Site Meter Três e eu: Marido
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9 de janeiro de 2011

Mais doce que o doce de batata doce


Meu bebê de 34 anos...

Sempre que eu faço bolo de festa, fico com medo das "críticas". Um dia ficou doce demais, outro dia ficou seco demais, outro ficou molhado demais. Sempre tem alguém pra relatar um defeito, mesmo que depois venha um "mas tá uma delícia". Eu mesma sou muito crítica em relação a tudo o que faço, mas ninguém gosta de ficar ouvindo os defeitos da comida que fez, principalmente se já os conhece. O bolo de ontem, modéstia à parte, estava muito gostoso - de chocolate, com recheio de brigadeiro com coco, coberto com merengue. Infelizmente, a cobertura - que fiz seguindo a receita à risca, coisa rara - ficou doce demais. Mas, para minha alegria, a única que colocou defeito fui eu - e a sogra apenas concordou, dizendo que "estava melado". A festa foi bem gostosinha, meninos se divertiram com o primo, nós jogamos conversa fora, e a comida tava boa. Só no final alguns ânimos se exaltaram, mas nada demais, só coisa de família. Tinha até música ao vivo...

"A melhor banda de todos os tempos da última semana"





8 de janeiro de 2011

Os efeitos da clara

Decidindo a cobertura do bolo, pedi ao marido para escolher entre brigadeiro e marshmallow. Enquanto discutíamos sobre o segundo conter clara crua, ficamos em dúvida o perigo era a clara, a gema ou o ovo todo mesmo. Marido me sai com essa: "Melhor não... comer a Clara é perigoso.... o Totó morreu, o Fred foi preso...". É um palhaço. Mas pior é a Gemma, que nem foi comida...

6 de janeiro de 2011

De fé

Eu não sei por onde começar. Já é a décima vez que passamos seu aniversário juntos e eu já disse tantas vezes o quanto te amo e o quanto te desejo o bem que não sei mais como fazê-lo sem ser repetitiva. Eu só queria uma maneira mais original de te dizer tudo aquilo que você e o mundo inteiro já sabem. Não encontrei. Mas nem por isso vou deixar de dizer o que eu quero...
...que eu te amo mais do que eu imaginei que amaria alguém na vida e que me sinto como se você fosse parte de mim desde que nasci;
...que sou grata por tudo o que você fez e faz por mim, por tudo que me deu e que conquistamos juntos, por todas as horas que esteve ao meu lado, sem diferença se o momento era bom ou ruim;
...que tenho orgulho do que você é, do que você faz e do que representa para as pessoas a seu redor, do seu caráter, sua honestidade, sua hombridade, sua lealdade, sua competência e sua coerência na defesa das suas ideias, mesmo quando não concordo com elas;
...que me sinto muito feliz e privilegiada por ter sido a escolhida para estar a seu lado pelo resto da vida, para compartilhar momentos alegres e tristes, para aprender e ensinar;
...e, acima de tudo, que eu desejo que você tenha tantas coisas boas na sua vida a ponto de não conseguir numerá-las, que tenha muita saúde, paz, sorte e harmonia (porque amor você já tem muito, por todos os lados), e que continue sendo sempre muito abençoado por Deus.

  Sei que não disse nenhuma novidade, nada que você não soubesse (até a música já cansei de cantar). Também não disse apenas porque é seu aniversário. Tudo isso eu sinto e expresso todos os dias, mas, você sabe, aniversários são muito importantes pra mim e é apenas minha vondade de gritar pro mundo que fica maior nesses dias. Feliz anivesário, mesmo que esta pequeniníssima homenagem tenha vindo apenas no finalzinho dele.

"Sempre que eu preciso
Me desconectar
Todos os caminhos
Levam ao mesmo lugar
É meu esconderijo
O meu altar
Quando todo mundo
Quer me crucificar...

Eu só quero estar
Com você!
Ficar com você!...

...

Eu tenho muitos amigos
Tenho discos e livros
Mas quando eu mais preciso
Eu só tenho você...

Tenho sorte e juízo
Cartão de crédito
E um imenso disco rígido
Mas quando eu mais preciso
Eu só tenho você"

(Humberto Gessinger, "De fé")

 

Nós te amamos muito!!!!!

OBS.: Demorei demais e acabei postando após a meia-noite. Mas, como estamos com o fuso horário de Pirassununga (hein???), tá valendo.

13 de dezembro de 2010

Eu mereço...

Eu tenho consciência que não sou um mulherão de arrasar quarteirão. Também não me acho feia, muito pelo contrário, sem falsa modéstia. Apenas reconheço minhas virtudes e defeitos, me considero na média e tenho uma queridíssima autoestima saudável e equilibrada - porque mais triste que aquela bonita que se acha feia, só aquele tribufu de gaveta que se acha a última bolacha do pacote, coisa que eu conheço e tá cheio por aí. Felizmente não é o meu caso. Mas eu não saio muito, não trabalho com público, praticamente não tenho amigos homens. Também não uso roupas que não combinem com meu corpo, minha idade ou meu estado civil, muito menos crio situações para chamar a atenção. Junte a isso uma postura séria (do tipo "sou casada e não sou pro teu bico") e taí uma pessoa cujo marido não precisa fazer ceninha, nem ficar enciumado, porque eu não vou ficar levando cantada ou provocando olhares indiscretos.
(...)
 E daí que fomos no aniversário do filho de um casal de amigos. Uma parente deles é casada com um cara que nós achamos esquisito desde o primeiro dia, do tipo que dá beijo melado quando cumprimenta, te olha fixamente, usa calça "saint-tropeito" com camisa por dentro e um boné menor que a cabeça. Até aí, tudo beleza, cada um tem direito de ser esquisito na medida que quiser que eu não fico comentando ou criticando. Mas realiza: estou eu ajudando Fabrício na cama-elástica, brincando de derrubá-lo e marido sentado numa cadeira, observando. Quando voltei, ele estava emputecido, dizendo que eu tinha perdido a cena. Na hora em que me abaixei um pouco pra empurrar o Fá, o agora conhecido como "doidinho" ficou me olhando, com uma pausa estratégica na minha bunda - tudo isso com a mulher do lado. Marido criado nas quebradas de São Paulo só deu um grito: "Ow! Cê tá lôco, mano???" Fiquei super-sem-graça porque mais gente deve ter ouvido. Mas não posso negar que fiquei lisonjeada com um marido que, 10 anos e 25kg depois, ainda tem ciúme e é capaz de rodar a baiana por causa de um maluco qualquer que ele supõe que esteja olhando pra mim. Claro, depois virou piada, porque isso nunca acontece com um bonitão. Castigo, só porque semana passada ri da amiga que foi chamada de "torresmão" (não conto, não conto, não conto!!! hahahaha). Eu mereço mesmo...

26 de outubro de 2010

Solteiros x Casados

Hoje, no dia em que eu e marido completamos 10 anos e 3 meses de relacionamento (baita data marcante, kkkk), eu estava trabalhando e me deparei com a xerox de um pequeno artigo da Folha de 1994 em uma tese. Era um quadro cujo título era "melhores vantagens de estar solteira". Pra mim, uma casada convicta, foi um show de "eu não preciso disto", "posso fazer isto casada" ou "meu marido não é assim". Foi uma delícia ler! Serviu pra ratificar tudo o que eu pensava sobre casamento e o quanto as pessoas falam que sua vida vai acabar, você não vai poder mais fazer nada, etc. Acontece o mesmo em relação aos filhos. E eu também sou uma "mãe convicta". Não conseguiria viver sem realizar este sonho - e a gravidez vinha no pacote, mas não era o principal. Quando engravidei do Thierry, com o maior sorriso possível no rosto, fui dar a notícia a uma amiga. A reação foi: "Você tem certeza, Lê? Filho é pra sempre!..." e eu imediatamente respondi que graças a Deus que era! Hoje eu olho pros meus dois brincando e penso como pude demorar tanto pra ter o Fabrício (foi uma fase meio complicada da nossa vida financeiramente, e eu decidi, com dor no coração, que só teríamos o Thierry mesmo. Até que em 3 dias consecutivos recebemos a notícia de 3 grávidas. Pra mim, parecia um "sinal". Então nós decidimos tentar só por um mês porque, se fosse a vontade de Deus, teríamos outro e pronto. Desejei tão forte que o resultado tá aí, com 3 anos e pulando como uma pulga.). É isso.
"Tenho muito mais dúvidas do que certezas.
Hoje, com certeza, eu só tenho vocêS"
(Humberto Gessinger)
Só agora percebi quantos "3" tem neste post. Hora de jogar no bicho! :)