Site Meter Três e eu

15 de março de 2011

Enquanto isso, na sala de justiça...

Com marido, no MSN:

nene diz:
oi amore, vc esta sentada?
Leticia diz:
diga
nene diz:
seu filho me contou que uma amiga dele veio perguntar se ele quer namorar com ela...
Leticia diz:
ah, pára
tô em choque
nene diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
mas nao fala nd com ele, tá... vou ver se ele conta mais coisas...
ele me disse: e agora, pai? ela é bonita igual a mamãe...
eu disse pra ele conversar com ela e ver como que ela quer namorar, ele disse que toma lanche com ela todo dia, e que sempre que ele olha pra ela, está sorrindo pra ele kkkkk
Leticia diz:
ai, Senhor.......

Chupa essa manga!
(mas, né? Ego voando com "ela é bonita igual à mamãe"...)

14 de março de 2011

Almoço de domingo

Quando eu criei este blog, a ideia era falar um pouco (como se eu soubesse falar "pouco") de tudo que me diz respeito: família, coisas que eu penso, coisas que eu gosto. Mas quem é mãe sabe, "filhos" acaba se tornando o assunto principal. Só que, na minha primeira ideia, o assunto "culinária" também teria um espaço importante. Talvez compartilhar receitas, salvar ideias, escrever pequenas invenções para retomar depois. Cheguei a fazer isso aqui, compartilhando o link de uma receita de cookie que eu adorei. Acontece que eu tenho um sério problema: das poucas vezes que faço alguma receita que já existe, são raras, raríssimas as vezes em que consigo segui-las à risca. Em geral é mais uma pitadinha aqui, mais um chorinho ali... E minha receita nunca fica igual à original. Sem contar que, muitas vezes, quando não sei fazer alguma coisa que eu quero ou quando quero usar um determinado ingrediente, eu só me baseio em alguma outra receita do meu querido e inseparável "Grande livro de receitas de Cláudia". Fora isso, eu não costumo fazer muitas experiências na cozinha... E daí eu resolvi que, já que eu não tenho receitas pra compartilhar com todas as minhas 4 ou 5 leitoras, nem grandes ideias pra anotar e dividir, vou falar também de produtos que eu gostei...

Ontem estava com vontade de comer frango. Decidi fazer uma receitinha básica da mamãe, a melhor de todas, temperado com maionese e sopa de cebola (aquelas em pó), com batatas e ao forno. Quando abri o armário pra pegar o pacotinho, um outro de "Meu Frango Assado" da Knorr se materializou na minha frente. Compramos pra experimentar, porque estava razoavelmente barato - R$2,99, sendo que no caixa passou por R$3,49 e a Letícia barraqueira teve que ir até o atendimento do Extra solicitar "gentilmente" seus 50 centavos de volta, como acontece pelo menos uma vez por mês. Sempre saio conferindo os valores e já devo ter "resgatado" uns mais de 100 "barão" nos últimos anos. Voltando ao tempero, o menino já vem com saquinho e lacre, então é só jogar tudo lá dentro e chacoalhar misturar delicadamente. Foram 4 coxas com sobrecoxa (separei as partes) e 6 batatas que faziam um esforço enorme para serem consideradas médias. Tudo bem misturadinho, sem sujeira, sem gordura, sem utensílios para lavar e 1 horinha de forno.  Foi acompanhado de penne (tá que eu queria talharim, mas abri o pacote e tava todo mofado, a 15 dias de vencer. Grrr! ¬¬ ) com molho "quase" caseiro - extrato de tomate do elefante (esse post tá parecendo propaganda da Knorr...)  refogadinho com alho, cebola, sal e cheiro verde, meu favorito. Voltando, o tal do "Meu Frango Assado" não é o temperinho da mamãe, mas é prático, barato (em relação ao preço da sopa de cebola), menos gorduroso, sem sujeira e super rápido. Um pouco sem sal - minha pressão agradece - mas "delicious", como diria o Fá. Aprovado!

8 de março de 2011

História de pescadores

E então, na segunda-feira de Carnaval, Jason Lee Scott e Clark Kent foram pescar, enquanto a super-mãe ficava em casa passando Tacolac no super-chão (já disse aqui que DETESTO pescaria e, olha, prefiro meu programa de mulézinha). Meus pescadores saíram 6 da manhã e só voltaram mais de 8 da noite. Duvidei que eles fossem querer ficar muito tempo, achei que Fabrício logo se entediaria e voltariam cedo pra casa. 18:30h, preocupada, liguei pro marido, que me disse que iam começar a levantar acampamento porque A TIA estava reclamando de frio, mas os dois reclamaram e não queriam vir embora. Ao contrário da última pescaria, essa (que além deles tinha 2 tios, tia e avô) foi muito feliz e eles pegaram vários peixes. Trouxeram 3 pra casa e Fabrício fez questão que fosse o que ele pescou. E pra provar que isso não é uma história de pescador...





"E é verdade, é sim senhor, quem me contou foi o pescador..."


6 de março de 2011

É Carnaval!

Meus super-heróis prontos para salvar o mundo:


Pelo jeito, tiveram muito trabalho por hoje no combate ao crime. Nem 22:30h, já estão em suas super-camas curtindo seus super-sonhos. É o efeito super-casa-da-vovó...

4 de março de 2011

Cento e um

A postagem anterior foi a minha 100ª. Porque eu só descubro essas coisas depois que elas passam???

Só por isso, essa vai ser a menor. Pronto.

Supermãe, ativar!

Já despachei o Super-Homem e o Power Ranger vermelho pra escola. Meu dia de mãe de super-herói tá só começando...
...
Morro de pena do Thierry, que não consegue usar uma fantasia por mais de dois anos, finge não ligar, mas sei que é um crianção digno de seus 7 anos. Então ontem corri comprar uma pra ele, que escolheu a do Power Ranger de calça e manga comprida. Pra esse ano, beleza, já que tô dormindo de edredom em pleno começo de março, mas, e depois? Pensamos melhor e concluímos que esse provavelmente será seu último carnaval com fantasia infantil - compramos a de 10 a 12 anos, último tamanho, e ficou certinha. Por sorte, foi "menos caro" do que imaginei. A surpresa ficou por conta do Fabrício. Eu sabia que ele tinha uma (também do Ranger vermelho, que foi do Thi), então não comprei pra ele (e nem ele tava interessado, só olhava os instrumentos musicais na Ri-Happy). Depois do banho, ele viu, junto com essa, uma do Super-Homem que o Thi usou até o ano passado (e ficou ridiculamente apertada, mas ele insistiu pra ficar). Por isso, estava fora de cogitação. Mas ele pediu pra ver e o pai colocou. E não é que a danada serviu??? Serviu servida, sem ter que ficar dobrando partes, como é o costume com o Fabrício. E mais fofo foi meu herói correndo e girando pela casa pra ver a capa levantar....

3 de março de 2011

A saga do lanche

Thierry não tem comido o lanche direito. Volta e meia aparece algo comido/tomado pela metade, algumas vezes o lanche volta inteiro. Ele antes levava uma comida (pão/ bolinho/ club social/ barrinha/ polenguinho/ fruta) e uma bebida (suco/ leite/ iogurte), mas como deixou muita coisa que foi direto pro lixo, cortei pela metade. Tem levado leite ou fruta, e só. Outro dia fez cara de coitado no mercado, dizendo que adoraaava maçã verde e a mãe bobalhona pagou R$5,80 o kg (acho o olho da cara e comprei uma só) pra criança não passar vontade (diz minha vó que "dá lombriga"). Essa semana levou a bendita maçã, que voltou com apenas uma faixa mordiscada. No dia seguinte levou o restante picado, depois de ouvir um sermão. Já fomos da lição de moral ao castigo e parece que não adiantou, por isso tomei essa atitude. A vontade é não mandar nada, mas mãe é um bicho besta mesmo. No almoço, não é raro ele jogar meio prato porque não quer/não gosta. O problema não é ele não comer, nunca fui paranoica com isso, sempre respeitei a fome e as vontades deles - e meus filhos comem bem, obrigada, e comem de tudo quase tudo. Também acho que ele tem idade pra decidir o que prefere fazer no recreio, comer ou jogar bola (teoricamente, daria pra fazer os dois, mas né? Tamo falando do Thierry). A questão é a comida que se joga fora e toda a problemática envolvida, do dinheiro gasto às pessoas-que-não-têm-o-que-comer. A impressão é que entra por um ouvido e sai por outro, então leva pouco e pronto. Estou pensando em fazer um combinado: se comer bem durante a semana, na sexta tem direito a levar uma porcariazinha ou dinheiro para comprar uma porcariazinha (claaaaro que ele prefere a segunda opção). Não sei se vai rolar. Acho que o futebol é mais forte que eu...

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E daí que de manhã, ao arrumar a lancheira, encontrei 1 pacote de Trident com 2 e uma bala. Marido confessou: foi ele quem comprou e deu pro menino. Rosnei e tirei tudo de lá. Quando ele disse que tinha chiclete, eu respondi que não tinha mais, porque ele tinha comido 3 em um dia. Eles disseram que não, que já fazia 2 dias que tinham comprado. Voltei atrás, mas, em vez do chiclete, deixei pegar uma bala pra ele e pro amigo que tinha dado a que tava na lancheira. O Trident eu confisquei. Pra minha bolsa.

2 de março de 2011

Mustela Putorius Furo

Meu menino está fazendo sua primeira pesquisa da escola. Na confecção de um "bichonário" (obviamente, um dicionário de bichos), cada criança ficou responsável por trazer informações a respeito de um bicho. Segundo ele, por escolha própria, ele recebeu o furão (cujo nome científico é o título deste post. Quem assiste o Fantástico sabe, ha!). A princípio, pensei em dizer pra ele procurar alguma coisa no Google, ver o que interessa e imprimir. Ao contrário do meu tempo, não temos enciclopédia em casa, nosso único material de referência impresso é um Aurélião querido, adquirido nos tempos de faculdade, então só me resta a Wikipedia. Acabei descobrindo que as professoras querem algo simples, mais ou menos em formato de ficha e resolvi orientá-lo a fazer parecido com o que eu vi no slide, na reunião de sábado. Como não temos Office e eu me recuso a pagar quanto cobram, abri pra ele uma conta do Google e o ensinei a usar as ferramentas básicas do Docs. Ele ouviu tudo atentamente e foi fazendo como eu dizia. Primeiro colocou no alto da página, à direita, a letra inicial de furão, como num dicionário mesmo, arrumando o alinhamento. Depois escolheu o tamanho da fonte e elencou os dados que eram pedidos: nome, uma figura, classificação, características físicas, alimentação, habitat, locomoção e curiosidades. Em seguida aplicou negrito por conta própria. Então ele foi ao Google pesquisar - coisa que já faz sozinho. O artigo da Wikipedia era bem satisfatório e ele conseguiu achar tudo o que precisava. Em certo ponto, eu achei que estava dizendo demais como escrever algumas palavras e resolvi apenas responder o que ele me perguntasse, como sugeriram as professoras na reunião. O que ele errou, deixei errado. Foi complicado. Eu não queria que ele fizesse o trabalho do meu jeito (aham, tá), mas queria ensiná-lo a fazer bonitinho, caprichado. Então tivemos um pequeno impasse na hora de colocar as características físicas. Descobrimos que cada "raça" de furão tem cores e características diferentes, mas ele não quis especificá-las e escreveu apenas "'esistem' vários tipos de furão". Pura preguiça. Eu me estressei, saí da mesa, fiquei chateada. Mas, como o trabalho é dele, deixei. A entrega é amanhã, então hoje eu pedi a ele que revisasse, visse se quer acrescentar alguma coisa e corrigisse os erros que estavam grifados em vermelho, quase todos de acentuação - algumas vezes falta, outras sobra acento. Então faltou arrumar o "esistem" lá de cima, e eu disse que não era com s, mas também não era com z. Não adiantou, tive que dizer que era com x. Ele fez cara de "como é que não pensei nisso antes???" e veio arrumar. Virou "esixtem". :-) 

1 de março de 2011

A amiga imaginária

Fato: meu "bebê" tem uma amiga imaginária. Há alguns dias, ele veio comentar que tinha "uma menina" que caiu e se quebrou toda na escola. Lembro de ter ouvido a frase e pensado que ele devia estar aumentando algum ocorrido, mas também me lembro de não ter dado muita atenção, porque estava fazendo ou falando de outra coisa. Semana passada, enquanto jantávamos, a história voltou e dessa vez deu pra dar mais atenção. Perguntei se a menina era da escola, se era amiga dele, se a Natália (professora) conhecia, como ela tinha caído... A cada pergunta, a história ficava mais fantasiosa. E ele sempre se referindo a ela como "aquela menina". Quando perguntei o nome, veio: "Eu não sei. A gente precisa escolher um nome pra ela, né?" Quando sugeri o nome Fabrícia, ele disse: "Não, esse nome é de menina!" E completou: "Ela é uma menina com 'pirú', ué!" (primeira reação do pai e da Natália: "É a Ariadna!" kkk). Tá bom, se você tá dizendo...  E então ele começou a dizer que sabia onde ela morava, que dava pra ver da nossa casa. Foi até a janela e apontou para uma casa verde em frente. "Não, não, é aquela branca do lado". Começamos a nos divertir e eu achei tão fofo que nem questionava quando ele se contradizia. Ficamos um tempão falando sobre o assunto, todos nos divertimos. Claro que, no dia seguinte, a Natália nem sabia de nada. E, provavelmente, a última criança na escola que quebrou alguma coisa foi o Thierry. Na época em que ele tinha amigo imaginário e o Fabrício era um embrião. (O amigo do Thierry se chamava "Doido" e ele dizia que era seu "chefe". Um dia, enquanto eu e marido tentávamos descobrir, ele disse: "É sim, ele é meu amigo imaginário!" - por causa de Charlie e Lola). Até o momento, a amiga continua sendo apenas "aquela menina".

25 de fevereiro de 2011

Dilema

Então você esperou semanas e finalmente suas unhas, sempre fracas, cresceram. Sem nenhum escamado, sem nenhuma quebra, o que é extremamente raro. E sem acidentes no caminho, exceto um pedaço ralado junto com o queijo da pizza (hahaha, brincadeira). Nem o esmalte resolveu descascar. Até que um dia sente o cabelo enroscar em uma delas. "É o fim!!!", pensa. Vê um cortinho começando a aparecer bem na carne. É muito pequeno e você consegue cortar um pedacinho da unha, deixando a bendita um pouquinho torta, quase imperceptível, mas comprida, do jeito que gosta. Três dias depois, a "rachadura" microscópica está de volta, mas não dá mais pra cortar, senão vai ficar realmente torto. Você pensa em Super-Bonder, mas acha que não vai dar muito certo. Coloca um pingo de base para tentar segurar, consegue resistir por 4 dias, até que o rasgo chega a 1/3 da unha. Não há mais nada a ser feito. Você não quer gastar uma nota em unha postiça só por causa dessa maledeta. Mas também não quer cortar suas lindas unhas tão curtinho antes do final de semana (porque você tem unhas minúsculas e acha pior ficar com só uma curta do que cortar logo tudo). Qual a solução?

 Band-aid nela! Vai parecer que você se machucou. Melhor do que parecer que sua unha quebrou...

Tá certo. Eu AMO band-aid. Principalmente de bichinho. Tenho para várias "ocasiões". Hello Kitty pra mim, Homem Aranha, Tom & Jerry e mamíferos pros meninos, transparente pra quem não quiser nada. Até tem uma caixa dele normal, cor da pele, daquelas com 4 tamanhos diferentes. Está intacta. Esse da Hello Kitty rosa é o penúltimo da caixa. Não vejo a hora de acabar pra poder comprar o da Pucca ou o da Hello Kitty lilás. Talvez os dois. Ha!

22 de fevereiro de 2011

Pérolas geográficas matinais

Vendo TV, antes de sair, Thierry começou a dizer alguns Estados cuja sigla aparecia na tela com a temperatura local (e eu nem sabia que ele sabia que Pernambuco e Mato Grosso existiam...). Em dado momento, marido explicou a diferença entre MT e MS, e na sequência ele perguntou: "E MG é o que? Mogi Mirim???"

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No carro, falando sobre a Copa do Mundo, Thierry pediu para comprarmos ingressos para os jogos do Brasil. Eu disse que, além de ingressos da Copa serem muito caros, provavelmente os jogos do Brasil seriam no Rio. Fabrício, sempre curioso, pergunta: "Que Rio? Rio Pequeno (bairro de SP)???"

18 de fevereiro de 2011

Pequeno menino indeciso

Com o tema decidido, já comecei a "coletar" fotos, informações e ideias pra tal festa do Doki. Só que agora Fabrício descobriu a Turma da Mônica. Todo dia quer "ler" um pouquinho e já descobriu a coleção do Thierry (ele ganhou a assinatura quando fez 6 anos, mas quase não lê). Hoje foi o terceiro dia consecutivo levando um gibi pra escola. No carro perguntou se eu podia fazer uma festa do Cebolinha. Disse a ele que ele precisa decidir se quer do Cebolinha ou do Doki e ele respondeu "do Doki com o Cebolinha"... ¬¬  Acontece que eu já fiz a festa da Turma da Mônica uma vez e não quero repetir os temas. Mas não é só por isso. Quando eu começo a ver os temas, já me apaixono por eles e começo a divagar sobre. Agora sou eu que quero muito essa festa e já estou com o pen-drive cheio de fotos para tentar entusiasmá-lo. Anyway, vou esperar mais um pouquinho antes de começar a colocar as mãos na massa. Porque é realmente muito fofo observar essa coisinha tão pequena totalmente entregue à fantasia, quase dentro do gibi contando a história. Sei que já é uma nova paixão pra ele e eu realmente quero uma festa que o deixe encantado...

10 de fevereiro de 2011

Francesando

Hoje, no caminho para o trabalho, marido me mostrou "como está linda a traseira do Logan". Thierry (que anda com a insuportável mania de se intrometer em todo tipo de conversa, algumas vezes até inventando coisas que teria supostamente feito, visto ou sonhado em relação ao assunto) diz, com ar surpreso: "Nossa, eu vi do nosso lado um carro 'Rênault'!" (leia-se exatamente assim). Mais bonitinha ainda foi a reação quando eu disse que se dizia "Renôu", porque era francês: "Êêêêê, igual meu nome!!!" :D

Ontem no jogo França x Brasil (que mais uma vez perdemos), ele perguntou ao pai: "eu tô jogando?". Nós já estamos acostumados com a brincadeira e marido respondeu que não, que Thierry Henry não joga há muito tempo na seleção francesa. Pouco depois, disse que estava torcendo pra França, porque era de lá que vinha o nome dele. O que faço eu, eternamente apaixonada pela Itália???

9 de fevereiro de 2011

Calendário novo

Final do ano passado eu ganhei um calendário 2011. Ao contrário dos anos anteriores, que marido ganhava na Fuvest e eram bimestrais, com poucas linhas para escrever os compromissos, este é mensal e tem o dobro do tamanho, com os dias em "quadradinhos" com um espação. Assim, posso marcar tudo que eu quiser no dia certinho. Dá pra até mais de um compromisso por dia - por exemplo, marquei que tenho reunião na escola do Fabrício e teste de nível de italiano no mesmo dia. Marquei até o dia que o Corinthians ia jogar na Libertadores. Ainda bem que marquei a lápis!...

Tá, podem tirar sarro. Meu time de pipoqueiros merece. Mas, se você é palmeirense, não ria porque perdemos pro Tolima. Vocês perderam pro time que perdeu pro Tolima. E você, querido são-paulino e freguês preferencial, só pode rir quando vencer seu cartão platinum premium. Ha!

5 de fevereiro de 2011

Piada interna

Keylla, eu te odeio!!! #prontofalei.

Neste momento eu deveria estar fazendo comida ou escrevendo um post sobre como foram meus primeiros dias de trabalho no ano, mas não. Não consigo. Culpa sua. E da Meredith. Hunf!