Site Meter Três e eu: Desabafo
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6 de março de 2012

Eu não sei porque, mas hoje acordei pensando "nele" e em como as coisas teriam sido. Será que ele teria os cabelos brancos que desejou e que nunca vieram? Como será que ele seria com os netos que também desejou tanto, mas que não teve tempo de conhecer? Será que ele teria largado aquela porcaria de cigarro? Será que estaria feliz, saudável? Será que sentiria orgulho de mim? Será que responderia às besteiras que escrevo no Facebook? Foram muitos "serás"...

Só sei que quando eu vejo fotos dos meus tios enfileirados, bonitinhos, e ele não está lá, dói muito. Essa é a única certeza que eu tenho.

Saudade, pai!



3 de novembro de 2011

Recado dado

Recado para a fuçona que entra aqui todo dia e fica reclamando que não tem nada:

Mariana: Para de encher o saco e vai cagar. O blog é meu e eu escrevo quando eu quiser. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E não precisa entrar, dãr! Olha no painel que é mais fácil (igual eu faço pra ver se você postou notícia dos meus sobrinhos mas, hunf! Nem falo nada! hahaha)

(Brincadeirinha, ando meio sem paciência pra escrever... também não tem nada muuuito importante pra contar...)

21 de agosto de 2011

Neurose? Não, obrigada! (parte 2)

Sério. De vez em quando vou navegando por um blog sobre maternidade aqui, outro ali, vou seguindo links... tem uns muito legais, mas tem outros com os quais acabo me irritando. Ou são bandeiras muito ferrenhas levantadas, ou são ideais muito radicais levados a ferro e fogo, ou é gente que simplesmente fala umas merdas que vou te contar! Preciso dizer: sou TÃO feliz levando a maternidade de forma natural, sem neuras, sem crises, sem extremo rigor, sem listinhas de "aqui em casa não pode" ou "meus filhos não fazem/ não podem/ não têm", com direito às minhas frustrações particulares, aos meus dias de mau humor e TPM, aos meus momentos de necessária introspecção. Tenho minhas convicções e sou coerente com todas elas, mas não me sinto mal quando resolvo mudar de ideia ou sair da linha de vez em quando. Nem quando faço algo que não segue à risca o que "especialistas" dizem. E tenho certeza absoluta que estou criando seres humanos saudáveis, sociáveis, independentes, educados, respeitosos, felizes e bem resolvidos. Já algumas loucas que vejo por aí, não tenho tanta certeza...

Já havia escrito sobre isso em abril. Mas vi tanta baboseira essa semana que resolvi escrever de novo. Tenho saco não!

UPDATE: Esse é o desabafo de alguém que está há quase 9 anos na "blogsfera maternal" e já viu "de um tudo". Mas vejo muito, mas muito mais estresse e neura hoje do que quando ganhei meu primeiro filho... E olha que eu conheci gente louca nesse mundo, hein?

12 de agosto de 2011

Tô rosa chiclete!

Primeiro, Mari e Deia, obrigada pelo palpite no post anterior! Deia, sabe que eu nem tinha pensado em como é gostoso pras outras crianças aguardarem um dia de festa??? Então, eu já tinha decidido fazer o convitinho pro Thierry e já tinha até os dizeres mais ou menos na minha cabeça (que será algo do tipo "No dia 29/08 não traga lanche! Vamos comemorar meu 8º aniversário na escola, na hora do recreio). Tudo planejadinho e daí, quando coloquei no papel na tela não ficou como eu esperava e eu recorri ao bom e velho GUGOL pra ter ideias - porque eu não quero um convite como eu faria em casa, quero no estilo que eu escrevi aí, já que eu quero que ele sirva apenas para que as crianças não levem lanche, e não presente, como já expliquei. Não tem nada muito diferente, tudo muito normal, convites normais, muitos fofinhos, mas fora do que eu quero. Até que eu encontrei isso. Tô passada. Esse post vai até pro marcador "desabafo". E olha que eu não tô nem falando da falta de pontuação ou dos erros de português de outros modelos. Porque tem mais "obras-primas" como esta, claro!

3 de agosto de 2011

Sonho que se sonha só - ainda

Tá bom, tá bom... Devido ao grande número de [dois] pedidos insistentes, vou contar pra vocês qual é o meu sonho (tive que rir do seu comentário, Keylla!!!). Na verdade, não é nada demais e eu vou dizer mais porque preciso desabafar do que pela real importância dele. É bobagem...

Como [a maioria de] vocês sabem, sou moça criada no interiorrrrrr: nasci em Brasília - que, na época, também tinha um pouco cara de cidade do interior - mas quando eu tinha 12 anos nos mudamos de mala e cuia pra uma cidade de cerca de 70 mil habitantes, onde passei a adolescência e criei muitos vínculos. Aos 19 vim pra Sum Paulo fazer faculdade de Letras, voltava pra casa a cada 2 ou 3 semanas e esperava voltar definitivamente quando terminasse o curso. Mas no meio do caminho tinha uma pedra. Me apaixonei por ela, casei e tivemos 2 filhos lindos. E voltar pra terrinha passou a ser só um sonho distante, já que, além do marido não gostar muito da ideia, teríamos que conseguir DUAS vagas de transferência exatamente na nossa função (somos funcionários públicos, lembram?) ou passar no concurso de novo, duas coisas que seriam praticamente impossíveis, então nunca pensei nisso como um fato que pudesse se realizar. Depois que conseguimos uma escola excelente para as crianças, concorrida, gratuita e de qualidade, com oportunidades que eles não terão nem mesmo em escolas particulares, desisti de vez de sonhar em me mudar. Até que ontem eu recebi um e-mail (encaminhado a todos os funcionários) oferecendo a permuta de DUAS vagas exatamente na nossa função, exatamente na cidade onde eu cresci. E, por causa da escola das crianças, eu não posso me dar ao luxo de pensar em ir. Mais ou menos como ganhar na loteria e não encontrar o bilhete, saca? Nesse caso, a escolha de não encontrar o bilhete é minha e em nenhum momento eu me arrependo dela. Meus filhos são prioridade na minha vida. O que me machuca, me decepciona e me entristece é saber que a todo momento eu desejei isso sozinha, sem nenhum tipo de apoio, sem nenhum "talvez-quem-sabe-um-dia", sem a menor possibilidade de continuar sonhando junto, sem nenhum momento de porra-louquice de dizer "então vamos!". A frase não mudaria em nada minha decisão. Mas pelo menos eu saberia que tem alguém disposto a ficar comigo custe o que custar, como eu fiz 11 anos atrás.

2 de agosto de 2011

Sonho que se sonha só

Dizia Raul:

"Sonho que se sonha só/ É só um sonho que se sonha só/ Mas sonho que se sonha junto é realidade"

Eu tenho um sonho há muito tempo guardado, mas sempre foi "um sonho que se sonha só", pois o marido sempre foi redundantemente contra. Como era um sonho extremamente difícil de se realizar, fui guardando no cantinho e nem sonhava mais, então o fato dele não aceitar nem "doía". Com o tempo conseguimos que os meninos fossem para uma boa escola gratuita, o que impedia de vez meu sonho de se tornar realidade. Mas hoje o que eu jamais imaginei, aconteceu. Recebi um e-mail que acabava com a parte do "extrememente difícil de se realizar". Agora, o que dói é que ele está ali, esperando eu responder que quero. Mas - pelos meus filhos, só por eles - eu não posso. O e-mail que eu tanto sonhava veio com mais de 10 anos de antecedência. E meu sonho vai continuar sendo só um sonho que se sonha só.

25 de maio de 2011

Sou mais bonita que você. Posso passar na sua frente?

Eu detesto gente que fura fila. Gente que tem sempre um "motivo" pra passar na frente, uma desculpa pra ter mais pressa que os outros, mais razões para não ficar esperando ou que simplesmente quer mostrar que é mais "esperto". Pode ser no supermercado, no restaurante ou no trânsito. Sabe aquela pessoa que, do lado do caixa rápido do supermercado, te pergunta: "Eu só tenho isso... posso passar na sua frente?"? Então. E obviamente não tô falando de casos específicos como idosos, deficientes, gestantes e pessoas com criança de colo - mesmo  achando que "gravidez não é doença", muitas vezes usufruí do direito de utilizar o caixa preferencial porque acho justo. Tô falando de pessoas normais, saudáveis, crianças de 6 ou 7 anos que passam o dia inteiro correndo e pulando em suas atividades, mas cujas mães acham que uma fila de 20 minutos é "demais pra uma criança".  O fato é que o filho mais velho tem uma bolsa para almoçar e, como é barato, nós comemos junto. As filas são realmente muito grandes, mas andam rápido (hoje, que estava muito longa, demoramos pouco mais de 20 minutos). Eu faço questão de esperar na fila normalmente, mesmo sabendo que alguns amigos dele (da mesma sala, inclusive), que têm a mesma bolsa, sempre foram direto para a catraca para pegar uma outra fila de, no máximo, 2 ou 3 minutos. Eu já achava muito chato, mas hoje a situação me incomodou profundamente - e não só porque essas crianças falam alto, correm, abraçam ou ficam pegando no menino enquanto o coitado está lá tentando equilibrar sua bandeja com um prato cheio de comida e outro de salada. Nós já tínhamos passado quase 20 minutos na fila, a catraca, a outra fila e éramos os próximos a pegar a bandeja. Então, por trás da outra fila, vem uma das mães "empurrando" as 4 crianças e colocando as bandejas no apoio, na nossa frente. Assim, sem "licença", sem cerimônia, sem nada! Porra!!! Mas por que diabos você tem mais pressa que eu, se nossos filhos entram na mesma escola, no mesmo horário? Por que diabos você tem mais pressa que qualquer outra pessoa que está ali e precisa voltar rápido para seu trabalho ou sua aula? Por que diabos o seu filho tem mais motivos que o meu para não ficar em pé na fila? Não, não é porque a "moça" da catraca deixa alguns passarem que eu vou fazer o mesmo! Não, se eu acho que está errado! Já deixei bem claro pro menino que não acho legal e nem justo com as outras dezenas de pessoas que também estão esperando. Parece que ele entendeu o recado, porque também não acha. Naquele momento faltavam exatos 50 minutos pra tocar o sinal da escola. O mesmo sinal que ia tocar pro meu. E, dali até a escola, são cerca de 8 a 9 minutos de caminhada, 12, no máximo, se você for bem calmamente. Marido e eu fazemos o mesmo caminho todos os dias: ele, com o menino, pra ir e voltar do almoço, eu pra encontrá-lo à tarde. E não era o caso de estarem atrasados - até acho que estavam. Mas isso acontece todos os dias! Parece que nunca vai deixar de ser batido, porque é bem verdade que educação, respeito e cidadania começam em casa. Ou na fila do bandejão.

26 de abril de 2011

Pronto, falei!

Eu sei que não sou a rainha da delicadeza. Mas DETESTO criança espalhafatosa, que fala gritando, que chega agarrando e fica brincando de lutinha, em qualquer hora ou situação. Pior: detesto mãe que, quando muito, diz "pára, filhinho..."!!! Sei que filho é que nem cu (cada um cuida do seu), mas ter que ficar pedindo pra filho dos outros parar é um pé no saco!!! #prontofalei

24 de março de 2011

"How I wish, how I wish you were here"


Se estivesse vivo, hoje "ele" faria 64 anos. O primeiro dos 4 homens da minha vida. Aquele a quem eu devo parte do que sou, devo muito, inclusive a vida. Aquele que me ajudou nos meus primeiros passos, primeiras palavras, primeiras lições de vida. Que nos deixou tão cedo, mas que, tenho certeza, está olhando por nós e sendo parte constante das nossas vidas, até dos que não tiveram a sorte de conhecê-lo. Tenho o orgulho e o privilégio de ser um pedacinho dele e de ter podido conviver por quase 19 anos com ele. Está vivo pra sempre no meu coração.

 Pai, amor eterno! ♥


"Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre, o que é viver melhor.
Naquela mesa ele contava histórias,
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor.

Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã.
E nos seus olhos era tanto brilho,
Que mais que seu filho, eu fiquei seu fã.

Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa no canto, uma casa e um jardim.
Se eu soubesse o quanto doi a vida,
Essa dor tão doída não doía assim.

Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguem mais fala no seu bandolim.
Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim."

 ("Naquela mesa", Sérgio Bitterncourt)


Hoje, tudo que eu queria era poder ligar para dar os parabéns. Mas é a 13ª vez que não posso. Só me restam a saudade e as lembranças, uma homenagenzinha no blog, que é minha válvula de escape. Todo ano sinto as mesmas coisas, já nem tento evitar. "How I wish, how I wish you were here..."

16 de janeiro de 2011

Revisão de prioridades

(Previously on Three and me... ops! Acho que tôvendo seriados demais!...)
No post passado eu disse que dois motivos me fizeram chegar à conclusão que devo aproveitar melhor meu tempo com os meninos nessas férias. Este post é sobre um deles - o principal.

Eu não acho que nossas férias sejam mal aproveitadas. Pelo contrário. Em geral, conseguimos descansar bastante, colocar a faxina em dia, as crianças ficam algum tempo com as avós e algumas vezes conseguimos até viajar/passear. Mas muitas vezes eu percebo que as crianças querem atenção e eu estou preocupada com a limpeza, a comida e até com o computador ou a TV. E aí, no final das férias, tenho a sensação de que aproveitei bastante. Mas agora estou me perguntando: e eles? Será que aproveitaram? 

Eu já estava revendo meus "planos" quando esse pensamento aumentou, há cerca de uma semana, graças a um acontecimento bobo. Foi um dia normal e gostoso, as crianças já estavam dormindo, eu já havia deitado, vi TV, dei boa noite ao marido e me virei para rezar. Neste momento, senti duas pontadas no peito. Como eu nunca tive um enfarte, nunca conheci alguém que tenha sobrevivido a um e nunca estudei o assunto a fundo, pensei: "Ih, f*deu! Chegou minha hora! Adeus, mundo!". Como dá pra perceber, devem ter sido gases ou qualquer outra coisa, mas não era um enfarte - pelo menos não um fulminante. Acontece que os instantes seguintes foram suficientes para milhões de besteiras passarem pela minha cabeça. Não só besteiras. Eu sei que todo mundo vai morrer e a ideia não me apavora. Eu só não queria que isso acontecesse antes de eu ter aquela sensação de "missão cumprida" e minha vida em ordem. Por enquanto, sinto que ainda falta muita coisa - e a principal delas é ver meus filhos crescidos e "bem encaminhados na vida". Naquele momento, eu só conseguia pensar nos meninos e em como seria crescerem sem a mãe por perto. Por experiência própria, sei o que significa. Perdi meu pai às vésperas de completar 19, já era grande e ainda sinto a falta que ele faz em muitos momentos, como no dia em que passei no vestibular, no meu casamento ou em cada dia que ele poderia estar com os netos. Mesmo com minha mãe tendo se saído tão bem em todas essas situações, é óbvio que ele faz muita falta! Eu era adolescente, achava mais fácil tentar me esconder dos problemas (como se fosse possível) do que ficar ao lado dele, mesmo sabendo que aqueles momentos acabariam logo e nunca voltariam. Mas tem uma coisa que me alivia um pouco esse sentimento: naquela que foi a última noite que ele passou em casa, eu fiquei alguns minutos com ele vendo o jornal, perguntei se precisava de alguma coisa e disse que o amava (coisa que uma adolescente de 18 anos não diz o tempo todo). E essas foram minhas últimas palavras pro meu pai: EU TE AMO. Por pior que seja, ainda acho que é o melhor jeito de se despedir de alguém tão importante na sua vida. E ali, chorando de angústia, eu pensava como seria se eu morresse e minhas últimas palavras pros meninos tivessem sido "vai deitar!"??? E se eu morresse sem fazer o "ovo de dinossauro" que havia prometido pro Thierry ou sem montar a pista que havia prometido pro Fabrício??? Saí da cama e fui pro quarto deles um pouquinho. Entre outras coisas, fiquei pensando em como eu seria triste se morresse tão magoada e estando brigada com minha única irmã, que eu adoro, sem ter dito pra minha mãe o quanto a amo e quanto sou grata por tudo o que ela fez por mim, especialmente enquanto eu fazia faculdade, sem agradecer a cada uma das minhas amigas pelos deliciosos momentos que passamos juntas (mesmo que, com algumas, eles tenham sido apenas via computador), sem dizer ao meu marido pela última vez que eu o amo demais e sem ter feito tudo que eu podia para dar aos meus filhos momentos especiais e de alegria. Algumas coisas eu não posso controlar, mas quero fazer tudo que for possível pelas outras. No dia seguinte, além dessa certeza, eu acordei bem mais leve, sem raiva, sem mágoa. E daí que o chão precisa ser varrido e não está brilhando? E daí que o sofá está tão cheio de bagunça que quase não tem onde sentar? E daí que o almoço não é tão nutritivo ou que é igual o de ontem? E daí que minha unha tá um horror? E daí que tá passando pela 847ª vez aquele episódio que eu gosto (ou mesmo um que eu ainda não vi)? E daí que eu vou ter que tomar um Tandrilax no final do dia? Não significa que eles farão o que quiserem ou que não levarão uma bronca ou ficarão de castigo. Disciplina não tira férias. E nem que eu não vou fazer as coisas que eu precisar. Ainda há muito que eu quero e vou fazer (como lavar as cortinas, limpar o sofá e organizar alguns armários), mas decidi que, ainda assim, darei aos meus filhos mais momentos com qualidade, pelo menos enquanto eu estiver de férias - durante o ano é mais difícil e eu não me culpo. Isso também significa que eles podem ficar um tempo na vó, se quiserem. Daí eles chegam, eu continuo escrevendo o post e já sinto que estou falhando. Hora de parar, dar banho, esquentar o que restou do jantar de outro dia, deixar tomar quanto sorvete quiserem e ficar com eles um pouquinho. Até porque acho que eu já disse tudo o que eu queria dizer antes de morrer.

22 de dezembro de 2010

Momento Mastercard

Depois de um longo e tenebroso inverno, a encomenda da minha cliente chegou! E, após uma semana tão difícil, com pessoas tentando nos colocar pra baixo, cheia de acusações e ressentimentos, nada como começar o dia com tantos elogios sinceros (afinal, a mulher estava pagando e caro, não tinha motivos pra ser falsa, certo?) pra melhorar meu astral! Muito bom ser reconhecido por aquilo que a gente realmente gosta e faz com tanto amor! Não tem preço e não tem quem consiga estragar!

Daqui a pouco começa nossa festinha. Antes tenho que ensinar os estagiários que farão a parte mais urgente do meu trabalho durante as minhas férias. Enquanto isso, sigo morrendo de sono. À noite, fiquei emendando um programa no outro e só consegui dormir quase 1h da manhã, após assistir um episódio de Friends que eu ainda não tinha visto. Mas eu amo tanto que nem ligo, rssss.

UPDATE: Como diria minha mãe, "melhor que isso, só dois disso". Fiquei triste porque, no final do nosso "brunch", estava todo mundo tão empanturrado que sobrou mais da metade dos cookies. Mas, conforme o dia foi passando, várias pessoas foram voltando até a copa pra comer mais um pouquinho. E algumas vieram até minha mesa só pra me falar que tinham adorado - mesmo eu achando/falando que justamente esse foi o que deu errado. Final feliz - ainda mais porque agora falta um único diazinho pras minhas férias! \o/

16 de dezembro de 2010

Apenas mais uma de amor

Você pode continuar entrando quando quiser. E espero que se sinta muito bem-vinda. Não sou eu que estou tentando colocar um ponto final na nossa relação. Eu só queria que você soubesse que eu nunca imaginei que as coisas acabariam assim e nunca tive a intenção de fazer intriga, fofoca ou qualquer coisa das quais vocês estão me acusando. Eu sei os meus motivos e tenho minha consciência em paz - talvez com menos rancor e mais maturidade você tivesse pelo menos parado pra me ouvir em vez de "bater a porta" na minha cara e mandar um e-mail cheio de ressentimentos que não vou nem me dar ao trabalho de responder. Mas também sou mulher o suficiente pra assumir a consequência dos meus atos, admitir minha tristeza e pedir desculpas (sim, estou pedindo e não dizendo que pedi, como já aconteceu aí) pelo constrangimento que causei. Mas pelo menos tem um lado bom. Se não tivesse acontecido, eu não saberia o que você realmente pensa sobre mim e, sob o véu de quem nunca quer ficar mal com ninguém, nunca teve coragem de dizer. Foi pior do que eu esperava, mas não mais forte do que eu posso suportar. Eu vou seguir minha vida com a sensação que está faltando um pedaço, mas com a certeza que ninguém vai conseguir me atingir com acusações e palavras, pois, aqui em casa sim, há verdadeiramente respeito, cumplicidade e amor.


"Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
 
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer


Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato baby
A beleza é mesmo tão fugaz


É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer


Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer


Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber"


(Lulu Santos/"Apenas mais uma de amor")

9 de dezembro de 2010

"Por que será? Me diz, por que será?"

Por que será que você se desespera TANTO quando eu não posto??? Chegando ao ponto de entrar aqui 3 vezes por dia, verificando a cada 2 horas... Sei que minha vida deve ser bem mais interessante que a sua, mas eu já disse ando com o tempo corrido, não tô conseguindo postar muito por enquanto... então relaxa!!! Pode ocupar seu "precioso" tempo com outra coisa, ok? :D

18 de novembro de 2010

Cadeirinhas

Hoje marido me mandou esta notícia. Eu nunca me preocupei com essa história de lei de cadeirinha pra carro. Digo nunca me preocupei porque, pra mim, sempre foi um item essencial no enxoval dos meus bebês. Thierry só não saiu da maternidade no bebê conforto porque eu, mãe de primeira viagem, era muito bobalhona e fiquei com pena de colocá-lo, já que ele nasceu no que havia sido o dia mais frio do ano e estava todo empacotadinho, embora a cadeira estivesse ali do lado, instalada. Não, eu não me orgulho disso, mesmo o hospital ficando a cerca de 2 ou 3 km de onde eu morava. Tanto não me orgulho que não tive dúvidas na hora de colocar o Fabrício pela primeira vez. A essa altura, Thierry já usava a cadeira maior, que depois passou para o Fá quando ele começou a usar o booster. Ano passado, incomodada com o desconforto deles - já que o Thierry usava um booster vagabundo, de isopor, e Fabrício usava a cadeira-velha-quase-sem-espuma do irmão - comprei duas cadeiras novas que o Fabrício poderá usar até uns 15 anos, quando tiver 1,45m (pecadooooooo!!!! É brincadeira, ele chega lá antes! Espero... rsss). Foram 12 não-tão-suaves prestações. Meus filhos nunca, nunquinha, reclamaram de usá-la porque estão acostumados desde muito pequenos (bebê-conforto, aliás, é ótimo mesmo dentro de casa!!!). Aí veio a lei e todo aquele desespero do povo, falta de cadeiras no mercado, milhões de "meu filho não fica de cinto", um inferno. E eu não tive nenhum desses problemas. O problema agora é o roubo de cadeirinhas. Temos que deixar o carro meio escondido ou retirar as cadeiras e carregar o trambolho, é muito chato. Porém, tem uma coisa que me incomoda mais. Pra mim, cinto de segurança e assentos infantis sempre foram itens de segurança fundamentais e que eu prezo muito, independente de estar na lei ou não. Meu cinto é tão "parte de mim" no carro que quando (raramente) esqueço é que me sinto desconfortável. É por isso que fico tão revoltada quando vejo uma criança andando na frente ou pulando no banco de trás, ou quando ouço alguém dizendo que "vai ter" que comprar a cadeirinha porque agora é lei ou que anda sem "porque a gente toma cuidado" (irmã, não é uma indireta porque eu sei que agora você usa. Errado, mas usa, hahaha). Sim, eu também tomo muito cuidado no trânsito, especialmente com meus filhos junto... mas e os outros? Como posso assegurar que não serei justo eu a encontrar um louco apressado ou bêbado pelo caminho? Eu não uso cadeirinha por medo de tomar multa, uso porque acredito que ela possa fazer diferença pra vida dos meus filhos! Quando Deus achar que tá na hora, não vou questionar. Mas enquanto eu puder fazer pela minha família, vou fazer.

11 de novembro de 2010

Deleta logo, p*rra!!!

Se tem uma coisa que eu detesto nas redes sociais é gente que fica "anunciando" que vai excluir/bloquear pessoas. Tenho saco não. E nem tô falando por achar que posso ser deletada ou não (fato para o qual eu tô pouco me lixando). Mas, pra mim, é puro blá blá blá, chato pra caramba. Falta de coragem de assumir seus atos e aquilo que pensa. Pra quê? Pra esperar alguém cair de joelhos e implorando pelamordedeus pra não ser excluído??? Ah, tem dó. É carência demais.  E digo o mesmo de quem fica reclamando do que as pessoas publicam no Twitter, no Orkut ou no FB. Você não gosta do que o fulano escreve na página dele, ou se ele retuita muito, ou se ele passa o dia jogando FarmVille ou Colheita Feliz? Ok, direito seu. Agora quer que eu desenhe um mapinha pro botão Unfollow? Porque, acredite, é mais simples do que parece. E, só pra avisar, existem "botõezinhos" que restringem as ações que aparecem na sua timeline ou mural, como os "aplicativos de quem não tem mais o que fazer" ou "os retuítes de pessoas que, se eu quisesse saber o que dizem, eu seguiria". Ninguém é obrigado a seguir ou ser amigo de ninguém, agora, se quer fazer "pra não ficar chato", então não fica dando "indiretinha", né?! Já deletei tanta gente das minhas redes, sem nunca ficar anunciando, e algumas delas foram excluídas exatamente por este motivo. Anunciou que vai deletar ou reclamou das "besteiras" ou "inutilidades" do que os outros escrevem, OUT! Eu deleto primeiro. Daí sou eu que não preciso ficar lendo choramingo e mimimi. Quer deletar, deleta logo e cala a boca, porra!

10 de novembro de 2010

Velhos (des)conhecidos

Eu não tenho muitos visitantes regulares e nem fico controlando quem deixa comentário no meu blog, porque não é essa a ideia. Mas, em setembro, um visitante que aparecia com muita frequencia, mas nunca se identificava, realmente me incomodou -  como não se manifestou como "amigo", passei a acreditar que só poderia ser alguém tentando xeretar minha vida por algum motivo que eu desconheço. Talvez me siga escondido também no twitter, ou no orukt, procurando sabe lá Deus o que. Quando decidi fazer outro blog, por outros motivos, resolvi desencanar. Aí hoje, quando abro meu contador, me deparo com meu velho amigo me visitando várias vezes há vários dias, desde pouco depois da "inauguração". Mas agora foi diferente. Eu não senti raiva, insegurança ou qualquer outra coisa. Eu senti pena. Pena, porque deve ser muito triste seguir alguém assim, com tanto afinco, mas ter que fazê-lo escondidinho, achando que ninguém tá vendo. Já conheci gente assim pessoalmente, e são realmente pessoas dignas de pena. Esse é só mais um. Só alguém que não tenha mesmo com quem ou o que mais se ocupar. E esse tipo de gente realmente não me preocupa mais.