Site Meter Três e eu

13 de junho de 2011

Tô viva!

Sério mesmo que eu posso sentar e calmamente escrever um post pro meu querido e abandonado blog??? Ou será que vou assistir outro episódio de One Tree Hill??? Bom, acho que quero fazer as duas coisas, já que as duas últimas semanas, especialmente os 4 últimos dias, foram de correria total. Tô querendo saber se alguém anotou a placa do caminhão que me atropelou...
  
A festa do Fá foi ótima, saiu (quase) tudo como esperado, todo mundo parece ter adorado a ideia do macarrão aos 9 molhos. Os dois molhos que eu tinha ficado em dúvida e foram incluídos quase na última hora (achei calabresa e frango ao molho branco muito "xinfrim", substituí por Pesto e Molho à matriciana) foram os mais elogiados - e os que eu mais comi também, rs. Os outros foram sugo, bolonhesa, atum, bechamel, quatro queijos, alho & óleo e ervas. A maioria eu nem provei! As massas, segundo o Fabrício, eram nhoque, espaguete e "penes", hahaha! Claro que, como sempre, sobraram quilos de macarrão - 7, pra ser mais exata. E 6 de nhoque, mas esse é culpa da minha mãe e eu tô muito "triste" por isso, rs. Preciso ainda fazer uma conta básica do que foi utilizado, porque provavelmente farei isso outras vezes, mas acho que é financeiramente mais viável - pelo menos pra mim, que prefiro gastar um pouco mais no vale alimentação do que usar do dinheiro contado do mês. Pra ter uma ideia, eu comprei mais ou menos 1,8kg de carne moída, mas não deve ter ido nem 1/2 kg!!! No geral, as pessoas comeram muito menos do que eu imaginei... Mas, em compensação, acho que também gostaram muito mais do que eu imaginei! Não fiz mesmo docinhos, só cupcake e mini-cupcake, mousse de maracujá e "copinho Ferrero Rocher", que era Nutella (tava muuuito barata, hohoho) com avelã, ou seja, trabalho mesmo só o de colocar no copinho (daqueles de 10ml, porque... né?). E o bolo, que eu finalmente acertei, mesmo a cobertura tendo passado longe da que imaginei - mas eu consegui fazer o Doki de chocolate, êêêêê!!!!! Enfim, tudo maravilha, o gazebo montado (foi uma novela), o frio que deu uma trégua, crianças se divertindo, pessoas que eu amo, convidados maravilhosos daqueles que a gente não convida só por educação (e veio quase todo mundo que a gente esperava!), eu quebrando o pau com marido a madrugada inteira e fazendo as pazes depois (não brigar é bom, mas fazer as pazes é muito melhor!!! Mas pula essa parte que esse é um blog de família, kkkkkkkk)... Sem contar meu presente de dia dos namorados ma-ra-vi-lho-so que veio na sexta enquanto eu fazia o bolo, exatamente como foi no aniversário do Thi. Se eu não tivesse gostado tanto deles (um celular e um netbook), teria quebrado na cabeça dele!!! :D


Primos, no final da festa!

Tivemos um pequeno probleminha na hora de dar o primeiro pedaço de bolo. Quando eu perguntei pra quem ele daria (expliquei que a gente dá o primeiro pedaço pra alguém de quem gosta muito), ele disse que seria pra Noemi, a prima que é só um mês mais velha que ele, que se adoram, que nunca se vêem. Na hora de entregar, ele mudou de ideia e disse "Não, não! Pro Henry!", o primo que é só 6 meses mais velho, que também se adoram e que também quase não se vêem. Quando olhei pra Noemi, vi a carinha de decepção dela. E agora? A saída foi cortar dois "primeiros pedaços" e entregar quase ao mesmo tempo. Depois vieram vários outros "primeiros pedaços". Nenhum deles foi pra mim, pro pai ou pro irmão... :(

1 de junho de 2011

Semana que vem? Hein?

Eu tenho a impressão que o ano está pulando dias. Talvez semanas. Quem sabe até meses. Parece que foi ontem que eu disse que ia começar a trabalhar na festa do Fabrício. Fato é que o próximo final de semana é o último antes dela, eu estou exausta, sem pique pra nada e a única coisa que está pronta é o convite - e não foi nem entregue. E, não parece, mas eu ainda tenho tanta, mas tanta coisa planejada pra fazer que CER-TE-ZA que não vou conseguir fazer nem metade. Acho que vou ter que modificar a maioria delas, sem contar o que eu não tinha nem chegado ao nível de "planejamento", como os centros de mesa que acho que nem vão mais rolar. Vou ter que simplificar tudo - por exemplo, não farei docinhos, que sempre faço antes e congelo, porque sempre sobra muito. Como será jantar, farei "doces menos doces" em copinhos, como mousse de maracujá ou copinho de abacaxi (bolacha maizena, brigadeiro branco e um pedacinho de abacaxi; fiz uma vez, foi ótimo!). {Nota mental para um próximo post: trazer a foto e comentar sobre o presente que fiz no final de semana} Talvez até faça um pouco de brigadeiro pras crianças (são 10, pelas minhas contas), mas nada exagerado como sempre acaba sendo, nada que 1 lata de leite condensado não resolva. Ontem comecei a fazer a lembrancinha das crianças, um livrinho de atividades. Não cheguei nem na metade, mas acho que vai dar tempo e vai ficar legal... Então bora parar de bloggar e colocar a mão na massa, né?

Madame-louca, a missão!

E então sábado teve reunião na escola do menino maior. E eu não vim aqui comentar as notas dele (que são ótimas, por sinal. Orgulho²!!!!). Vim comentar que no meio da reunião surgiu o assunto mais temido pela maiora dos pais: sexo, namoro, beijo e cia ltda. Gente, é ÓBVIO que essas crianças estão numa fase de descoberta, onde tudo é curioso, novo, diferente!!! Eu até hoje acho meio "estranho" uma pessoa ter outra pessoa crescendo dentro dela, confesso. Imagine então uma criança de 6 ou 7 anos que não faz a menor ideia de como ela chegou lá! Eles também estão descobrindo o outro, percebendo que a sexualidade faz parte de nós, crianças nessa idade começam a "gostar" umas das outras e nem sequer têm muita ideia de como ou porque isso acontece. Mas acontece! E uma mãe levantou a mão dizendo que o filho tinha dito que ia "transar" com uma menina. Ela ficou horrorizada, disse que é "travada" e não consegue falar com ele sobre "esses assuntos" (e, convenhamos, quem de nós, mães-mortais-não-profissionais-da-infância-ou-da-psicologia consegue com facilidade???). Já tremendo, perguntou ao menino o que a palavra significava, e ele respondeu que é quando o pai senta do lado da mãe no sofá e beija na testa dela (???), ou algo parecido. Ela respondeu que era isso mesmo, é tudo lindo e eles foram felizes para sempre (isso depois de contar que, quando o filho perguntou de onde vêm os bebês, ela disse que era "do amor do papai e da mamãe" e mudou de assunto). Mas ela queria, na verdade, saber se já surgiu o assunto nas rodas de conversa que eles fazem diariamente. A resposta foi que não surgiu, mas, se surgir, elas não vão mentir. Eu levantei minha mãozinha e disse que acredito que eles não têm muita ideia do que está acontecendo - citei o caso do Thierry, cujo amigo foi perguntar se ele queria namorar com uma outra menina, e namorar seria só tomar lanche junto, conversar, etc. Eu acho que somos nós que supervalorizamos a situação, que tiramos conclusões baseadas na nossa vivência e que eles ainda não têm muita noção do que as coisas significam. E acho que nós não devemos sonegar a informação, senão eles ficarão mais curiosos ainda! Mentir, então, nem pensar! Afinal, a sexualidade faz parte de todos nós, é uma coisa normal e saudável, não acho que tem nada de "feio" ou "pecado" nisso (mas né? Não vamos abusar e vulgarizar!). E eu prefiro que ele saiba a verdade por mim, de maneira clara e correta, mesmo que eu fique nervosa e gagueje, o que é normal. Alguns comentários depois (e era a parte que eu mais queria contar), levanta uma mãe lááá no fundão, esbravejando. Adivinhem quem era... Quem? Quem? Quem? Sim, madame fura-fila!!! Com cara de poucos amigos, ela conta que a filha chegou em casa cantando "umas músicas horrorosas", uma que dizia que "não-sei-quem era biba" e outra que "falava um palavrão mesmo, terminava com C-U" e que ela QUERIA SABER onde é que a filha está aprendendo essas coisas, porque pra criança repetir "tem que ouvir muuuitas vezes". A professora, muito fofa e educada, respondeu sem-graça que "na sala de aula é que não é", e que "a escola não é Deus", não dá pra tomar conta de todas as crianças o tempo todo (vale lembrar que eles têm horário de recreio e só passam 4h e meia ali!). Eu SIDIVIRTO! Me deu uma vontade louca de levantar e gritar "SE LIGA, MINHA FILHA!!!!", mas só disse que a música chegou em casa também (é o "Baby", do Justin Bieber, que virou algo do tipo "vou te contar que o Justin é biba, biba, biba, oh!"), eu perguntei se ele sabia o que era biba, ele disse que sim, que era "gay", eu perguntei o que é gay e ele disse que é "um homem que gosta de outro homem". Eu confirmei, disse que é isso mesmo, que existe, mas que não é legal ficar cantando esse tipo de música. Pronto, sem polêmica, sem aguçar a curiosidade, sem falso puritanismo. Outra mãe confirmou que crianças não precisam de muita repetição pra "pegar" esse tipo de besteirol. Saí de lá indignada com a arrogância e a prepotência com que ela perguntou "onde é que a filha está aprendendo essas coisas", como se fosse a professora a ensinar na sala de aula. Vai ver ela está aprendendo na mesma escola onde está aprendendo que furar fila é perfeitamente normal, dona!

31 de maio de 2011

Oh, dúvida cruel!

- Thierry, papai e mamãe vão se separar. Com quem vc vai morar: aqui em casa comigo ou com o papai, na casa da vó?
- Hum... aqui!
Eu, já rindo pro marido com cara de "tá vendo?", ele completa:
- Também, né? Lá na vó não tem TVA (tv por assinatura)!...
¬¬

Ainda bem que era brincadeira, mas pelo menos agora eu sei quanto estamos valendo...

26 de maio de 2011

Madame fura-fila - o retorno

Incrível que a história de ontem tenha se repetido novamente hoje, exatamente no mesmo local, exatamente com os mesmos personagens. Dessa vez a madame-mãe (termo legitimamente roubado da Simone), carregando apenas duas das crianças (só uma é dela), se superou: entrou na nossa frente com sua linda cara de bunda, colocou dois pratos numa bandeja, esperou calmamente que a primeira senhora lhe servisse de arroz e feijão, que a segunda senhora lhe servisse de frango e berinjela, pegou o prato da salada, voltou para pegar os talheres, colocou na bandeja e, quando pensávamos que a graciosa pessoa já estava de saída, a madame volta para pegar uma outra bandeja, por cima do meu menino - que já estava com o prato dele na bandeja, pronto pra começar a ser servido - com um ar impaciente de "vocês estão me atrapalhando". Falei em alto e bom som: "Calma, filho! Tem fila, a gente tem que respeitar as pessoas que estão na fila!". Madame fura-fila nem se atreveu a olhar pro lado e, naquele momento, eu já estava pronta pra dar a primeira resposta atravessada que me viesse à cabeça. Coincidência demais esses segundos em que estávamos no mesmo lugar, e eu espero sinceramente que não aconteça de novo. Mentira, tudo mentira. Eu quero sim que aconteça de novo, quero muito. Porque farei questão de dizer que ela VAI TER QUE ESPERAR, já que meu filho e a dela vão pro mesmo lugar, pra entrar no mesmo horário, então temos a mesma pressa. Se ela não faz questão de ensinar pra filha dela que é errado passar na frente das pessoas que estão esperando há 20 minutos, eu faço sim questão de ensinar ao meu que é errado deixar qualquer zé-mané tentar tratá-lo como idiota.

P.S.: Essa "senhora" é a mesma que, ano passado, levantou a mão na reunião de pais e questionou se os livros da biblioteca eram adequados para a idade deles, porque ela e o pai não tiveram coragem de ler um livro de educação sexual que a menina levou pra casa. A biblioteca da escola tem uma parte "exclusiva" para o Fundamental I, que é uma graça: colorida, enfeitada, as estantes são adequadas à altura deles, há mesinhas, "puffs", os livros (adequados à faixa etária) são separados por assunto, há espaço para contação de história E contadora de história profissional, etc. Os livros de educação sexual são bem "realísticos", com ilustrações e  linguagem muito clara. Fiquei um pouco chocada vendo, mas sim, eles são adequados; nós é que talvez ainda não estejamos preparados para dizer a verdade a nossos "bebês". Marido trabalhou alguns meses lá e disse que algumas crianças (principalmente as meninas, que se interessam mais pelo assunto) até sabem de cór quais páginas estão faltando em alguns exemplares, como "a do homem em cima da mulher" ou "a da galinha botando ovo". Pra mim também não é fácil falar sobre o assunto, mas eu sou sincera quando ele (raramente) me pergunta. Mas provavelmente a madame fura-fila ainda conta a história da sementinha ou da cegonha pra filha. E, se a menina não vai aprender em casa nem a respeitar a fila, imaginem onde ela vai aprender sobre sexo.

P.S.2: Thierry, agora à tarde, quando entrei no carro para vir embora:
-Mãe, quem faz as leis?
-Depende... Os vereadores ou os deputados, blablabla...
-Então eu quero ser um desses...
-Mas que lei você quer criar?
-Uma lei pra ter uma fila de criança e outra de adulto no bandejão. Assim ninguém ia entrar na frente dos outros.

Parece que pelo menos ALGUÉM entendeu, né, "dona"?

25 de maio de 2011

Sou mais bonita que você. Posso passar na sua frente?

Eu detesto gente que fura fila. Gente que tem sempre um "motivo" pra passar na frente, uma desculpa pra ter mais pressa que os outros, mais razões para não ficar esperando ou que simplesmente quer mostrar que é mais "esperto". Pode ser no supermercado, no restaurante ou no trânsito. Sabe aquela pessoa que, do lado do caixa rápido do supermercado, te pergunta: "Eu só tenho isso... posso passar na sua frente?"? Então. E obviamente não tô falando de casos específicos como idosos, deficientes, gestantes e pessoas com criança de colo - mesmo  achando que "gravidez não é doença", muitas vezes usufruí do direito de utilizar o caixa preferencial porque acho justo. Tô falando de pessoas normais, saudáveis, crianças de 6 ou 7 anos que passam o dia inteiro correndo e pulando em suas atividades, mas cujas mães acham que uma fila de 20 minutos é "demais pra uma criança".  O fato é que o filho mais velho tem uma bolsa para almoçar e, como é barato, nós comemos junto. As filas são realmente muito grandes, mas andam rápido (hoje, que estava muito longa, demoramos pouco mais de 20 minutos). Eu faço questão de esperar na fila normalmente, mesmo sabendo que alguns amigos dele (da mesma sala, inclusive), que têm a mesma bolsa, sempre foram direto para a catraca para pegar uma outra fila de, no máximo, 2 ou 3 minutos. Eu já achava muito chato, mas hoje a situação me incomodou profundamente - e não só porque essas crianças falam alto, correm, abraçam ou ficam pegando no menino enquanto o coitado está lá tentando equilibrar sua bandeja com um prato cheio de comida e outro de salada. Nós já tínhamos passado quase 20 minutos na fila, a catraca, a outra fila e éramos os próximos a pegar a bandeja. Então, por trás da outra fila, vem uma das mães "empurrando" as 4 crianças e colocando as bandejas no apoio, na nossa frente. Assim, sem "licença", sem cerimônia, sem nada! Porra!!! Mas por que diabos você tem mais pressa que eu, se nossos filhos entram na mesma escola, no mesmo horário? Por que diabos você tem mais pressa que qualquer outra pessoa que está ali e precisa voltar rápido para seu trabalho ou sua aula? Por que diabos o seu filho tem mais motivos que o meu para não ficar em pé na fila? Não, não é porque a "moça" da catraca deixa alguns passarem que eu vou fazer o mesmo! Não, se eu acho que está errado! Já deixei bem claro pro menino que não acho legal e nem justo com as outras dezenas de pessoas que também estão esperando. Parece que ele entendeu o recado, porque também não acha. Naquele momento faltavam exatos 50 minutos pra tocar o sinal da escola. O mesmo sinal que ia tocar pro meu. E, dali até a escola, são cerca de 8 a 9 minutos de caminhada, 12, no máximo, se você for bem calmamente. Marido e eu fazemos o mesmo caminho todos os dias: ele, com o menino, pra ir e voltar do almoço, eu pra encontrá-lo à tarde. E não era o caso de estarem atrasados - até acho que estavam. Mas isso acontece todos os dias! Parece que nunca vai deixar de ser batido, porque é bem verdade que educação, respeito e cidadania começam em casa. Ou na fila do bandejão.

24 de maio de 2011

Compartilhando

Você, querida amiga leitora, já se sentiu velha hoje? Não? Então pense no seu filho, o mais velho, fazendo lição de casa, desenhando objetos que viu no "Museu Histórico" e te perguntando: "Mãe, como é mesmo o nome daquela máquina que a gente vai escrevendo e vai saindo o papel???". Dá pra chorar quando você lembra que fez, nessa geringonça, trabalhos de escola, de faculdade e escreveu até cartinhas pro namorado-agora-marido. Se eu consegui fazer você se sentir tão velha quanto eu me senti, vou dormir feliz - ou você acha que eu não ia querer compartilhar a maldade??? :D

18 de maio de 2011

♥♥♥♥

Na noite de ontem, enquanto a cobertura do bolo esfriava, eu "precisei" ligar o computador pra relatar o que Fabrício havia me dito sobre o bolo quebrado. Fui dormir tarde, cansada, semi-frustrada, com dor e com as unhas recém pintadas, mas fui dormir feliz. Hoje pela manhã, enquanto terminava minha maquiagem (com o bolo no colo não daria pra fazer no carro), marido resolve mostrar o bolo para o aniversariante (que, por ter visto minha frustração e nervosismo na noite anterior, correu dormir quando eu mandei, sem ver o resultado final... rs). Agora você me diz se há rímel que resista a uma criança correndo pela casa em minha direção, trazendo um abraço carinhoso e dizendo com a voz mais doce do mundo: "Ai... 'brigado' pelo bolo, minha mãezinha!...." Olha aí o rímel borrando de novo!!!!! ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

Amor maior

18 de maio. 08:48h. Há exatamente 4 anos nascia alguém que veio pra fazer meu mundo mais feliz, meu dia mais iluminado, minha vida melhor. Alguém que tem sempre um sorriso sincero, um abraço carinhoso, uma palavra de conforto ou uma "tirada" engraçada. Se eu tivesse tido o poder de escolher cada uma das suas características, não teria saído tão perfeito.  Se eu tivesse o poder das palavras bonitas, perderia horas a fio tentado descrever um pouquinho do meu amor. Mas nem todas as palavras do mundo seriam suficientes para demonstrar a alegria que eu sinto por ter sido escolhida por Deus para receber presente tão especial.

A verdade, Fabrício, é que há exatos 4 anos você torna minha vida mais completa. Muito mais feliz. 


Parabéns, filho, por mais esse aniversário! Que Deus te abençoe e que te devolva em dobro toda a alegria que sempre nos proporciona.

17 de maio de 2011

Nada mais importa...

O bolo pode transbordar e queimar no fundo do forno. Pode rachar e cairem pedaços enquanto é recheado. Eu posso ficar nervosa, com dor e chorar. Tudo isso passa quando um menininho lindo, no último dia dos seus 3 anos, docemente diz: "Não tem problema, mãe! Depois do parabéns vai cortar mesmo..." *-* 

16 de maio de 2011

Aniversário = Presente. Será?

A primeira vez que fiz um aniversário na creche foi o 3º do Thierry, que já estava lá havia pouco mais de 1 ano. No começo, estranhei não precisar mandar convite, lembrancinha, doces, balões ou bebida (porque lá já tem o suco - maluco ou não, hahahaha). Docinhos, pipoca e brinquedos alugados são até bem vindos, mas é muito raro alguém levar. Já o bolo, a vela, o parabéns e a comemoração são sempre incentivados. Àquela altura, eu também já tinha percebido que nunca, em nenhuma hipótese, se mandava presente pro aniversariante. Algum tempo depois também pediram para não fazermos temas. A princípio foi tudo meio estranho, já que eu via outros "padrões" de festa em escolinha, onde se faz uma festa "completa" e o aniversariante ganha presentes. Mas aos poucos fui compreendendo a filosofia da creche - que também não comemora nenhum tipo de festa, como Natal, dia das mães, pais, crianças e muito menos Halloween. As exceções são as festas típicas da cultura nacional (Carnaval e Junina) e a festa de final de ano, em nenhum momento relacionada com o Natal, mas com o encerramento de um ciclo. Hoje, não só aceito e respeito como concordo plenamente com ela. E daí que na hora do almoço eu comentei com o Thierry que, passada a festa do Fafá (já falei que vai ser dia 11/06???), vou começar a me concentrar nas duas dele. Resolvi fazer na escola e não chamar ninguém na festa pra família, porque ano passado achei chato, hoje me arrependo e não teria feito nada daquilo... Quero fazer uma festa mais "caprichadinha", com direito a docinhos e sacolinha surpresa/lembrancinha (na creche não dá porque lá são cerca de 80 crianças, mas na escola é só a sala dele, com 30). Conversa vai, conversa vem, ele comentou que as crianças que fazem festa têm recebido muitos presentes - e bem que eu achava estranho algumas crianças mandarem convite pra uma festa que será realizada num local onde todo mundo estará mesmo. Eu disse que ele provavelmente não ganharia presente, porque fazemos festa para comemorar, para estar com as pessoas de quem gostamos e que gostam de nós, não para ganhar presente. Mas chocada mesmo eu fiquei quando ele contou que um amigo aniversariante, no meio da "festa", perguntou a ele: "Ei, cadê o meu presente???" Ele, coitadinho, disse sem-graçamente que não tinha levado porque a mãe dele não sabia, e eu estava tão atônita que nem ouvi o resto. Eu não acho nada demais que se leve presente, mas é algo com o qual realmente não estou acostumada, muito menos com criança "cobrando" presente. Claro, os presentes são muito bem vindos mas, na falta dele, eu quero que eles não se frustrem ou cometam a indelicadeza do menino acima. O problema agora é que terei que trabalhar melhor esse assunto na cabecinha dele, porque, embora eu acredite que ele já tenha entendido tudo isso, ele é só um crianção de quase 8 anos que provavelmente será o único a não ganhar presente...

15 de maio de 2011

Quase 4

Há alguns dias eu tenho brincado com o Fá, dizendo que ele tem "2 aninhos" e vai fazer 3. Hoje eu estava tomando banho e pedi que ele ficasse comigo no banheiro, porque estava carentinho, teve febre à noite na vó e estava morrendo de medo dos rojões (prefiro não comentar que meu time perdeu um título). Perguntei que dia era o aniversário dele, ele respondeu "1 e 8". Perguntei que número formava "1 e 8" e dei a dica "de....". "De maio!!!".  Eu ri e expliquei que era "de maio" mesmo, mas o dia era dezoito. E continuei enchendo o saco que ele faria 3 aninhos. Ele respondeu que já fez 3 anos. Eu perguntei como era possível ele já ter feito 3 anos se o dia 18 de maio ainda nem tinha chegado. "De 2010, ué?!". Toooma!!!!

Não me pergunte como ele sabe porque, sinceramente, eu não tenho a menor ideia...

Crianças crescidas e a vingança da natureza

Thierry chega do teatro, aonde foi pela primeira vez sozinho com a prima (que tem 20 anos, está no 3º ano da faculdade e trabalha no centro de São Paulo).
- E aí, filho, como foi o passeio com a Carol?
- Foi muito legal! E você não confiava, hein, mãe?
- Ah, não é que eu não confiava... É que quando eu a conheci, ela tinha um pouquinho mais que a sua idade...
- Como assim?
- Quando eu comecei a namorar o papai, ela só tinha 9 anos, pra mim ela ainda é criança, às vezes esqueço que ela cresceu...
- NOVE??? o.O (fica a cargo do leitor imaginar a cara de espanto do menino)

É... a menininha que tinha ciúme da namorada nova do tio agora leva o meu "bebê" ao teatro... E velha é a PQP!!!

A VINGANÇA DA NATUREZA:
Quando eu e marido tínhamos algumas semanas de namoro, costumávamos levá-la em nossos passeios. Em um deles, saindo do Parque Villa-Lobos, ela fala, como quem não quer nada e com cara de criança carente: "Hummm... Que cheirinho de pipoca doce!...." Não lembro nem se nós voltamos pra comprar, mas a história ficou pro resto da vida. Hoje, depois que postei essa mini-história no Facebook e ela comentou, eu disse que deixaria ele sair mais vezes com ela, mas falaria pra ele dizer que estava sentindo "cheirinho de pipoca doce". A resposta dela foi: "Ele fez isso com a pamonha... Na frente do shopping tinha um carrinho aí ele: 'Nossa, que cheirinho de pamonha!'..." Eu ri alto.

14 de maio de 2011

Nasce uma estrela (ou não) - parte 2


Meu "bebê" em 1'39''. No youtube ficou a foto dele na miniatura! :D

"Me falaram que você é o especialista em suco, o cara que  mais entende de suco. É verdade?" "É." kkkkkkk. Beeeem Fabrício!

E não, essa história que "o vídeo engorda 3 ou 4 kg" com ele não cola. Hahaha!

Nasce uma estrela (ou não)

E daí que nós três (porque o Thi "já era") esperamos o Globo Repórter inteiro porque passaria uma matéria filmada na creche. Claro, foi a última - mas a entrevista com a nutricionista Isa, no início, ao ar livre, foi feita lá, num parque delicioso que eles chamam de "quintal". Eu, toda boba pra ver se apareceria ao menos um fiozinho de cabelo do meu filhote, levei o maior susto e quase tive um treco com o Alberto Gaspar entrevistando meu menininho, dizendo que "soube que ele era o especialista em sucos". Nem parecia o Sr. Fabrício, de tão tímido e falando pra dentro que ele estava. Mal conseguiu responder o que o cara perguntou. E aqui em casa também travou. Estávamos tão empolgados falando "olha o fulano! olha a beltrana!", que parece que a ficha dele não caiu que era ele ali, sendo "entrevistado" e dizendo que estava tomando "xuco maluco". Não comentou uma palavra sequer. Mas eu ainda tô toda boba. Não vejo a hora de ver a reprise amanhã e domingo! :D

Quando eu achar o vídeo, coloco aqui.

-> O tal suco maluco existe na creche desde sempre (desde sempre pelo menos que eu tô lá, claro: 2005). Um dos baratos é chegar no salão, olhar aquele nome esquisito e tentar adivinhar do que é. E a D. Ivoni, a que faz o suco maluco, é uma das pessoas mais maravilhosas de lá!

-> Outro dia, na hora do lanche, Fabrício falou pra educadora que estava tomando "ligonada". E ela perguntou do que era feita a ligonada. "De ligon, ué?!" Eu, hein... Você parece que não sei!...

-> O blogger "devolveu" meu post de ontem ("Filho de Salim"). No lugar errado, depois do primeiro de hoje, mas devolveu. Pelo menos...