Site Meter Três e eu

31 de dezembro de 2010

Última pérola do ano

Enquanto eu arrumava a mesa para a ceia, faltando 15 minutos para o Ano Novo, Thierry jogava no computador e me perguntou o que é "username". Antes que eu pudesse responder, ele disse: "Ah, já sei, lembrei. 'Iuserneime', 'iusiorneime', 'qual o seu nome?', não é?". Caí na gargalhada e tive que postar. Muito fofo!!!

A menos de 10 minutos de 2011. Feliz Ano Novo!!!

A idade chegando...

[5 minutos depois....]

Assim que cliquei em "publicar postagem" no post anterior, subi para colocar um miojo no fogo pros meninos. Quando terminei de descer 4 degraus, levei um capote, quase de cara no chão. Em vez do esmalte amarelinho que saí especialmente pra comprar (neeeeem quis copiar a Keylla, kkkkk), porque tô precisando de dinheiro, acho que vou passar uns 3 tons de roxo, só pra combinar com meu joelho... Ainda bem que foi só um ralado. Pior seria quebrar o pé e ter que ir pro hospital com essa perna de quem depilou há uma semana. Pelo menos o gesso combinaria com minha roupa.
[UPDATE: Algum tempo depois de publicar este, percebi que o Fabrício (provavelmente ele) havia escrito letras e apagado uma parte do post anterior, que estava sendo editado... Eu mereço, mesmo...] 
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Pelo jeito, na passagem de ano seremos só nós, minha mãe e meu "pai emprestado", já que um irmão foi acampar e o outro passará na casa da namorada. Pensei em ir pra casa, tenho vontade de ver os fogos de lá, já que da minha varanda a visão é uma delícia. Mas nós somos folgados e fomos ficando, ficando... e gosto tanto de estar aqui que resolvi esperar até terça para ir embora - já que quarta é aniversário do maridinho. Se meu joelho colaborar, daqui a pouco subo para fazer rabanadas, minha comida preferida de Natal e Ano Novo. Antes vou lá escolher meu esmalte. Tem algum que seja para evitar estabacos de pessoas com certa idade???

Aberto para balanço

Esse é provavelmente o final de ano em que estou mais assídua com o blog - a quantidade de posts e de ócio são inversamente proporcionais às coisas que podem ser feitas na cidade (que eu adoro, não estou reclamando, não!!!). E resolvi fazer um balanço dele. Se ontem foi a retrospectiva da Globo, hoje é a minha vezhttkamt (UPDATE: será que alguém de 3 anos mexeu aqui depois que eu digitei????).

2010 não foi um ano marcante. O que não é necessariamente ruim, pois significa que nada de muito importante aconteceu; nada de muito bom, mas também nada de muito ruim. Prefiro assim.
  • Meu time não ganhou nada no ano do Centenário, mas nos encheu de orgulho em muitos momentos. E a torcida provou que pode não ser a maior, mas é a melhor e mais FIEL, capaz de fazer uma festa como ninguém mais.
  • O Brasil não foi hexa e deu até uma certa vergonha da derrota, mas isso todo mundo já sabia.
  • Meu candidato não foi eleito presidente, mas outro foi eleito governador em 1º turno. Na verdade, não sei se isso é tão bom assim. Mas prova que não sou louca (pelo menos sozinha).
  • Minha banda preferida não voltou a fazer show e provavemente não voltará, mas consegui ver meu grande ídolo de perto mais uma vez.
  • Comemorei 10 anos ao lado do homem da minha vida, pai amoroso dos meus filhos, companheiro  fiel, melhor amigo, cúmplice, leal, companheiro e único.
  • Meu filho mais velho foi para uma escola nova, excelente e gratuita, com muitos amigos velhos e outros tantos novos. Descobriu coisas sobre si mesmo, sobre os outros, sobre crianças do mundo. Aprendeu e ajudou amigos a aprenderem. Melhorou sua leitura a ponto de ser elogiado por uma Profª Dra. da Faculdade de Educação da USP.
  • Meu filho mais novo continua na mesma creche que se supera a cada ano em qualidade. Aprendeu as letras e os números, descobriu muito sobre borboletas, sobre horta, sobre músicos, sobre o tempo e o espaço, sobre os adultos já terem sido crianças. Foi constantemente elogiado por sua simpatia, espontaneidade, interesse e, principalmente, pela musicalidade que possui e impressiona.
  • Meu "quase-pré-adolescente" começou a usar óculos; meu "recém-ex-bebê" deixou de usar fralda e chupeta.
  • Descobri meu lado "menina" que eu nunca tinha percebido e que me fez bem demais.
  • Redescobri o prazer de "blogar", um prazer que eu havia perdido há algum tempo. E percebi que não preciso de um público para quem escrever. São apenas minhas memórias e pensamentos.
  • Pela primeira vez convidamos amigos da escola pro aniversário do Thierry e a festa foi um sucesso.
  • Minha avó ficou doente e nos deu um belo susto, mas saiu dessa e está bem, agora.
  • Meu trabalho continua tranquilo e não tem mais o clima pesado que tinha no ano passado.
  • Enfrentamos mais uma longa greve cheia de pressão e represálias que não nos deu praticamente nada.
  • Resolvi me calar em alguns momentos e falar em outros. Não me arrependo de nenhum deles, nem mesmo do único que teve resultado negativo.
  • Dei um "chilique virtual" com a vizinha de baixo que reclamava de barulho a qualquer hora (mesmo quando não estávamos em casa), e desde então não houve mais reclamação.
  • Rompi relações com alguém que cansou minha beleza e já estava me fazendo mal de tanto tentar provar que era melhor que eu em tudo.
  • Descobri o que uma pessoa por quem eu nutria o mais profundo afeto e amor realmente pensava a meu respeito, mas nunca teve coragem de falar.
  • Descobri, ainda, que pessoas são capazes de fazer acusações levianas, julgamentos precipitados e depois fazer exatamente aquilo que tanto criticaram e condenaram, porém de maneira muito mais deplorável.
  • Aprendi que podemos nos arrepender e pedir desculpas, mas que podemos também nos arrepender POR pedir desculpas.
  • Estreitei relações com uma amiga a quem eu já adorava e que se acha maluca por sermos tão amigas sem nunca termos nos visto. Mal sabe ela que eu nem acho tão maluquice assim e talvez isso seja a verdadeira maluquice.
  • Depois de um longo e tenebroso inverno sem contato, uma das minhas amigas mais queridas voltou pra vida virtual e me trouxe de volta uma alegria que estava faltando.
  • Comecei uma dieta junto com a amiga, mas também parei junto com ela. Emagreci pouco e já devo ter engordado de novo só esses dias na casa da minha mãe. Mas foi uma boa experiência que quero continuar.
  • Tive "febre" de Twitter, "febre" de FarmVille, "febre" de Mafia Wars, mas felizmente todas passaram. Infelizmente apareceu o CityVille.
Não foi um ano de fatos marcantes ou "pra ficar na memória". Mas foi mais um ano importante e com acontecimentos únicos. Somando as coisas boas e ruins, o saldo é extremamente positivo. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

Não vou fazer promessas pro Ano Novo. Não acho que faça diferença fazermos o que achamos certo em janeiro ou em dezembro. Tento acertar o ano todo. Nem sempre é possível, mas, quando erro, reconheço, levanto a cabeça e sigo adiante. Para o novo ano, desejo apenas que haja paz, amor, saúde e harmonia para mim, minha família e meus amigos. E que Deus continue nos abençoando e protegendo, como sempre fez. Não que eu vá achar ruim se levar sozinha os 200 milhões da MegaSena hoje...

30 de dezembro de 2010

Criança feliz

E então nós fomos com a família comer um lanche - muito bom, ainda mais com meu magrelo comendo um cachorro quente inteirinho (tá, era só um pão com salsicha, mas pra quem gosta de feijão com farinha tá bom demais). E ficamos lá, eu, marido e meu irmão mais novo, fazendo planos para quando ganharmos na Mega da Virada. Meu irmão, muito modesto, não quer nada muito sofisticado: um Astra está bom - isso porque eu disse que daria 10 milhões pra cada irmão. E ficou pensando no que me daria se fosse ele o ganhador. Eu disse que, depois de quitar meu carro e minha casa (porque eu sô pobre), pode me dar apenas um quarto cheio de brinquedos. Quero uma parede cheia de prateleiras pra colocar todos os brinquedos em que eu gasto hoooras babando quando vou na Ri Happy. Uma parede só de Barbies, outra só de Playmobil - um dos meus preferidos e que agora tem coleções para meninas. Eu amo brinquedo de paixão. Quando vou dar presente, me perco escolhendo, pensando no que a criança vai gostar - e, se for pros meus, penso se vou gostar de brincar junto. Nunca dou brinquedo caro porque não posso, mas também não dou brinquedo "só por dar" - e muito menos dou roupa. Ontem os meninos ganharam do meu outro irmão dois Playmobil cada um. Quando abriram os pacotes, quem gritou fui eu - e Thierry foi até contar pra vó. Abre parêntese: Fofura ver os dois brincando juntos, ficaram um tempão "lutando" com os bonequinhos, Fabrício faz até a sonoplastia, é um amor! Fecha parêntese. Minha viagem dos sonhos é pra Disney. Será uma das primeiras providências pra semana que vem, quando eu ficar milionária. Mínimo de 30 dias (não vou ter que voltar ao trabalho mesmo...). Sim, eu tive infância. Sim, ela foi feliz e relativamente "abastada". Mas tem gente que gosta de colecionar selos, outros moedas e outros latinhas de cerveja. Eu não posso me dar a esse luxo, mas se ficar rica, com certeza farei o dono da RiHappy e a Receita Federal bem felizes...

29 de dezembro de 2010

SuperNanny x Genética

E daí que de fato eu sou xereta (e você também, afinal, tá aqui lendo meu blog, kkkkk), então dei uma passada lá no blog da minha cliente Simone - que, por sinal, é muito engraçada e é uma delícia ler o que ela escreve. E mais uma vez, graças a ela, ganhei meu dia. Os elogios agora são públicos e as coisinhas que fiz (os três primeiros desta página) estão funcionando bem. Eu tive a ideia de fazer quando o Thi era pequeno e eu assistia SuperNanny. Funcionou alguma vezes, mas confesso que não levei tão a sério assim. E as recompensas eram sempre bobinhas, como gelatina ou dormir na casa da avó - coisa que hoje já é frequente. Algumas vezes ainda aplico os métodos SuperNannysticos, mas na maioria delas aplico os Leticísticos mesmo - uns berros e uns castigos malucos, como desligar a TV se ninguém ouvir o que estou falando, já que eu [quase] não bato mais, um assunto que estou ensaiando há meses pra escrever, desde o blog antigo. Thierry é muito respondão, "nem parece" comigo. Incrível, tem horas que ele responde exatamente o que eu responderia, e eu me sinto a minha mãe falando. Dizem que praga de mãe pega e posso dizer que é a mais pura verdade. Não tá escrito quantas vezes eu ouvi "você vai ter um filho assim". Minha contribuição genética não é só na aparência... Já o Fafá (que não tem genes meus, são 100% do pai) de vez em quando tem uns acessos de birra e chatice próprios da idade (quando está com sono ou fome fica insuportável), mas é tão bonzinho, geralmente aceita as ordens com tanta facilidade, que fico com dó. É a criança mais doce que existe. Igual o pai. Acho que nossos cromossomos fizeram algum tipo de divisão maluca. Talvez sejamos um caso a ser estudado pela medicina.

27 de dezembro de 2010

Lindo pra cachorro

Eu sempre quis ser mãe. E não nego que fazia parte do sonho ter uma menina. Por isso, desde a adolescência "minha filha" já tinha nome: Gabriela. Mudou de sobrenome e de pai algumas vezes, mas o nome se manteve firme e forte até o final da minha primeira gravidez. E eu nunca pensei seriamente em um nome para menino - que mudava cada vez que mudava o sobrenome. Outro dia Thierry torceu o nariz quando eu disse que ele (que obviamente não seria "ele") poderia ter se chamado Norton ou Tristan. Como eu "exigia" Gabriela, se fosse menina, aceitava o nome que o suposto pai escolhia para um menino, mesmo não gostando - e os desgramados nunca escolhiam um nome "normal". Felizmente, esses nomes não duravam muito, já que meu namoro mais longo antes de conhecer o marido durou apenas 7 meses. Quando comecei a namorar o marido, foi bem diferente. Eu sei, Thierry não é um nome lá muito convencional - desde que engravidei até a Copa de 2006, quando o Thierry Henry estava com tudo, muito pouca gente conhecia ou sequer entendia quando eu falava o nome, chegaram a me perguntar "de onde eu tinha tirado esse nome"; justo a mim, que não gosto nem um pouco de nomes inventados ou muito diferentes. Mas foi um nome escolhido no 14º dia de namoro, de comum acordo e com muita convicção. Nem chegamos a conversar sobre nomes durante a gravidez. Fui cada vez mais me apaixonando por ele, ainda mais depois que o menino nasceu e ele passou a fazer sentido de verdade. É o nome mais lindo do mundo...
(...)
E daí que sexta, na estrada, paramos para comer e esticar as pernas. Os meninos se lambuzaram de sorvete e foram com o pai ao banheiro lavar as mãos. Fiquei no carro e, enquanto eles andavam, tive a impressão de ouvir um adulto chamar "Thierry", de longe. Vi que não era o marido, pois o Thi estava bem juntinho dele. Estávamos no meio da Anhanguera, seria coincidência demais encontrar um conhecido ali - ainda mais adulto. "Deve ser um nome parecido", pensei. Me distraí e, quando eles voltavam, ouvi de novo. Mas dessa vez não fui só eu, já que os três olharam para trás. Marido fez cara de "eu, hein" e continuou vindo, enquanto a pessoa continuava chamando. Foi então que percebemos uma família com um cachorrinho teimoso. De longe, perguntei o nome do cachorro e ele respondeu com a dicção forçada (igualzinho eu faço pra pessoa entender): "T-H-I-E-R-R-Y!" Eu disse que era o nome do meu filho e caímos todos na gargalhada, inclusive o cara, enquanto pedia desculpas. Virou piada. Quem mais riu foi o próprio dono do nome, que saiu contando a história pra todo mundo, dizendo que eu devia ter perguntado o nome do filho deles pra colocar no nosso cachorro...

26 de dezembro de 2010

Inventando moda

Ontem descobri uns "farelos" de cookies no fundo da bolsa térmica que eu trouxe. Na verdade, quando eles saíram de casa ainda eram cookies de verdade. Só quando chegaram aqui estavam irreconhecíveis. Ofereci aos meus irmãos e eles gostaram, mesmo quebrados, murchos e sendo aquela receita que não deu lá muito certo. Aí só perguntei pra minha mãe se ela tinha açúcar mascavo e hoje ela já apareceu com um pacote, mesmo sem saber o que eu queria fazer. Mas, né? Aqui a gente fica com os horários todos confusos (acorda tarde, dorme tarde, come tarde... ontem fui visitar minha vó na hora de Passione), além de passar um tempão jogando conversa fora e ir adiando as coisas. Nem pintei as unhas que manicurei de manhã - ou será que já era "à tarde"??? E acabei não indo comprar o chocolate. E lá vou eu inventar moda amanhã - pelo menos isso, né, porque o pobre do meu irmão que mora na edícula sempre é expulso da casa dele quando eu chego, agora está dormindo na "obra" (a casa da minha mãe está em reforma)... Só espero que dessa vez os cookies fiquem perfeitos...

25 de dezembro de 2010

Cada um no seu quadrado

É Natal!!! Adoroooo!!!

E não  é que o Papai Noel ouviu os pedidos dos meninos??? Fazia pouco tempo que havíamos chegado na casa da vovó quando ele passou, talvez tenha se dado conta que o presente barulhento do Fabrício não seria muito legal perto da meia-noite... Para mim, o presente não poderia ser melhor: o brilho nos olhos dessas crianças quando abriram os presentes. Fabrício ficou impaciente enquanto o pai montava a bateria. Só depois de uma meia hora se tocou que também ganhou um set de carrinhos de polícia e só foi brincar bem mais tarde. Thierry não sabia qual caixinha olhava primeiro (e nem eram tantas assim, umas 6, mais a maleta e um quadro para colocar HotWheels) e, como a caixa estava cheia de coisas (tintas, faixinhas adesivas, pincéis, suporte para lavar pincéis, telas, glitter), ficou maluco, acho que pensando que o Noel tinha gasto um dinheirão no presente dele (que, na verdade, saiu mais barato que o do Fá). Algumas coisas não vieram, porque ele já tinha usado sem saber que eram dele e a tia esqueceu de colocar de volta. Para a ceia, vovó preparou costelas que, meu Deus... melhor nem lembrar!!!

Será que só tem papel aí dentro???

Felicidade e vibração ao descobrir o que é o presente
 
Taaaanta coisa!!!!!

Meu pequeno Carlos Maltz (Engenheiros)

Ceia do meu magrelinho: Pão com farofa, kkkkkk

Hoje logo cedo Thierry começou a me pedir pra pintar uma caixinha pra colocar os tais dos Bakugans (ganhou 3). Pro Fabrício dei uma tela (porque "o Noel ligou avisando que era uma pra cada um") e minha mãe deu guache. Thierry ainda está concentrado na mesma caixinha, já aprendeu a misturar cores, pintou com certa "técnica", não gostou, pintou por cima e agora está pacientemente esperando secar para dar outra demão. Fabrício em 2 minutos pegou um monte de tintas, misturou tudo e foi tocar bateria - e, o "pior", cheio de confiança e ritmo. Ado, ado, ado, cada um no seu quadrado...

23 de dezembro de 2010

The end

E, de repente, o pouco pra fazer se tornou correria. Por volta das 11:30h chegou o aviso que seríamos dispensado às 14h - e pouco depois marido ligou dizendo que teria que pegar o Fá em 5 minutos, pois a creche fecharia às 12h, mas é "véspera de véspera de Natal" e não vou me irritar pelo aviso tão em cima. Mesmo correndo, consegui colocar minhas coisas em ordem, ufa! Agora falta apenas 1h pras minhas tão sonhadas férias - deliciosos QUARENTA dias em casa...

Será que ele vem???

Fato 1: Quando fomos comprar o presente do Fá, falei pro marido pra pegarmos um tamborzinho mais barato que o menino ia ficar feliz assim mesmo (lembrando que eu não queria gastar muito com presentes). Ele respondeu que não ia dar certo, que aquela coisinha de 3 anos e meio conhece os instrumentos de percussão melhor que nós e ele queria uma BA-TE-RI-A. Em vez de 24, perdi 100 reais (mas feliz, pq a bichinha é linda!). Em "6 suaves prestações". E acabo curtindo por ser o primeiro Natal em que meu pitoco sabe o que quer.

Fato 2: Ontem os dois ficaram na sogra e foram com as tias pra Paulista passear. Chegaram meio tarde e dormiram lá. Hoje cunhada perguntou se eles podem voltar à noite para irem a uma festinha - achamos ótimo, pois assim podemos embrulhar o presente do Thi com calma e arrumar o carro sem a preocupação de um flagrante.

Junção dos fatos:  Claro que Fabrício estava com um humor do cão logo cedo quando fomos pegá-lo pra ir à escola. Começou a insistir que o pai tinha dito que ele ficaria na vó hoje, e eu expliquei a programação dos dois dias. Dissemos que ele tinha que ir pra escola buscar o material e os trabalhos dele e amanhã iremos pra vó porque é o dia do Papai Noel passar. Ele, então, respondeu: "Mas a gente já 'viu ele'!!!" Argumentei, dizendo que ele ainda não tinha ganho presente. Ele continuou indignado e repetiu, dessa vez nervoso e gesticulando. Também repeti, e falei que já tinha combinado com o Noel de entregar os presentes na minha mãe. Ele parou e pensou por um segundo, então disse que só queria uma bateria (não entendi ao certo, mas acho que ele quis dizer: "dane-se quem e onde vai entregar, eu só quero a bateria"). Falei que então ele precisaria seguir a programação pra saber se receberia o presente que pediu. Pra nossa surpresa, ele DO NADA respondeu: "Mas eu não quero um tambor, eu quero uma bateria!!!" Eu e marido nos entreolhamos sem entender e eu ouvi "tá vendo????" bem baixinho. Ainda bem que ele não cismou com a motinho elétrica de 600 reais que viu na Recreio. Aí, o primeiro Natal sabendo o que quer, seria tambem o primeiro Natal frustrado dele.

OBS.: Último dia de trabalho é duro. Ninguém quer (nem pode) deixar nada pendente, então tenho pouca coisa pra fazer. Com um post logo cedo, dá pra ter noção de quanto é "pouca", né?

22 de dezembro de 2010

Momento Mastercard

Depois de um longo e tenebroso inverno, a encomenda da minha cliente chegou! E, após uma semana tão difícil, com pessoas tentando nos colocar pra baixo, cheia de acusações e ressentimentos, nada como começar o dia com tantos elogios sinceros (afinal, a mulher estava pagando e caro, não tinha motivos pra ser falsa, certo?) pra melhorar meu astral! Muito bom ser reconhecido por aquilo que a gente realmente gosta e faz com tanto amor! Não tem preço e não tem quem consiga estragar!

Daqui a pouco começa nossa festinha. Antes tenho que ensinar os estagiários que farão a parte mais urgente do meu trabalho durante as minhas férias. Enquanto isso, sigo morrendo de sono. À noite, fiquei emendando um programa no outro e só consegui dormir quase 1h da manhã, após assistir um episódio de Friends que eu ainda não tinha visto. Mas eu amo tanto que nem ligo, rssss.

UPDATE: Como diria minha mãe, "melhor que isso, só dois disso". Fiquei triste porque, no final do nosso "brunch", estava todo mundo tão empanturrado que sobrou mais da metade dos cookies. Mas, conforme o dia foi passando, várias pessoas foram voltando até a copa pra comer mais um pouquinho. E algumas vieram até minha mesa só pra me falar que tinham adorado - mesmo eu achando/falando que justamente esse foi o que deu errado. Final feliz - ainda mais porque agora falta um único diazinho pras minhas férias! \o/

21 de dezembro de 2010

Durma com um barulho desse!

Pausa estratégica enquanto estou batendo os cookies para a festinha de confraternização do meu trabalho amanhã - semana passada foi de toda a Escola, dessa vez será só do meu setor, a biblioteca. Quando preciso utilizar a batedeira, geralmente faço na sala de jantar, pois a cozinha do "apertamento" não tem tomada próximo ao balcão. Assim que liguei a menina, veio um nanico correndo do quarto, dizendo: "ow, mãe!!! Eu tô tentando assistir Mister Maker!!!" Chupa essa manga...

UPDATE: E os cookies ficaram "dilíça! Faltou um pouquinho de açúcar (que completei com um pouco mais do mascavo), mas como estava fazendo de 2 sabores, resolvi "inovar" e colocar Nescau (é, Nescau mesmo, justamente por ser mais doce) em um deles. Ficou melhor que o outro, de chocolate branco com castanha... :)

"Onze patinhos foram passear..."


Horário de almoço e eu vendo o KibeLoco. Deu uma dor no coração e um desespero ao ver esse vídeo - que não deixa de ser engraçado e fofinho. Gostei do título da postagem do Kibe: Mãe biológica 1 x 0 Mãe natureza. Tem jeito não: os filhinhos sempre voltam pra mamãe! :D

20 de dezembro de 2010

Marcas

Sexta passada foi a entrega dos certificados na escola que o Thierry vai pela manhã. Eu estava muito triste aquele dia e eles fizeram "o favor" de colocar uma música que sempre me emociona, mas que hoje tem um significado especial pelo momento que estou vivendo, justamente no final do ano. Um momento que eu gostaria que fosse muito diferente, mas que não depende só de mim, infelizmente. Sou verdadeira, não sou de fazer de conta que nada aconteceu e fingir que minha vida segue normalmente, que pessoas que amo não me fazem falta, ou que de ontem pra hoje não as amo mais. Mas também não vou implorar o perdão de ninguém (até porque nem acho que sou a maior responsável pelas coisas que aconteceram, embora seja a única que admita o erro). É bem por aí:

"Este ano quero paz
No meu coração
Quem quiser ter um amigo
Que me dê a mão...

O tempo passa e com ele
Caminhamos todos juntos
Sem parar
Nossos passos pelo chão
Vão ficar...

Marcas do que se foi
Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce
Novo em cada amanhecer..."

(Os incríveis/ "Marcas do que se foi")

19 de dezembro de 2010

Os presentes

Não sei se dormi o resto do ano, mas só ontem me dei conta de verdade que este é o último final de semana antes do Natal. Eu e marido estamos sozinhos em casa, os pequenos foram ontem pra vó e só voltam amanhã à noite. Por isso resolvemos sair pra terminar de comprar os presentes deles, achando que o xópin estaria um inferno. Tava cheio, mas não pior que o normal. E o quesito "presentes" está quase resolvido - só faltam os dos sobrinhos, que não tenho pressa, pois infelizmente não os verei. Fabrício, louco por música, cismou com uma bateria com "batêcas" (baquetas). Agora ele pode até montar uma banda com os instrumentos que tem. Thierry queria os tais dos Bakugans, mas eu disse que não, porque é caro e quebra fácil. Quando fomos na PBKids, percebi que nem nós, nem ele, sabíamos que presente seria legal. Foi aí que pensei em um kit de artesanato em madeira, que ele adora fazer com as tias artesãs. O menino adorou a ideia, no dia seguinte compramos várias coisas - maleta, caixas, tintas, papéis para decupagem - e hoje terminamos com os pincéis. Cada um vai ganhar também outro presentinho (Thi um Bakugan e Fá um set de carrinhos), porque ficamos com pena de não poderem usar muuuito os outros presentes assim que ganharem. Tinha me prometido não gastar muito com presentes, mas sempre acabo estourando o orçamento. A gente se recupera durante o ano, quando acabarem as parcelas...