Site Meter Três e eu: Comidinhas
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28 de fevereiro de 2012

Resumo do resumo. Se é que eu consigo.

Olha só como vocês, minhas QUATRO leitoras (tá bom assim, Keylla??? hahaha), são "sortudas": eu trabalho diretamente em rede e dependo dela pra tudo. Só que, justo hoje, resolveram fazer uma manutenção. Exatamente neste momento. Ou seja, não há nada que eu possa fazer agora, a não ser abrir o bloco de notas e começar a rascunhar um post até ela voltar. É um resumo das férias. Então 'bora começar, antes que volte, hahaha! 

(É claro que foi só terminar de escrever isso que voltou... hahaha! Ok, fico até mais tarde pra escrever...)
Dezembro:
Ano Novo
Ah, como eu adoro dezembro!!! Fora as festas e as férias, tem sempre a expectativa por elas. Não dizem que o melhor da festa é esperar por ela? Pois é. Enfeitar árvore de Natal, planejar viagem, comprar presentes, arrumar as malas... tudo faz parte. E, por mais chato que alguns desses momentos possam parecer, no fim das contas posso dizer que amo muito tudo isso (mas não amo McDonalds!). Passamos a semana inteirinha entre Natal e Ano Novo na casa da minha mãe, foi delicioso. Os meninos se divertiram muito com os primos e eu recebi visita das melhores amigas do mundo. Não tem nada melhor! 
Janeiro: 
No dia 2, segunda, logo de manhãzinha, começava nossa viagem de férias. Primeira vez dos meninos fora do roteiro "casa da vovó". Três diárias reservadas no hotel, um GPS e uma mala, e lá fomos nós, com a cara e a coragem, conhecer Caldas Novas/GO. Foi tudo muito gostoso, até as cansativas 7 horas de viagem (porque já estávamos na minha mãe, que é caminho). Tanto que, chegando lá, dei uma choradinha pro gerente e conseguimos mais uma diária quase pelo preço que pagamos na promoção (comprei as três em pacote de compra coletiva, foi super barato!). O hotel só tinha café da manhã (exatamente igual todos os dias), não tinha nem outra opção de refeição, mas era muito aconchegante. E os hóspedes se sentem à vontade para comprar ou fazer comida e comer ali no apartamento mesmo. E sem aquela chatice de frigobar, que enche os olhos das crianças e tem que ficar conferindo depois. Era geladeira mesmo, super prático. Na terça, dia seguinte à chegada, fomos conhecer um parque que me foi indicado ali mesmo, na recepção do hotel. Tínhamos ido passear no centro da cidade e ganhamos um cupom que daria direito à entrada por 5 reais cada adulto, com a condição de assistirmos a uma palestra (chatésima) de 50 minutos antes. O que a gente não faz pra economizar 90 reais??? Mas o parque era maravilhoso e nos divertimos à beça. Só teve um problema: esquecemos de passar protetor solar (tava frio e chuvoso quando chegamos) e estávamos quase cozidos no outro dia... Os meninos me surpreenderam, foram em toboáguas altíssimos que eu mesma achei que não teria coragem de ir. Sem exagero, devo ter subido as escadas pelo menos umas 10 vezes. Na saída compramos ingresso para outro parque e o plano era ir nele na quarta e na Pousada do Rio Quente, a famosona e cara, na quinta, que era aniversário do marido e ele não pagaria - pão-dura, eu??? Pão-dura não, econômica, hahaha! Só que no dia seguinte estávamos completamente exaustos e ardidos, resolvemos ficar no hotel e ir naquele que já tínhamos comprado na quinta. Que decepção! Chegamos lá e vimos que, justo naquele dia, as águas estariam frias pra medição de não sei o que. Ficamos meio revoltados e eu já queria meu dinheiro de volta quando soube que todos os parques estariam assim, mas que a água quente voltaria logo. Resolvemos ficar. Mas o parque era tão ruim que almoçamos (estava incluso no ingresso) e fomos embora. Ruim do tipo  atrações que fecham pra almoço, piscina de criança cheia de insetos (até aranha tinha), escorregador que não escorrega, cheiro de xixi nas escadas do toboágua e falta de placas e avisos de instruções ANTES de você subir neles (subi uns 15 metros em caracol e descobri que o Fá não tinha altura pra descer, no outro descobri que eu tô gordinha demais e o brinquedo só aguenta até 70kg, hohohoho). Sem contar a bomba do toboágua que queimou quase na vez do marido, que estava havia um tempão na fila. No fim das contas, aproveitamos muito mais no hotel, porque os meninos ficaram na piscina e eu, que não aguentava mais o sol, fiquei perto deles, mas navegando na internet, hehe. Depois de tudo isso (e de aguentar o Thierry falando quase sem parar nas 7 horas da viagem de volta), a ideia era passar mais 2 ou 3 dias na casa da minha mãe. Mas já estávamos quase no 4º dia quando eu resolvi me jogar da escada e torcer bem feio meu pé. A foto aí do lado é do dia seguinte, quando ainda não estava nem roxo. Depois de uma hora no hospital (isso porque já era mais de meia-noite e porque não fiz raio-x, pq não tinha), um "enfaixado" mal-feito, um enfermeiro dorminhoco (na hora do plantão) e um remédio pra dor que não fez nem cosquinha, eu resolvi ficar a semana toda por lá. Casa de mãe, sabe como é, a gente vai ficando, ficando... até que vc se toca que já deu. Meus sobrinhos ficaram com a gente uns dias, já que a mãe os abandonou (muahahaha! Sacanagem, aposto que ela chorou mais que eles, que não derramaram nenhuma lagriminha! muahahaha de novo!) e foi muito divertido. No fim, voltei pra casa e só tive uma semaninha pra curtir as férias antes de voltar ao trabalho. E, ainda com uma baita dor no pé, não consegui fazer tudo o que eu queria nas férias. Mas, com tudo isso, posso dizer que foi uma das mais divertidas das nossas vidas. Já tô pensando nas próximas...

Fevereiro:
A gente volta ao trabalho, as crianças voltam às aulas e a vida volta à rotina. Já está na hora de começar a pensar, ainda que vagamente, no tema da festa do Fá, já que falta pouco mais de 3 meses. Ele anda numa fase "super-herói", embora não assista esse tipo de desenho/programa. Vira e mexe fala que é ninja, gosta de brincar de lutinha com o irmão, adora se vestir de Power Ranger. Mas eu acho que ainda não é por aí o tema da festa. Já falou em "Power Rangers contra ninja" (ideia dele), hoje já falou em Agente Urso, depois falou em festa junina, uma ideia que dei semana passada, já que a festa será em junho e eu tenho mesmo vontade de fazer algo do tipo. Mas antes disso preciso começar a pensar na Páscoa. Quero fazer os ovos de colher como os do ano passado, que renderam um bom dinheirinho. Como eu tenho tempo (ano passado tivemos a ideia uns 15 dias antes da Páscoa e foi a maior correria), quero fazer um cartaz mais bonitinho, procurar uma embalagem com mais calma, essas coisas. Também estou planejando fazer mais uma festa esse ano, já que eu e marido comemoraremos 10 anos de casados. 10 anos de casados!!! Isso é pra comemorar, né não? Resta saber se teremos dinheiro pra tanto... Enquanto não sei, vamos planejando que sonhar não custa nada. Mas agora chega de falar (será que alguém aguentou ler tudo??? hahaha), tenho que ir pra casa fazer um bolo que recebi de encomenda. É o bolo igual ao que fiz pra comemorar o aniversário do marido só que, em vez de cerveja será Coca Zero. Será que vai dar certo??? Torçam aí!


Aniversário do meu amor
 
Bolo de nozes. O o povo gostou.


18 de novembro de 2011

Petisquinho de batata

Sábado, enquanto eu fazia coisas de mulherzinha (depilação, unha, chapinha) pré-feriado, marido fazia pães pra festa de logo mais na casa da sogra. Sozinha em casa, 5 da tarde, uma festa por vir e uma fome de matar. Procurei algo gostoso e que não me enchesse muito, nem desse trabalho. Na geladeira encontrei um saco de batatas compradas uns dias antes em promoção. Eu não costumo comprar batatas muito pequenas, acho uma chatice e um desperdício descascar, mas o preço estava bom e era só o que tinha, resolvi trazer para fazer conserva. Porém, naquele momento, as batatinhas eram do tamanho ideal. Daí surgiu a "receita" que serviu como petisco e acabou virando o lanche de ontem. A combinação perfeita de duas coisas que amo: batata e bacon. Delicinha! Vou colocar a "receita". Vai que você quer testar só pra dizer que eu não tenho razão, né? :) É bobinha, gente, e não é nada de se fazer "ohhh". Mas é boa demais!

-Batatas bem pequenas (para lanche, usei cerca de 4 por pessoa; para petisco, acho que 2 está bom. Mas tudo depende do tamanho da fome da sua família/convidados)
-2 cubos de bacon (sem fritar) por batata
-Queijo ralado
-Cheiro verde
-Sal e azeite para temperar

Cozinhe as batatinhas no microondas pelo equivalente a 2 ou 3 minutos cada - vai depender do seu microondas. Não esqueça de fazer furinhos na casca para elas não explodirem. Depois de cozidas, corte-as ao meio, faça pequenos cortes ou buraquinhos no centro de cada metade (sem tirar a polpa) e insira um cubinho de bacon. Arrume-as num refratário ou forma, coloque sal e um fio de azeite por cima, salpique um pouco de queijo ralado e cheiro verde e leve ao forno ou ao grill do microondas até você achar que está bom (é só o que eu posso dizer, não sei o tempo, hahahaha!). Sirva com batata palha, salada, outro acompanhamento à sua escolha, ou manda ver sozinhas mesmo (a batata é sua, você come como quiser, oras!!!). Agora é fato que eu sempre terei batatinhas-inhas na geladeira, hehehe.

29 de agosto de 2011

OITO - a primeira festança

E aí que o dia que eu mais esperava nos últimos 2 ou 3 meses chegou. O final de semana foi uma correria pra arrumar todas as caixinhas e sacolinhas de guloseimas...

PAUSA.

No sábado foi o batizado dele na capoeira, fez tudo bonitinho, recebeu sua primeira corda, ficou todo feliz. Na saída passamos no Museu do Futebol, que fica dentro do estádio do Pacaembu mesmo, onde foi a apresentação (e a corinthiana aqui, toda besta, porque não tem "casa própria", então visita a de aluguel mesmo, hahaha). Foi tudo muito bonito e gostoso, mas perdemos metade do sábado. Com isso, não conseguimos ir à festa do sobrinho à noite, mas mandamos as crianças com a avó e soubemos que eles se divertiram muuuito!!!


DESPAUSA.

...Foi uma aflição pra saber se ia ser um volume muito grande e se daria tudo certo, uma ansiedade pra saber se as pessoas gostariam... Felizmente deu tudo certo, conseguimos entregar as caixas na secretaria, o volume foi muito, muito menor do que imaginei (ufa! eu não teria caixa pra transportar se tivesse ficado muito volumoso!!!), recebi vários elogios no feicibuque e pessoalmente, vi que o menino ficou feliz o tempo todo. Demonstrou orgulho quando uma das inspetoras elogiou a "festa" e ele foi logo dizendo que o pai e a mãe dele que fizeram tudo - com a ressalva que o relato foi feito pela própria inspetora. Mas orgulho de verdade eu senti quando ele contou que uma das amigas veio dizer que não tinha dado pra comprar um presente (ele recebeu alguns) e ele prontamente respondeu: "Não precisa de presente. Festa não é pra ganhar presente, festa é pra compartilhar alegria!". Foi o melhor elogio que eu poderia receber. Um sinal de que minha mensagem foi recebida...

Kit lanchinho e guloseimas personalizadas do Thierry




19 de agosto de 2011

O primeiro Red Velvet a gente nunca esquece!

E aí, como ontem foi meu aniversário, resolvi escrever sobre meu último experimento culinário: o melhor cupcake que já fiz, modéstia beeeem à parte. Senta que lá vem a história, porque 'cês sabem... Nesses meus 16 anos e meio (em cada perna), eu não aprendi a ser sucinta.

Finalzinho do mês passado uma colega que adora cupcakes me contou que tinha ido a um lugar que fazia bolinhos lindos e gostosos. Procurei o site e babei, o trabalho é realmente lindo. Mas, navegando um pouquinho, encontrei uma postagem onde a moça dizia receber várias mensagens de pessoas em dificuldade ou sem perspectiva e que algumas ela até gostava de ajudar. Mas, logo na 5ª linha, já dizia que algumas são "bastante invasivas" e pediam de cara as receitas, passo-a-passo. E que a essas só lhe restava lamentar, "porque pensam que anos de trabalho, investimento, empenho e também muitas frustrações serão passados de bandeja". Sinceramente, entendo que uma profissional que viva destas receitas não queira compartilhá-las, mas daí a deixar esta mensagem em seu blog achei, no mínimo, muito antipático. Me lembrei de culinaristas famosos de programas de TV ou blogueiros que sigo, todos tão bem-sucedidos e ao mesmo tempo generosos, como o atencioso Mauro Rebelo, a fofíssima Sam do "Fofurices", a sempre tão prestativa Cinara, ou minha amiga Marcela, quase um bebê no mundo bloguístico-culinário, mas tão talentosa e gentil, entre tantas outras que dividem seu conhecimento e dão dicas valiosas pra quem quer ganhar dinheiro ou apenas brincar de fazer suas receitas em casa. Como dizia a filósofa Ana Maria Braga, "quem divide, multiplica". Partindo deste princípio, fechei o blog da talentosa-porém-desagradável moça e não quis nem saber mais. Mas a colega me falou de um bolo vermelhinho que adorou. Eu tinha visto o nome "red velvet" pelo blog, mas de nariz torcido que eu estava, nem dei bola. Pensei que fosse um dos frutos dos anos de "trabalho, investimento, empenho e frustrações" da tal moça e eu nunca saberia do que se tratava. E 'cês sabem que adoro culinária, mas não sou nada chique e nem conheço coisas diferentes. Mas daí que tava vendo um episódio da minha nova paixão televisiva, "Drop Dead Diva" e ouvi o personagem dizer: "Hum... Red Velvet! My favorite!" Foi então que caiu a ficha. Fui perguntar ao mestre jogar no Google e de cara veio esta maravilhosa receita do Cinara's Place. Decidi que faria pro aniversário do Thierry pra combinar com a decoração, que será branca com vermelho e amarelo. Mas aí entra uma outra historinha. No aniversário do Fabrício do ano passado, eu estava meio cansada do meu bolo e comentei com a Keylla. Ela me passou a receita que usa e adora, mas a verdade é que meu bolo ficou de chorar: duro, seco, sem sabor. Ninguém comeu. E eu me prometi que nunca mais faria uma receita sem testar antes. E lá fui eu pra cozinha, munida de corante vermelho, cream cheese e muita, mas muita vontade mesmo de experimentar o danadinho. E, pela primeira vez na vida, fiz a receita exatamente como mandava, sem "colheres de mãe", sem "mais uma pitadinha", sem nada a mais ou a menos. Juro: até a faquinha no medidor eu passei pra colocar exatamente a quantidade pedida. E na primeira mordida entendemos porque o bichinho chama "veludo vermelho". Sem falsa modéstia: foi o melhor bolo que já fiz na vida! Bolo bonito, saboroso, macio e cobertura completamente diferente dos sabores aos quais estou acostumada. Às minhas amigas que não virão à festa do Thierry só posso dizer: faça. Mas faça com essa cobertura de cream cheese (meia receita de cobertura dá pra uma receita inteira de bolinhos). Você não vai se arrepender!

PS.: Reparem, na foto, como sou chique. Tenho até grade de resfriamento. Ou melhor: churrasqueira de resfriamento. Ha!

13 de junho de 2011

Tô viva!

Sério mesmo que eu posso sentar e calmamente escrever um post pro meu querido e abandonado blog??? Ou será que vou assistir outro episódio de One Tree Hill??? Bom, acho que quero fazer as duas coisas, já que as duas últimas semanas, especialmente os 4 últimos dias, foram de correria total. Tô querendo saber se alguém anotou a placa do caminhão que me atropelou...
  
A festa do Fá foi ótima, saiu (quase) tudo como esperado, todo mundo parece ter adorado a ideia do macarrão aos 9 molhos. Os dois molhos que eu tinha ficado em dúvida e foram incluídos quase na última hora (achei calabresa e frango ao molho branco muito "xinfrim", substituí por Pesto e Molho à matriciana) foram os mais elogiados - e os que eu mais comi também, rs. Os outros foram sugo, bolonhesa, atum, bechamel, quatro queijos, alho & óleo e ervas. A maioria eu nem provei! As massas, segundo o Fabrício, eram nhoque, espaguete e "penes", hahaha! Claro que, como sempre, sobraram quilos de macarrão - 7, pra ser mais exata. E 6 de nhoque, mas esse é culpa da minha mãe e eu tô muito "triste" por isso, rs. Preciso ainda fazer uma conta básica do que foi utilizado, porque provavelmente farei isso outras vezes, mas acho que é financeiramente mais viável - pelo menos pra mim, que prefiro gastar um pouco mais no vale alimentação do que usar do dinheiro contado do mês. Pra ter uma ideia, eu comprei mais ou menos 1,8kg de carne moída, mas não deve ter ido nem 1/2 kg!!! No geral, as pessoas comeram muito menos do que eu imaginei... Mas, em compensação, acho que também gostaram muito mais do que eu imaginei! Não fiz mesmo docinhos, só cupcake e mini-cupcake, mousse de maracujá e "copinho Ferrero Rocher", que era Nutella (tava muuuito barata, hohoho) com avelã, ou seja, trabalho mesmo só o de colocar no copinho (daqueles de 10ml, porque... né?). E o bolo, que eu finalmente acertei, mesmo a cobertura tendo passado longe da que imaginei - mas eu consegui fazer o Doki de chocolate, êêêêê!!!!! Enfim, tudo maravilha, o gazebo montado (foi uma novela), o frio que deu uma trégua, crianças se divertindo, pessoas que eu amo, convidados maravilhosos daqueles que a gente não convida só por educação (e veio quase todo mundo que a gente esperava!), eu quebrando o pau com marido a madrugada inteira e fazendo as pazes depois (não brigar é bom, mas fazer as pazes é muito melhor!!! Mas pula essa parte que esse é um blog de família, kkkkkkkk)... Sem contar meu presente de dia dos namorados ma-ra-vi-lho-so que veio na sexta enquanto eu fazia o bolo, exatamente como foi no aniversário do Thi. Se eu não tivesse gostado tanto deles (um celular e um netbook), teria quebrado na cabeça dele!!! :D


Primos, no final da festa!

Tivemos um pequeno probleminha na hora de dar o primeiro pedaço de bolo. Quando eu perguntei pra quem ele daria (expliquei que a gente dá o primeiro pedaço pra alguém de quem gosta muito), ele disse que seria pra Noemi, a prima que é só um mês mais velha que ele, que se adoram, que nunca se vêem. Na hora de entregar, ele mudou de ideia e disse "Não, não! Pro Henry!", o primo que é só 6 meses mais velho, que também se adoram e que também quase não se vêem. Quando olhei pra Noemi, vi a carinha de decepção dela. E agora? A saída foi cortar dois "primeiros pedaços" e entregar quase ao mesmo tempo. Depois vieram vários outros "primeiros pedaços". Nenhum deles foi pra mim, pro pai ou pro irmão... :(

4 de maio de 2011

Momento maldadinha

Quase 7h da noite. Todo mundo chegando em casa morto de fome. Assim que abrimos a porta do elevador, sentimos um cheirinho duzinferno de bolo quentinho. Se tem uma coisa que eu odeio é comida cheirosa de vizinho, ainda mais quando estamos morrendo de fome. Que coisa mais absurda e sem consideração fritar um bife, passar um café ou cozinhar um feijão e deixar que o cheiro passe pela porta!!! Porque, né, é claro que meu bolo, meu bife, meu café ou meu feijão nunca ficam com o mesmo cheiro dos da vizinha... Hoje o problema foi um pouco mais fácil de resolver. Embora hoje seja o último dia do mês (pra mim, o mês começa no dia do pagamento) e a geladeira já esteja vazia, eu tinha todos os ingredientes pra fazer um bolinho tamanho PP - bem pequeno mesmo, porque só tinha 1 colher e meia de margarina. Resolvi pegar uma receita qualquer no meu livro, e nem segui muito à risca. Como eu tinha bastante brigadeiro congelado (preto e branco) que sobrou da Páscoa, resolvi fazer um bolo cavado, que eu nunca tinha feito. Resolvi chamá-lo de "surpresa branca". Porque você não dá nada pra ele por fora, mas por dentro... só posso dizer que valeu por todas as calorias que eu tinha deixado de consumir hoje... Acho que a cara aí de baixo dispensa maiores explicações...


A foto não é posada. Ele tava mesmo com essa cara e eu estava com a máquina ligada pra fotografar SÓ o bolo. Daí saiu essa foto, pelo qual fiquei apaixonada... ♥♥♥♥♥

7 de abril de 2011

Change plans

(Post loooongo e dedicado à minha amiga Andreia, que me cobrou e que vive elogiando a minha "criatividade" - que só eu sei o quanto é copiada ou adaptada de coisas que já vi)

Há alguns anos, eu decidi que faria as festas dos meninos sempre com salgados - porque é prático, barato, uma coisa a menos pra eu esquentar a cabeça fazendo e uma oportunidade da gordinha aqui comer uma coisa que adora, mas não pode sempre. Quando é possível, "tematizo" a comida - como na festa de fazendinha do Fá, que tinha comidas da fazenda, ou ano passado na festa de futebol do Thi, que tinha "comidas de estádio" - mas nunca fiz nada muito além. Eu já quis mudar e há algum tempo venho pensando em coisas diferentes. A opção mais óbvia é churrasco, mas concluímos que fica mais caro, além de ser mais comum de ver nas festas da família - e não quero que seja "comum" porque adooooro receber elogios por ter feito uma coisa "diferente". Já pensei também em feijoada, mas gosto de fazer as festas à noite e é meio pesado. Mas daí, brincando com o Fá, tive uma outra ideia. Senta que lá vem a história.

Na creche do Fá, as turmas não levam aquela denominação comum das outras escolas de educação infantil (berçário, maternal, jardim). Eles são divididos em grupos, que são numerados de 1 a 11, de acordo com a faixa etária. Mas, no início de cada ano, os grupos fazem votações para escolher o nome que irá identificá-los naquele ano. Parece ser um dos momentos mais esperados pelas crianças. E Fabrício está todo feliz com o nome que foi escolhido pelo grupo dele: "Espaguete". Nesses primeiros dias, o nome é sempre explorado ao máximo: já fizeram desenho de espaguete, escultura de espaguete, já comeram espaguete no jantar e já fizeram espaguete pra trazer pra casa (não contem pra ele, mas na verdade era talharim, hahaha). Aí, conversando, acabamos falando sobre alguma coisa que me deu a ideia de fazer "macarrão aos 9 molhos" pra festa dele. Talvez você não tenha ouvido falar, mas ele tem uma historinha na minha vida. Quando o Thierry tinha 1 ano e 2 meses nós nos aventuramos numa viagem até Santa Catarina, num Uninho velho, em um feriado prolongado. Quase um dia inteirinho de estrada, contando ida e volta. O roteiro incluia o encontro com amigas em Penha, uma visita à Oktoberfest em Blumenau, outra amiga em São José e uma noite na casa dos meus tios em Floripa. Em quatro dias, hein? Mas, tirando a correria, o passeio foi muito bom e eu conheci/revi muita gente que eu amo de paixão. Em Floripa, naquele dia, meu tio era o responsável pela comida na festa de um amigo, e foi assim que nós conhecemos e nos apaixonamos pelo "macarrão aos 9 molhos". Eu não me lembro muito bem quais eram eles, mas entendo que isto pode ser ao gosto do freguês. Um ano depois, quando nos mudamos pra nossa antiga casa, fizemos uma micro-inauguração e o prato escolhido foi esse - ou "macarrão aos 8 molhos" ou "aos 7" ou "aos 10", não me lembro bem. Depois fiz novamente no aniversário surpresa de 50 anos da minha mãe, a pedido do Papi Two. Nas duas vezes ele fez o maior sucesso. Mas aí o pobrezinho entrou em hiatus. Ninguém mais lembrou dele, nem eu. Até que aconteceu a história do Grupo Espaguete... Já fiz uma conta básica de quanto iria gastar e não vai ser muito diferente do preço do salgadinho, com a vantagem que eu posso comprar com o vale-alimentação e "dividir" em 2 vezes, porque posso ir armazenando já este mês. Fabrício, o dono da festa, ficou todo empolgado com a ideia. Primeira coisa que ele disse quando ouviu a proposta: "É!!! Pode ser macarrão!!! O Henry adora macarrão, né?" Quase mordi.

A ideia não é que seja nada muito sofisticado, apenas diferente. Tanto que os molhos são básicos e para os vermelhos usarei molho pronto e extrato de tomate - porque não sei fazer, porque é mais rápido e porque o tomate anda horroroso e o olho da cara. Serão dois tipos de massa, uma longa e uma curta (provavelmente espaguete e penne), mas, dependendo do quanto vou gastar, quero acrescentar nhoque. Fiz um "rascunho" para nove molhos, que ainda podem ser alterados.  São eles: bolonhesa, ao sugo, linguiça (fresca ou defumada???) e atum; frango (que ainda está no limbo entre o molho vermelho e o branco); 4 queijos e béchamel; alho & óleo e ervas finas. Vou utilizar acompanhamentos como parmesão ralado, salsa, cebolinha, alho frito, óregano, manjericão, pimenta calabresa e uns 2 tipos de pães. Talvez um complemento pro béchamel, como bacon, brocolis, presunto ou peito de peru. Talvez. E, passando a Páscoa e os convites, vou fazer plaquinhas bonitinhas para cada molho/massa/complemento.

Agora tô pensando até em adaptar o tema pra "A Cantina do Doki", mas ainda não sei (meio nada a ver, né?)... Mas pelo menos a comida da festa tá praticamente decidida. Falta o resto todo. E você, o que achou da ideia?

17 de março de 2011

TPM x regime

Sabe quando você tá fazendo regime, mas a TPM resolve dar o ar da graça e você fica desesperada por um chocolatezinho qualquer? Foi o que aconteceu hoje. Abri a geladeira pra pegar um lanche pro Thi e uma daquelas sobremesas tipo Danete (mas da Batavo, hahaha) tava sorrindo pra mim. Enquanto ele escolhia o sabor (porque eu sou ryca tava barato e comprei alguns), vi que tinha um light. Achei que teria milhões de calorias e pensei "azar!". Mas que nada! O bichinho tem 50 calorias, menos que qualquer pote de iogurte light, quase metade da minha barrinha de cereal! Ele não é muito doce, mas nada que 3 gotinhas de adoçante não resolvam! A-do-rei essa novidade! :-)

PS.: Meu blog anda tão "propagandístico" ultimamente, credo! Pena que ninguém lê, senão já ia colocar uns anúncios e faturar um trocado, hahaha!

15 de março de 2011

E daí que 17:35h a pessoa desliga tudo e sai correndo. Na porta, dá de cara com uma chuva fina e fria. Sem guarda-chuva, o jeito é voltar, ligar tudo de novo e ir blogar. Já tinha até um UNO na bolsa pra jogar com o Fabrício na porta da creche enquanto esperamos o pai e o Thierry...
***
Outro dia estava almoçando no trabalho com dois colegas. Um deles diz para o outro que agora só está fazendo arroz "daquele jeito lá" que ele ensinou. CLARO que eu quis saber que jeito era esse (pense na parte "século 21" da coisa: dois rapazes me dando dicas culinárias). Era simples: em vez de refogar a cebola e o alho, como eu sempre fiz, ele coloca tudo na panela (cebola, alho, arroz, sal e um pouquinho de óleo), deixa fritar levemente e coloca a água. Simples assim. Tá, pra você pode não ser grande coisa, mas juro que pensei que não ia dar muito certo. Curiosa, resolvi fazer janta naquele dia: o tal do arroz e um estrogonofe de frango que eles também me ensinaram (com requeijão, mais light e saudável, mas ainda prefiro meu bom e velho creme de leite engordativo, que vai me matar uns 2 dias mais cedo e que vai pesar uns 5 conto a menos no meu bolso, porque precisei de 2 copos de requeijão, que tá pela hora da morte). Para minha surpresa, todo mundo adorou o arroz, including me. Ficou bem mais saboroso que o tradicional e eu não corro o risco de comer arroz marronzinho porque deixei o alho queimar enquanto refogava - Thierry é doido por "arroz branquinho". Quando fui contar a "novidade" pra sogra, ela também falou sobre ter ouvido alguma coisa de não lavar o arroz. Achei meio esquisito, mas cheguei à conclusão que com arroz arbóreo a gente já faz isso, então porque não com o agulhinha nosso de cada dia? Testei e gostei. Essas duas "técnicas" diminuiram muito o tempo de preparo! Pode parecer pouco, mas pra mim faz muita diferença, porque posso chegar em casa, colocar tudo lá e ir pro banho, por exemplo. Sem contar que, não sei o porquê, acho uma chatice lavar o arroz. Na contramão, continuo usando o bom e velho método das "antigas" (mãe, não me mate!) de desligar o fogo quando estiver quase seco - mas não muito, porque eu gosto dele mais pro molhadinho... Melhor parar por aqui, porque a barriga tá roncando e eu ainda tenho que esperar meus três homens chegarem...

14 de março de 2011

Almoço de domingo

Quando eu criei este blog, a ideia era falar um pouco (como se eu soubesse falar "pouco") de tudo que me diz respeito: família, coisas que eu penso, coisas que eu gosto. Mas quem é mãe sabe, "filhos" acaba se tornando o assunto principal. Só que, na minha primeira ideia, o assunto "culinária" também teria um espaço importante. Talvez compartilhar receitas, salvar ideias, escrever pequenas invenções para retomar depois. Cheguei a fazer isso aqui, compartilhando o link de uma receita de cookie que eu adorei. Acontece que eu tenho um sério problema: das poucas vezes que faço alguma receita que já existe, são raras, raríssimas as vezes em que consigo segui-las à risca. Em geral é mais uma pitadinha aqui, mais um chorinho ali... E minha receita nunca fica igual à original. Sem contar que, muitas vezes, quando não sei fazer alguma coisa que eu quero ou quando quero usar um determinado ingrediente, eu só me baseio em alguma outra receita do meu querido e inseparável "Grande livro de receitas de Cláudia". Fora isso, eu não costumo fazer muitas experiências na cozinha... E daí eu resolvi que, já que eu não tenho receitas pra compartilhar com todas as minhas 4 ou 5 leitoras, nem grandes ideias pra anotar e dividir, vou falar também de produtos que eu gostei...

Ontem estava com vontade de comer frango. Decidi fazer uma receitinha básica da mamãe, a melhor de todas, temperado com maionese e sopa de cebola (aquelas em pó), com batatas e ao forno. Quando abri o armário pra pegar o pacotinho, um outro de "Meu Frango Assado" da Knorr se materializou na minha frente. Compramos pra experimentar, porque estava razoavelmente barato - R$2,99, sendo que no caixa passou por R$3,49 e a Letícia barraqueira teve que ir até o atendimento do Extra solicitar "gentilmente" seus 50 centavos de volta, como acontece pelo menos uma vez por mês. Sempre saio conferindo os valores e já devo ter "resgatado" uns mais de 100 "barão" nos últimos anos. Voltando ao tempero, o menino já vem com saquinho e lacre, então é só jogar tudo lá dentro e chacoalhar misturar delicadamente. Foram 4 coxas com sobrecoxa (separei as partes) e 6 batatas que faziam um esforço enorme para serem consideradas médias. Tudo bem misturadinho, sem sujeira, sem gordura, sem utensílios para lavar e 1 horinha de forno.  Foi acompanhado de penne (tá que eu queria talharim, mas abri o pacote e tava todo mofado, a 15 dias de vencer. Grrr! ¬¬ ) com molho "quase" caseiro - extrato de tomate do elefante (esse post tá parecendo propaganda da Knorr...)  refogadinho com alho, cebola, sal e cheiro verde, meu favorito. Voltando, o tal do "Meu Frango Assado" não é o temperinho da mamãe, mas é prático, barato (em relação ao preço da sopa de cebola), menos gorduroso, sem sujeira e super rápido. Um pouco sem sal - minha pressão agradece - mas "delicious", como diria o Fá. Aprovado!

22 de janeiro de 2011

Resumo da semana - como se eu conseguisse...

Olha... semaninha puxada essa, viu? Tô meio perdida, nem lembrava que hoje era sábado... E tô pregada!

No post sobre a barraca (terça, dia 18), eu disse que ia montá-la para o Thierry dormir sozinho. Mas, que delícia, o Fá mudou de ideia assim que eu dei umas barrinhas de neon e fiz uma "passagem secreta" por baixo da mesa. Na quarta acordamos mais cedo (tipo umas 9 e meia, hehehe) e fomos para a Estação Ciência. Apesar do ingresso baratinho, todos nós entramos de graça em qualquer museu da USP, inclusive lá. É muito legal, mas, sinceramente, não é o passeio ideal pra idade deles - também estava mais "fraco" que das outras vezes que fui. Acho que o Thierry só entendeu uns 10% das exposições. Só se interessaram um pouco mais pelos animais (cobras e peixes) e pelos espelhos que deformam. De resto, só queriam apertar botões, girar manivelas e colocar a mão em tudo. Nem o corpo humano chamou muita atenção. Depois fomos até o Mercado da Lapa, o que tornou o passeio mais cansativo, ainda mais voltando com o Fá no colo (sorte que é peso pena!). No dia seguinte foi a vez do shopping, pois tínhamos bastante crédito da Playland pra gastar - e também muita vontade de McDonalds pra eles e de Subway e KFC pra nós. Até nós nos divertimos nos brinquedos. Só que chega uma hora em que o passeio começa a ficar chato, com eles cansados, e nós estressados com o cansaço deles. Fomos em duas lojas da TIM e duas Americanas atrás de um chip, mas ninguém tem chip pré-pago pra vender. Estou louca pra poder falar a 25 centavos "cazamiga", hehehe. Mas vou ter que esperar um pouquinho. Na sexta ficamos em casa. Era pra ter sido um dia de pernas pro ar. Aí eu resolvi varrer o quarto deles, tirando a cama do Fabrício. Depois resolvi tirar o pó. Mas antes eu resolvi colocar as prateleiras que estamos planejando há meses. E elas deram um trabalhão. E depois resolvi aproveitar a furadeira pra instalar o espelhinho-novo-pra-tirar-sobrancelha no banheiro. E depois eu tive que arrumar toda essa bagunça e organizar as prateleiras. E depois eu resolvi bater papo com a Andreia, arrumar revistas e ver Criminal Minds, tudo ao mesmo tempo. E depois eu resolvi passar Tacolac no chão - e ficou uma merda. E depois eu resolvi fazer a pizza de massa folhada que estava matando o Thi de desejo. Terminei o dia quebrada, mas nada que me impedisse que hoje, logo pela manhã, dar uma faxina no meu sofá encardido. Usei Vanish pra carpetes e tapetes, achei que não tava funcionando e marido esfregou de novo com água e sabão mesmo. Resultado: depois de seco, o pobre do meu terceiro filho estava todo manchado. Agora teremos que repetir todo o processo, pois ficou pior que só encardido. À tarde, um temporal como há muito eu não via e que encheu meu garotinho de medo - mas me deixou orgulhosa com meu garotão, que ficou desenhando no laptop dele e nem deu confiança pros raios e trovões que antes o faziam se esconder e tremer de medo. Fiz um cachorro-quente com direito a purê, vinagrete e batata palha pro lanche, pra fazer jus aos três paulistanos que tenho em casa. De sobremesa, bolo de nozes com cobertura de brigadeiro que não ficou exatamente como eu queria (por isso não vou colocar o link), mas deu pra matar as lombrigas. E pra lamber os beiços...
 
Se a Claro ajudar, eu consigo publicar este post ainda hoje.... Grrrrr!!!!

11 de janeiro de 2011

Mãe generosa

Em uma das nossas cestas de Natal veio um frango (isso mesmo, nem peru, nem chester: um frango). Minha mãe não quis, então deixei em casa, congelado. Então essa semana resolvi fazer o bicho. Mas era tão grande que já foram duas refeições dele assado, hoje passou a desfiado no almoço, agora estou com uma torta dele no forno e ainda deixei um pouco para comer como recheio de batata. Nada mau para apenas uma "avezinha"... A torta parece que tá ficando boa, receita de mamis, com adaptações da cunhada. O recheio foi daqueles que você vai colocando o que tem na geladeira ou no armário... O cheiro tá bom!!!
...
Então, enquanto eu preparava a torta, meu pitoco, que parece um galináceo, veio pedir um pouco de "milho no potinho". Como eu não podia parar naquele momento e estava com ervilhas na mão, joguei um pouquinho na boca dele, que, em seguida, disse: "viu só, mãe, como você é generosa?!". Eu e marido caímos na gargalhada. Só pode ter vindo da escola!... Um barato eles aprenderem umas palavras diferentes assim... Mais tarde tive que falar sério com ele, que queria mais milho e acha que tem tamanho pra falar grosso comigo. Após o castigo, veio conversar e disse que eu estava sendo "grosseira" por não querer dar mais milho. Tem hora que simplesmente dá vontade de parar de brigar e dar risada..

9 de janeiro de 2011

Mais doce que o doce de batata doce


Meu bebê de 34 anos...

Sempre que eu faço bolo de festa, fico com medo das "críticas". Um dia ficou doce demais, outro dia ficou seco demais, outro ficou molhado demais. Sempre tem alguém pra relatar um defeito, mesmo que depois venha um "mas tá uma delícia". Eu mesma sou muito crítica em relação a tudo o que faço, mas ninguém gosta de ficar ouvindo os defeitos da comida que fez, principalmente se já os conhece. O bolo de ontem, modéstia à parte, estava muito gostoso - de chocolate, com recheio de brigadeiro com coco, coberto com merengue. Infelizmente, a cobertura - que fiz seguindo a receita à risca, coisa rara - ficou doce demais. Mas, para minha alegria, a única que colocou defeito fui eu - e a sogra apenas concordou, dizendo que "estava melado". A festa foi bem gostosinha, meninos se divertiram com o primo, nós jogamos conversa fora, e a comida tava boa. Só no final alguns ânimos se exaltaram, mas nada demais, só coisa de família. Tinha até música ao vivo...

"A melhor banda de todos os tempos da última semana"





26 de dezembro de 2010

Inventando moda

Ontem descobri uns "farelos" de cookies no fundo da bolsa térmica que eu trouxe. Na verdade, quando eles saíram de casa ainda eram cookies de verdade. Só quando chegaram aqui estavam irreconhecíveis. Ofereci aos meus irmãos e eles gostaram, mesmo quebrados, murchos e sendo aquela receita que não deu lá muito certo. Aí só perguntei pra minha mãe se ela tinha açúcar mascavo e hoje ela já apareceu com um pacote, mesmo sem saber o que eu queria fazer. Mas, né? Aqui a gente fica com os horários todos confusos (acorda tarde, dorme tarde, come tarde... ontem fui visitar minha vó na hora de Passione), além de passar um tempão jogando conversa fora e ir adiando as coisas. Nem pintei as unhas que manicurei de manhã - ou será que já era "à tarde"??? E acabei não indo comprar o chocolate. E lá vou eu inventar moda amanhã - pelo menos isso, né, porque o pobre do meu irmão que mora na edícula sempre é expulso da casa dele quando eu chego, agora está dormindo na "obra" (a casa da minha mãe está em reforma)... Só espero que dessa vez os cookies fiquem perfeitos...

16 de novembro de 2010

A oitava maravilha

Aqui vai o link para o blog de onde tirei a receita maravilhosa dos cookies. Bom demais!!!!

http://cinarasplace.blogspot.com/2006/11/chocolate-chip-cookies.html

UPDATE: Deia, o bicarbonato é de supermercado!!! :D

15 de novembro de 2010

Feriado da orgia gastronômica

Eu sou brasileira e não desisto nunca. Mesmo tendo faltado ao trabalho na segunda passada porque eu e Thierry passamos muito mal (o estômago ficou estranho a semana toda), o final de semana foi praticamente uma orgia gastronômica. A história começou no sábado, com uma feijoada no almoço. À noite, resolvi fazer uma coisa romantiquinha, já que a sogra estava morrendo de saudade dos netos e pediu pra deixá-los lá - detalhe, ela ficou com um na terça e outro na sexta, e já estava com saudade... rsss. Mas, enfim, como precisávamos ir ao supermercado, tivemos a ideia de pegar um vinho e alguns queijos que eu sempre tive vontade de provar, mas sou pão-dura o suficiente pra achar 35 reais o quilo caro demais. E nossa noite foi divertida... No domingo fizemos um bacalhau que marido estava morrendo de vontade e chamamos sogra, sogro e cunhada pra almoçar. Eu não vejo graça, preferia uma peixada lá da minha terra... Fechamos o dia com pizza - massa pronta, mas montada em casa, porque eu detesto comprar pizza montada e ter que colocar mais recheio em casa, ah... não dá! Nem compro mais. Hoje eu resolvi testar uma receita de cookie que peguei na internet e tive dois lindos ajudantes comigo. Dividi a receita em 2 e fiz de chocolate meio amargo e de chocolate branco com castanha de caju. Não podia ter ficado melhor! Pra ficar com a consciência um pouquinho mais tranquila, vamos terminar o feriado com uma deliciosa saladinha completa, com muita alface, brócolis e beterraba, entre outros. Minha cabeça insiste em tentar me convencer que será a melhor parte. Eu acredito...




 Feriado é sempre bom. Mas quando é curtinho assim, fico com gostinho de quero mais no outro dia. O ruim é que, agora, só depois do Natal... Mas pelo menos serão mais de 30 dias direto!... :)

UPDATE: É, a saladinha até que tava boa mesmo. Orgulho desses filhos comendo brócolis e beterraba, e o mais velho lambendo os beiços dizendo, no fim: "hummm, alho [frito] puro!!!". Tava bom. Mas o cookie roubado na sobremesa tava melhor. Ha!

10 de novembro de 2010

Embaixo do meu nariz

Já faz umas 3 festas que venho sofrendo com minha receita de cupcake. Na primeira vez achei tão saborosa que nem percebi que ela não crescia - será que não crescia??? Depois, o encanto foi passando até, realmente, me incomodar. Da última festa, alguns foram até pro lixo recentemente (estavam congelados). Procurei algumas receitas, mas acabei não testando por falta de oportunidade, preguiça e economia de calorias. Mas hoje era dia do módulo do Fabrício levar um prato de doces para serem vendidos na festa cultural que a escola está promovendo. Eu não queria mandar um doce comprado pronto, daqueles que sempre ficam pro final, mas também não queria ter muito trabalho. As opções eram brigadeiro (que eu tinha que enrolar e todo o trabalho que nós sabemos) ou cupcake (cuja receita pé-no-saco perigava não dar certo). Abri meu velho caderninho de receita, que não tem nem capa mais, e lá estava o "pão-de-ló da vovó" (é a receita dela e eu escrevi assim mesmo, rs). Resolvi arriscar, usei o que eu tinha pro recheio: metade goiabada, metade maçã com canela. A receita perfeita, linda, macia e saborosa, estava o tempo todo literalmente embaixo do meu nariz, na gaveta do balcão. Enfeitei com "bandeirinhas" dizendo o sabor. Tomara que a receita da vovó não fique pro final. 

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Update: As fotinhos...



2 de novembro de 2010

Feriado de ócio e mudança

E o feriado tão esperado chegou - e já está na U.T.I. dando seus últimos suspiros. Eu raramente consigo fazer aquilo que mais gosto nos feriados prolongados: descansar, dormir, não fazer nada, morgar. Usufruir do mais puro ócio. Ou porque estamos viajando, ou porque é aniversário de alguém, ou simplesmente porque a casa está o caos e a faxina é longa. Foi ótimo. As crianças foram pra vó ontem e ainda não voltaram. Fabrício já mandou avisar que não vem tão cedo. "Só bem tardão".


Há pouco mais de um mês, resolvi mudar a cor do cabelo pra uma que nunca imaginei que usaria: vermelho. Já foram 2 tentativas (a primeira saiu em 4 lavagens, a segunda durou umas 2 a mais) e uma compra frustrada (amarelei quando vi um tubo de água oxigenada 30 volumes na caixa). Nunca arriscando demais na cor, pra não me arrepender depois. Mas agora resolvi tentar mais e amei o resultado. Vermelhão biscate. Só o corte do cabelo não está me agradando agora, mas acabei de cortar e quero deixar crescer um pouquinho (abaixo dos ombros), então vou deixando como está. Ele não "assenta" como quando está mais comprido e nem fica ajeitado com escova, como quando tá curto. Também estou usando um shampoo que eu sempre quis comprar, mas é uma porcaria (Ox) e acho que pode ser isso. Nem com tinta nova o cabelo fica bonito - e olha que comprei pra cabelos tingidos! Um novo está fora de cogitação antes do pagamento, mas vou voltar pro Pantene, que foi maravilhoso, sem igual. Nas unhas eu passei o Carbono, da Colorama, com cobertura fosca, e fiz detalhes com o Preto da Impala, como vi num blog. Pena que eu não tenho carimbo e nem dotes artísticos...

No domingo, as crianças queriam que eu fizesse uma comida de Dia das Bruxas (que, na verdade, nós nem festejamos, as escolas deles nem citam, pois não é parte da nossa cultura. Eles não têm nem fantasia. Só que, ainda assim, assistem Discovery Kids, vêem na Recreio todo ano e ouvem falar das festas no condomínio, então têm alguma ideia). Enquanto eles foram no culto com a avó (tinha ensaio e o Fabrício fica doidinho), eu fiz batatas recheadas para o jantar - uma das minhas comidas preferidas, apesar das calorias com número astronômico. Quando eles chegaram, me lembrei do pedido e as batatas viraram "lindos" túmulos. E nosso Halloween foi bem mais pra gostosuras que pra travessuras.

(Enquanto eu terminava de escrever este post, ouvimos gritos e tiros na frente do prédio - plenas 4h da tarde, e marido viu quando um rapaz foi baleado. Acreditamos que tinha sido um assalto, agora estamos achando que pode ter sido algum acerto de contas. Deu medo. Graças a Deus os meninos não estão em casa...)