Hoje, no dia em que eu e marido completamos 10 anos e 3 meses de relacionamento (baita data marcante, kkkk), eu estava trabalhando e me deparei com a xerox de um pequeno artigo da Folha de 1994 em uma tese. Era um quadro cujo título era "melhores vantagens de estar solteira". Pra mim, uma casada convicta, foi um show de "eu não preciso disto", "posso fazer isto casada" ou "meu marido não é assim". Foi uma delícia ler! Serviu pra ratificar tudo o que eu pensava sobre casamento e o quanto as pessoas falam que sua vida vai acabar, você não vai poder mais fazer nada, etc. Acontece o mesmo em relação aos filhos. E eu também sou uma "mãe convicta". Não conseguiria viver sem realizar este sonho - e a gravidez vinha no pacote, mas não era o principal. Quando engravidei do Thierry, com o maior sorriso possível no rosto, fui dar a notícia a uma amiga. A reação foi: "Você tem certeza, Lê? Filho é pra sempre!..." e eu imediatamente respondi que graças a Deus que era! Hoje eu olho pros meus dois brincando e penso como pude demorar tanto pra ter o Fabrício (foi uma fase meio complicada da nossa vida financeiramente, e eu decidi, com dor no coração, que só teríamos o Thierry mesmo. Até que em 3 dias consecutivos recebemos a notícia de 3 grávidas. Pra mim, parecia um "sinal". Então nós decidimos tentar só por um mês porque, se fosse a vontade de Deus, teríamos outro e pronto. Desejei tão forte que o resultado tá aí, com 3 anos e pulando como uma pulga.). É isso.
"Tenho muito mais dúvidas do que certezas.
Hoje, com certeza, eu só tenho vocêS"
(Humberto Gessinger)
Só agora percebi quantos "3" tem neste post. Hora de jogar no bicho! :)