Site Meter Três e eu: Final de ano
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31 de dezembro de 2010

A idade chegando...

[5 minutos depois....]

Assim que cliquei em "publicar postagem" no post anterior, subi para colocar um miojo no fogo pros meninos. Quando terminei de descer 4 degraus, levei um capote, quase de cara no chão. Em vez do esmalte amarelinho que saí especialmente pra comprar (neeeeem quis copiar a Keylla, kkkkk), porque tô precisando de dinheiro, acho que vou passar uns 3 tons de roxo, só pra combinar com meu joelho... Ainda bem que foi só um ralado. Pior seria quebrar o pé e ter que ir pro hospital com essa perna de quem depilou há uma semana. Pelo menos o gesso combinaria com minha roupa.
[UPDATE: Algum tempo depois de publicar este, percebi que o Fabrício (provavelmente ele) havia escrito letras e apagado uma parte do post anterior, que estava sendo editado... Eu mereço, mesmo...] 
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Pelo jeito, na passagem de ano seremos só nós, minha mãe e meu "pai emprestado", já que um irmão foi acampar e o outro passará na casa da namorada. Pensei em ir pra casa, tenho vontade de ver os fogos de lá, já que da minha varanda a visão é uma delícia. Mas nós somos folgados e fomos ficando, ficando... e gosto tanto de estar aqui que resolvi esperar até terça para ir embora - já que quarta é aniversário do maridinho. Se meu joelho colaborar, daqui a pouco subo para fazer rabanadas, minha comida preferida de Natal e Ano Novo. Antes vou lá escolher meu esmalte. Tem algum que seja para evitar estabacos de pessoas com certa idade???

Aberto para balanço

Esse é provavelmente o final de ano em que estou mais assídua com o blog - a quantidade de posts e de ócio são inversamente proporcionais às coisas que podem ser feitas na cidade (que eu adoro, não estou reclamando, não!!!). E resolvi fazer um balanço dele. Se ontem foi a retrospectiva da Globo, hoje é a minha vezhttkamt (UPDATE: será que alguém de 3 anos mexeu aqui depois que eu digitei????).

2010 não foi um ano marcante. O que não é necessariamente ruim, pois significa que nada de muito importante aconteceu; nada de muito bom, mas também nada de muito ruim. Prefiro assim.
  • Meu time não ganhou nada no ano do Centenário, mas nos encheu de orgulho em muitos momentos. E a torcida provou que pode não ser a maior, mas é a melhor e mais FIEL, capaz de fazer uma festa como ninguém mais.
  • O Brasil não foi hexa e deu até uma certa vergonha da derrota, mas isso todo mundo já sabia.
  • Meu candidato não foi eleito presidente, mas outro foi eleito governador em 1º turno. Na verdade, não sei se isso é tão bom assim. Mas prova que não sou louca (pelo menos sozinha).
  • Minha banda preferida não voltou a fazer show e provavemente não voltará, mas consegui ver meu grande ídolo de perto mais uma vez.
  • Comemorei 10 anos ao lado do homem da minha vida, pai amoroso dos meus filhos, companheiro  fiel, melhor amigo, cúmplice, leal, companheiro e único.
  • Meu filho mais velho foi para uma escola nova, excelente e gratuita, com muitos amigos velhos e outros tantos novos. Descobriu coisas sobre si mesmo, sobre os outros, sobre crianças do mundo. Aprendeu e ajudou amigos a aprenderem. Melhorou sua leitura a ponto de ser elogiado por uma Profª Dra. da Faculdade de Educação da USP.
  • Meu filho mais novo continua na mesma creche que se supera a cada ano em qualidade. Aprendeu as letras e os números, descobriu muito sobre borboletas, sobre horta, sobre músicos, sobre o tempo e o espaço, sobre os adultos já terem sido crianças. Foi constantemente elogiado por sua simpatia, espontaneidade, interesse e, principalmente, pela musicalidade que possui e impressiona.
  • Meu "quase-pré-adolescente" começou a usar óculos; meu "recém-ex-bebê" deixou de usar fralda e chupeta.
  • Descobri meu lado "menina" que eu nunca tinha percebido e que me fez bem demais.
  • Redescobri o prazer de "blogar", um prazer que eu havia perdido há algum tempo. E percebi que não preciso de um público para quem escrever. São apenas minhas memórias e pensamentos.
  • Pela primeira vez convidamos amigos da escola pro aniversário do Thierry e a festa foi um sucesso.
  • Minha avó ficou doente e nos deu um belo susto, mas saiu dessa e está bem, agora.
  • Meu trabalho continua tranquilo e não tem mais o clima pesado que tinha no ano passado.
  • Enfrentamos mais uma longa greve cheia de pressão e represálias que não nos deu praticamente nada.
  • Resolvi me calar em alguns momentos e falar em outros. Não me arrependo de nenhum deles, nem mesmo do único que teve resultado negativo.
  • Dei um "chilique virtual" com a vizinha de baixo que reclamava de barulho a qualquer hora (mesmo quando não estávamos em casa), e desde então não houve mais reclamação.
  • Rompi relações com alguém que cansou minha beleza e já estava me fazendo mal de tanto tentar provar que era melhor que eu em tudo.
  • Descobri o que uma pessoa por quem eu nutria o mais profundo afeto e amor realmente pensava a meu respeito, mas nunca teve coragem de falar.
  • Descobri, ainda, que pessoas são capazes de fazer acusações levianas, julgamentos precipitados e depois fazer exatamente aquilo que tanto criticaram e condenaram, porém de maneira muito mais deplorável.
  • Aprendi que podemos nos arrepender e pedir desculpas, mas que podemos também nos arrepender POR pedir desculpas.
  • Estreitei relações com uma amiga a quem eu já adorava e que se acha maluca por sermos tão amigas sem nunca termos nos visto. Mal sabe ela que eu nem acho tão maluquice assim e talvez isso seja a verdadeira maluquice.
  • Depois de um longo e tenebroso inverno sem contato, uma das minhas amigas mais queridas voltou pra vida virtual e me trouxe de volta uma alegria que estava faltando.
  • Comecei uma dieta junto com a amiga, mas também parei junto com ela. Emagreci pouco e já devo ter engordado de novo só esses dias na casa da minha mãe. Mas foi uma boa experiência que quero continuar.
  • Tive "febre" de Twitter, "febre" de FarmVille, "febre" de Mafia Wars, mas felizmente todas passaram. Infelizmente apareceu o CityVille.
Não foi um ano de fatos marcantes ou "pra ficar na memória". Mas foi mais um ano importante e com acontecimentos únicos. Somando as coisas boas e ruins, o saldo é extremamente positivo. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

Não vou fazer promessas pro Ano Novo. Não acho que faça diferença fazermos o que achamos certo em janeiro ou em dezembro. Tento acertar o ano todo. Nem sempre é possível, mas, quando erro, reconheço, levanto a cabeça e sigo adiante. Para o novo ano, desejo apenas que haja paz, amor, saúde e harmonia para mim, minha família e meus amigos. E que Deus continue nos abençoando e protegendo, como sempre fez. Não que eu vá achar ruim se levar sozinha os 200 milhões da MegaSena hoje...

25 de dezembro de 2010

Cada um no seu quadrado

É Natal!!! Adoroooo!!!

E não  é que o Papai Noel ouviu os pedidos dos meninos??? Fazia pouco tempo que havíamos chegado na casa da vovó quando ele passou, talvez tenha se dado conta que o presente barulhento do Fabrício não seria muito legal perto da meia-noite... Para mim, o presente não poderia ser melhor: o brilho nos olhos dessas crianças quando abriram os presentes. Fabrício ficou impaciente enquanto o pai montava a bateria. Só depois de uma meia hora se tocou que também ganhou um set de carrinhos de polícia e só foi brincar bem mais tarde. Thierry não sabia qual caixinha olhava primeiro (e nem eram tantas assim, umas 6, mais a maleta e um quadro para colocar HotWheels) e, como a caixa estava cheia de coisas (tintas, faixinhas adesivas, pincéis, suporte para lavar pincéis, telas, glitter), ficou maluco, acho que pensando que o Noel tinha gasto um dinheirão no presente dele (que, na verdade, saiu mais barato que o do Fá). Algumas coisas não vieram, porque ele já tinha usado sem saber que eram dele e a tia esqueceu de colocar de volta. Para a ceia, vovó preparou costelas que, meu Deus... melhor nem lembrar!!!

Será que só tem papel aí dentro???

Felicidade e vibração ao descobrir o que é o presente
 
Taaaanta coisa!!!!!

Meu pequeno Carlos Maltz (Engenheiros)

Ceia do meu magrelinho: Pão com farofa, kkkkkk

Hoje logo cedo Thierry começou a me pedir pra pintar uma caixinha pra colocar os tais dos Bakugans (ganhou 3). Pro Fabrício dei uma tela (porque "o Noel ligou avisando que era uma pra cada um") e minha mãe deu guache. Thierry ainda está concentrado na mesma caixinha, já aprendeu a misturar cores, pintou com certa "técnica", não gostou, pintou por cima e agora está pacientemente esperando secar para dar outra demão. Fabrício em 2 minutos pegou um monte de tintas, misturou tudo e foi tocar bateria - e, o "pior", cheio de confiança e ritmo. Ado, ado, ado, cada um no seu quadrado...

23 de dezembro de 2010

Será que ele vem???

Fato 1: Quando fomos comprar o presente do Fá, falei pro marido pra pegarmos um tamborzinho mais barato que o menino ia ficar feliz assim mesmo (lembrando que eu não queria gastar muito com presentes). Ele respondeu que não ia dar certo, que aquela coisinha de 3 anos e meio conhece os instrumentos de percussão melhor que nós e ele queria uma BA-TE-RI-A. Em vez de 24, perdi 100 reais (mas feliz, pq a bichinha é linda!). Em "6 suaves prestações". E acabo curtindo por ser o primeiro Natal em que meu pitoco sabe o que quer.

Fato 2: Ontem os dois ficaram na sogra e foram com as tias pra Paulista passear. Chegaram meio tarde e dormiram lá. Hoje cunhada perguntou se eles podem voltar à noite para irem a uma festinha - achamos ótimo, pois assim podemos embrulhar o presente do Thi com calma e arrumar o carro sem a preocupação de um flagrante.

Junção dos fatos:  Claro que Fabrício estava com um humor do cão logo cedo quando fomos pegá-lo pra ir à escola. Começou a insistir que o pai tinha dito que ele ficaria na vó hoje, e eu expliquei a programação dos dois dias. Dissemos que ele tinha que ir pra escola buscar o material e os trabalhos dele e amanhã iremos pra vó porque é o dia do Papai Noel passar. Ele, então, respondeu: "Mas a gente já 'viu ele'!!!" Argumentei, dizendo que ele ainda não tinha ganho presente. Ele continuou indignado e repetiu, dessa vez nervoso e gesticulando. Também repeti, e falei que já tinha combinado com o Noel de entregar os presentes na minha mãe. Ele parou e pensou por um segundo, então disse que só queria uma bateria (não entendi ao certo, mas acho que ele quis dizer: "dane-se quem e onde vai entregar, eu só quero a bateria"). Falei que então ele precisaria seguir a programação pra saber se receberia o presente que pediu. Pra nossa surpresa, ele DO NADA respondeu: "Mas eu não quero um tambor, eu quero uma bateria!!!" Eu e marido nos entreolhamos sem entender e eu ouvi "tá vendo????" bem baixinho. Ainda bem que ele não cismou com a motinho elétrica de 600 reais que viu na Recreio. Aí, o primeiro Natal sabendo o que quer, seria tambem o primeiro Natal frustrado dele.

OBS.: Último dia de trabalho é duro. Ninguém quer (nem pode) deixar nada pendente, então tenho pouca coisa pra fazer. Com um post logo cedo, dá pra ter noção de quanto é "pouca", né?

19 de dezembro de 2010

Os presentes

Não sei se dormi o resto do ano, mas só ontem me dei conta de verdade que este é o último final de semana antes do Natal. Eu e marido estamos sozinhos em casa, os pequenos foram ontem pra vó e só voltam amanhã à noite. Por isso resolvemos sair pra terminar de comprar os presentes deles, achando que o xópin estaria um inferno. Tava cheio, mas não pior que o normal. E o quesito "presentes" está quase resolvido - só faltam os dos sobrinhos, que não tenho pressa, pois infelizmente não os verei. Fabrício, louco por música, cismou com uma bateria com "batêcas" (baquetas). Agora ele pode até montar uma banda com os instrumentos que tem. Thierry queria os tais dos Bakugans, mas eu disse que não, porque é caro e quebra fácil. Quando fomos na PBKids, percebi que nem nós, nem ele, sabíamos que presente seria legal. Foi aí que pensei em um kit de artesanato em madeira, que ele adora fazer com as tias artesãs. O menino adorou a ideia, no dia seguinte compramos várias coisas - maleta, caixas, tintas, papéis para decupagem - e hoje terminamos com os pincéis. Cada um vai ganhar também outro presentinho (Thi um Bakugan e Fá um set de carrinhos), porque ficamos com pena de não poderem usar muuuito os outros presentes assim que ganharem. Tinha me prometido não gastar muito com presentes, mas sempre acabo estourando o orçamento. A gente se recupera durante o ano, quando acabarem as parcelas...

21 de novembro de 2010

Festas de final de ano - 1ª etapa

Depois de receber a 1ª parcela do 13º, parece que as comemorações de final de ano "oficialmente" começaram. É a minha época preferida (e não só porque falta praticamente um mês pra começarem o recesso e, em seguida, meus tão sonhados 30 dias de férias, já que não tiramos em julho). Hoje vamos decorar a casa para o Natal, a-do-ro, e as crianças estão ansiosas. Ontem foi o delicioso e superesperado dia da festa de confraternização do antigo trabalho do marido - uma associação de funcionários da qual ele continua sendo sócio justamente porque tem uma festa de final de ano realmente muito boa, além da cesta de natal e de outras festas menores, mas muito gostosas, durante o ano, como festa junina, dia da pizza, dia das crianças, etc. A festa, que tem acontecido no final de novembro provavelmente pelo valor do lugar (que cobra a bagatela de R$ 4.290,00 pelo pacote de 3 diárias no Reveillon para duas pessoas e R$2.640,00 para o Natal), foi maravilhosa como o esperado - e, o melhor de tudo, custou pouco mais de 7 reais por mês ao marido. Também acontecem bons sorteios (TVs, bicicleta, microondas, grill, aspirador de pó...), mas é raro a gente ganhar (só uma vez ganhamos acho que um telefone sem fio). Ano passado, como não conhecíamos, eu não quis ir de maiô, porque, no ano anterior, tinha sido num lugar onde a água da piscina estava com a cor mais esquisita e nojenta possível. Claro que me arrependi, pois neste outro lugar a água era límpida e eu fiquei com a marca da bermuda bem no meio da coxa, fora que não pude brincar muito com o Thierry - Fabrício nem chegou perto. E eu tinha vergonha de andar de maiô num lugar onde conheço um monte de gente, ainda mais estando tão acima do peso - não que isso seja o grande problema da minha vida, muito pelo contrário. Mas bom senso é tudo e, graças a Deus, eu tenho. Mas era tanta coisa pior, vestida pior (gorda de biquini é uó!!!), que eu desencanei. Botei meu maiô véio e fui. Antes, passamos pra comprar uma sunga pro marido, e saí de lá, além da sunga, com um maiô novo, uma bolsa e uma saída de banho combinantes, hahaha. Acontece que o maiô velho é bem feinho e tava esmagando as peitchola, me incomodando mesmo. O novo caiu como uma luva, peitos no lugar, confortável e bonito. E eu não tinha mesmo uma saída de banho e nem uma sacola que coubesse tudo. Enfim, foi um dia muito gostoso, calorzinho sem muito sol, muita comida gostosa (que eu comi pouco), doces de todos os tipos, meus meninos se divertindo muito. Só não deu tempo de jogar boliche, estava muito cheio e a festa acabou antes de chegar nossa vez. E também não fomos no videokê porque os dois preferem morrer a pagar esse mico e eu não pago sozinha. Pena que eles se divertiram mais no fim da festa, por causa do medo que estavam da piscina, que não sei de onde tiraram. Só no final se jogaram - literalmente. Pena, também, que é só uma vez por ano... Agora é esperar a do ano que vem, mas, enquanto isso vamos curtindo as próximas que ainda faltam... Meu trabalho, trabalho do marido, casa da mãe... Essa foi só a 1ª etapa das festas de fim de ano que eu AMO!!!
No começo, os dois morrendo de medo...

Ficamos no rasinho, brincamos de monstro, de pegar e eles foram aos  poucos criando confiança...

Depois, ninguém segurava! Se jogaaa!!! 


Nos divertimos muito, principalmente na "cachoeira". Pena que já era hora de ir embora... :(