisa ser varrido e não está brilhando? E daí que o sofá está tão cheio de bagunça que quase não tem onde sentar? E daí que o almoço não é tão nutritivo ou que é igual o de ontem? E daí que minha unha tá um horror? E daí que tá passando pela 847ª vez aquele episódio que eu gosto (ou mesmo um que eu ainda não vi)? E daí que eu vou ter que tomar um Tandrilax no final do dia? Não significa que eles farão o que quiserem ou que não levarão uma bronca ou ficarão de castigo. Disciplina não tira férias. E nem que eu não vou fazer as coisas que eu precisar. Ainda há muito que eu quero e vou fazer (como lavar as cortinas, limpar o sofá e organizar alguns armários), mas decidi que, ainda assim, darei aos meus filhos mais momentos com qualidade, pelo menos enquanto eu estiver de férias - durante o ano é mais difícil e eu não me culpo. Isso também significa que eles podem ficar um tempo na vó, se quiserem. Daí eles chegam, eu continuo escrevendo o post e já sinto que estou falhando. Hora de parar, dar banho, esquentar o que restou do jantar de outro dia, deixar tomar quanto sorvete quiserem e ficar com eles um pouquinho. Até porque acho que eu já disse tudo o que eu queria dizer antes de morrer.

14 de janeiro de 2011

Férias sem descanso (mas com muita diversão)

Férias. Quarenta dias com duas crianças. Trancados num apartamento de 54m² e o mundo de água caindo lá fora, o que restringe a possibilidade de passeios e atividades externas, haja criatividade!!! Tanto nas brincadeiras quanto no fogão. Por dois motivos que falarei em outros posts, decidi que vou aproveitar melhor meu tempo com eles nessas férias. Ainda assim, já descansei bastante e tô conseguindo colocar a faxina em dia com tranquilidade (as paredes estão um brinco!). Decidimos também não gastar dinheiro viajando, então preciso renovar a cada dia meu estoque de ideias e "copiações" do Mister Maker e Artzooka. Já fizemos ovo de dinossauro com papel marchê (que depois virou o planeta Terra), já pintamos caixinhas de MDF, já montamos pistas de Hot Wheels, já lavamos o banheiro juntos, já jogamos video game, já fizemos uma cidade inteira de caixinhas de papelão. E ainda sobrou muito tempo para eles jogarem no computador, verem televisão e "descobrirem" canais novos (Fabrício se recusa a tirar do DK, mas essa semana descobriu o Mickey no Disney Channel). Arrumar comidas diferentes e atrativas para esses dias, às vezes sem inspiração, às vezes sem tempo e às vezes sem muitas opções no freezer também não é tarefa fácil. Mas hoje eu resolvi usufruir de alguns benefícios que temos - tipo um monte de museus de graça. Programamos alguns para a semana que vem e hoje fomos a dois: o oceanográfico, com aquários e esqueletos de animais marinhos, e o de geociências, com todos os tipos de gemas, minerais e fósseis que se pode imaginar. É a coisa mais linda, minha mãe, que adora pedras e teve até uma lojinha, ficaria doida. Eu estudei 5 anos ao lado dele e não o conhecia... Na volta, a bagunça ficou por conta da barraca de camping que compramos. Tive que acalmar os ânimos enquanto fazia o jantar (yakissoba, nhammm), porque queriam montá-la. Depois, brincaram com tanta empolgação que mal conseguimos ver o último capítulo da novela. E sem nenhum desentendimento. Acho que a ideia pegou e valeu a pena! Agora estão os dois dormindo feito anjinhos. No acampamento, claro!
 
Tem até lanterna. E garrafinha de água.

Resolvi colocar as fotos das férias no Facebook, onde controlo o acesso. "Azamiga" podem olhar o restante lá. Aqui, é só.